terça-feira, 21 de agosto de 2018

Como funciona o DUI Mirena e o Jaydess





 








Sistema intrauterino libertador de progestativo

Trata-se de um dispositivo intrauterino que contém 52mg de levonorgestrel (Mirena) e recentemente no nosso país  encontra-se já aprovado o mesmo sistema com 13.5mg (Jaydess).
Tem um duplo mecanismo de ação: efeito de corpo estranho na cavidade uterina associada à ação predominantemente local do levonorgestrel.
O endométrio rapidamente fica atrofiado. Inibe a implantação mas sobretudo inibe a progressão dos espermatozóides, pelas alterações pronunciadas que provoca no muco cervical. Tem uma eficácia elevada. Após a remoção o endométrio rapidamente volta ao normal.

As concentrações plasmáticas progestativo atingem 100-200pg/ml nas primeiras semanas, diminuindo progressivamente, mas com grande variabilidade individual.
A frenação folicular dos ovários  é irregular, após o primeiro ano podem provocar alguns efeitos secundários adversos locais ou sistémicos, dos quais os mais comuns são: hemorragias uterinas irregulares (principalmente nos primeiros meses) tendendo a perdas progressivamente mais escassas para o que a mulher deve estar preparada, acne, alterações do humor, aumento da sensibilidade mamária e redução da libido.


É recomendando para 5 anos, mas há evidência que a eficácia se mantém até aos 7 anos (Mirena)
Tem uma taxa de expulsão que ronda 6% e de remoção à volta dos 15%. Tem benefícios não contraceptivos importantes sobretudo nas mulheres que apresentam fluxo menstrual abundante com ou sem anemia associada. Diminui a incidência de infeções pélvicas. Há ligeiro aumento da incidência de quistos nos ovários que resolvem de forma espontânea.

Está contraindicado nos casos de processos inflamatórios/infeciosos pélvicos, tumores hormonodependentes e quando o tamanho do útero é superior a uma gestação de 12 semanas ou na presença de distorção importante da cavidade uterina, sobretudo na presença de miomas submucosos.

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Flavia nocta o novo suplemento para a menopausa

Equilíbrio natural na menopausa
Com melatonina que ajuda a diminuir o intervalo de tempo para adormecer
Com genisteína para o controlo dos afrontamentos.

Flavia melhora o sono e fadiga
Insonias
As insonias são muito comuns na fase de transição para a menopausa.
Durante este período, algumas mulheres começam a ter dificuldade em adormecer, dormem pouco e acordam a meio da noite sem conseguir retomar o sono

Fadiga
Sintomas que surge, frequentemente, devido a uma ingestão inadequada de magnésio. Para além disso, a má qualidade do sono, o humor depressivo e a falta de autoestima agravam este sintoma.
Melatonina
  • Os níveis de melatonina diminuem com a idade e esta queda coincide com a menopausa, podendo contribuir para o surgimento de insonias
  • A suplementação com melatonina contribui para diminuir o tempo necessário para adormecer e aumenta a qualidade do sono.

Magnésio
  • Uma ingestão inadequada de magnésio, esta associada á possibilidade de ocorrência de alterações de qualidade do sono.
  • A suplementação com magnésio contribui para a redução de insonias a partir da meia-idade.
  • O magnésio ajuda a diminuir o cansaço e fadiga e contribui para a manutenção de uma normal função psicológica.

Afrontamentos
Surgem tanto de dia como de noite, sendo que os noturnos são mais frequentes nas primeiras quatro horas de sono e podem afetar a sua qualidade com insonias e acordar recorrente.

Genistéina
  • É uma das isoflavonas mais importantes da soja
  • As mulheres que tomam genisteína demonstram ter menos afrontamentos por dia
  • As isoflavonas de soja diminuem a frequência diária de afrontamentos entre 24 e 60%

Saúde óssea
cálcio e vitamina D
  • O cálcio é necessário para a manutenção dos ossos em condições normais
  • A vitamina D contribui para a normal absorção/utilização do cálcio sendo necessário para a manutenção de osso normais.

Saúde cardiovascular 
  • Vitaminas B6,B9 e ácido alfo-linolénico
  • As vitaminas B6,B9 e B12 contribuem para o normal metabolismo da homocisteína que pode ter um efeito positivo ao nível cardiovascular.
  • Os níveis altos de homocisteína no sangue estão relacionados com um risco de doenças cardiovasculares
  • O ácido alfo-linoleico contribui para manter os níveis de colestrol no sangue.


Além dos dos afrontamentos, as alterações do sono são um dos sintomas mais frequentes durante a menopausa. A prevalência da insonia em mulheres na menopausa é de 46-48%. Esta patologia pode ter consequências a longo prazo para a saúde, tais como depressão, hipertensão, entre outros.
A melatonina é uma neuro-hormona segregada, principalmente, pela glândula pineal de forma circadiana que influencia o humor e o sono. A sua concentração noturna varia durante as diferentes fases da vida.
Os níveis de melatonina diminuem, tanto em homens como em mulheres, com o avançar da idade.
Nas mulheres, este momento coincide com a menopausa.
O declínio dos níveis de melatonina pode contribuir para o aparecimento de perturbações do sono que podem ser recorrentes nesta fase da vida.

Nas mulheres na pós-menopausa têm uma concentração de melatonina menor do que as mulheres na peri-menopausa.
A administração de melatonina antes de dormir, acelera e prolonga o seu pico, contribuindo a redução do tempo para adormecer em pessoas com distúrbios de sono primários. Em mulheres peri-menopáusicas e pós-menopáusicas, a sua administração melhora as perturbações do sono sem deprimir o sistema nervoso central e sem interferir nas atividades de vida diária.

Efeitos típicos da administração da melatonina sobre o sono
  • Redução do tempo necessário para adormecer
  • Ligeira diminuição da duração do sono
  • Diminuição do número de acordares noturnos
  • Aumento da qualidade do sono
Apesar de não existir uma dose de melatonina recomendada para as mulheres menopáusicas, os estudos sugerem que a suplementação deve ser feita com doses baixas, garantido assim a sua máxima eficácia e não causando efeitos secundários tais como sonolência no dia seguinte à toma.

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Vantagens da medicação hormonal na menopausa

Muitas mulheres poderão beneficiar da terapêutica hormonal (TH) durante e após a menopausa.
Um plano terapêutico hormonal baseado numa seleção cuidadosa das doentes, uma análise precisa da relação risco- benefício e as estratégias para minimizar os riscos podem ajudá-las a alcançar uma melhoria da qualidade de vida.

À medida que as mulheres entram em menopausa, verifica-se uma redução gradual mas substancial da produção de hormonas ováricas, precipitando uma grande variedade de sintomas que podem afetar as atividades diárias e a qualidade de vida.

A perda das hormonas ováricas (estrogénios e progesterona) põe igualmente em marcha uma alteração no metabolismo ósseo, conduzindo a perdas significativas da densidade e da resistência ósseas. Além disso outros sistemas do organismo, incluindo o urogenital, vascular e nervoso central, são igualmente afetados pela perda das hormonas ováricas.

A possibilidade da terapêutica hormonal poder ser utilizada com segurança para prevenir estas alterações constitui uma questão importante que as mulheres na menopausa, bem com os seus médicos, devem equacionar. No entanto, não existe apenas uma resposta correta, cada mulher e o seu médico devem decidir se a terapêutica hormonal é uma opção de tratamento apropriada para a primeira. Um grande número de estudos com evidência cientifica aborda esta questão; a resposta dependerá da realização de uma análise de risco-beneficio. Quando se procede a essa avaliação é importante ter em consideração três fatores que afetam profundamente o perfil risco- beneficio da terapêutica hormonal: a idade quando do seu início, a dose de hormonas e a via de administração.

Idade quando do inicio da terapêutica hormonal
A ação benéfica dos estrogénios consiste na sua capacidade para prevenir as alterações nos tecidos saudáveis.

A deficiência de estrogénios ao longo de um período de muitos anos pode resultar em alterações significativas e irreversíveis, tais como pode resultar em alterações significativas e irreversíveis, tais como perda de massa óssea, atrofia vaginal e da bexiga e uma elasticidade reduzida da pele. Ao administrar a terapêutica hormonal para restabelecer os níveis baixos de estrogénios na pré-menopausa, as lesões dos tecidos podem ser retardados ou interrompidas.
O momento do início da terapêutica hormonal é crítico para compreender a ação terapêutica das hormonas. Esta hipótese é apoiada por um grande número de estudos que mostram consistentemente uma janela terapêutica para o início da terapêutica para diversos tipos de tecidos, incluindo o osso e apele, bem como os aparelhos urogenital, cardiovascular e o sistema nervoso central.
O inicio da TH por volta dos 50 ou dentro dos primeiros dez anos da menopausa maximiza o perfil risco- benefício.

Posologia da terapêutica hormonal
Uma segunda influência comum sobre o perfil risco benefício da terapêutica hormonal é a dose de estrogénios e de progestagénios.

Existe uma evidência significativa de que a terapêutica hormonal em doses baixas é eficaz na prevenção da perda óssea e no tratamento dos sintomas menopáusicos, com menos hemorragias e com uma menor incidência de outros efeitos em comparação com as doses mais elevadas. O mais importante é que as doses mais baixas estão igualmente associadas a riscos mais baixos.

Nurses health Study (NHS) foi um estudo de coorte, prospetivo, observacional realizado em 70.533 mulheres pós- menopáusicas que investigou a duração, a dose e o tipo de terapêutica hormonal na prevenção da doença cardiovascular ao longo de vinte anos de seguimento. Os investigadores verificaram que uma dose de 0.3mg/ dia de estrogénios foi associada a um risco mais baixo, estatisticamente, significativo, tanto de doença cardiovascular como de acidente vascular cerebral, enquanto doses mais elevadas foram associadas a um risco aumentado de acidente vascular cerebral mas a um risco reduzido de doença cardiovascular.

Avaliação dos benefícios da terapêutica hormonal
Se for iniciada dentro da janela terapêutica, a terapêutica, com estrogénios apresenta benefícios evidentes referidos em múltiplos estudos.


Entre eles salientam-se o alívio dos sintomas vasomotores, a proteção relativamente à perda óssea e a fraturas osteoporóticas e a proteção e tratamento da atrofia urogenital. Além disso, os estudos indicaram que a terapêutica com estrógenios pode prevenir a doença cardiovascular, diminuir a mortalidade global, reduzir a redistribuição de gordura relacionada com a menopausa, conferir proteção contra a perda de colagénio relacionada com a menopausa ao nível da pele e a subsequente formação de rugas, reduzir as taxas de doenças reumáticas, de cancro do colon e a perda de dentição, diminuir a incidência de doença de Parkinson, de demência e de doença de Alzheimer e prevenir a perda de memória para factos recentes e melhorar o funcionamento cognitivo.

Os estrogénios encontram-se aprovados sob diversas formas e pela US Food and Drug Administartion (FDA) para a prevenção da perda óssea e da osteoporose relacionadas com a menopausa.
O estudo WHI referiu reduções significativas nas fraturas nas mulheres tratadas com estrógenios numa população geral menopáusica (sem osteoporose conhecida). Especialmente, o estudo WHI constatou s existência de menos 44 a 47 fraturas totais e menos fraturas do colo do fémur por 10.000 mulheres- ano nas paricipantes do estudo medicadas com uma TH combinado e menos seis fraturas do colo do fémur e menos 50 fraturas osteoporóticos em geral no da terapêutica com estrogénios isolados.
Além disso, em termos de proteção contra a perda óssea e fraturas femorais, os estrogénios não estão associados a fraturas femorais, os estrogénios não estão associadas a fraturas a fraturas femorais atípicas, a displasia mandíbular e a cancro esofágico que foram atribuídos à utilização prolongada de bifosfonatos para a proteção óssea.

Mais de 40 anos de ensaios clínicos indicam a presença de uma proteção cardiovascular significativa com a terapêutica com estrogénios isolados nas mulheres menopáusicas, particularmente se for utilizada uma dose baixa e se  a terapêutica for iniciada dentro da janela terapêutica. Os estudos ELITE e KEEPs constituem ensaios clínicos prospetivos, aleatorizados, desenhados para melhor documentar e definir os benefícios cardiocvasculares da TH.
O WHI revelou a existência de uma redução não significativa na doença cardiovascular (menos cinco casos/ ano por 10.000 mulheres- ano) nas mulheres sob terapêutica com estrogénios isolados em comparação com o placebo durante a fase de intervenção. Durante a fase pós intervenção, os resultados variaram significativamente em função da idade, embora continuasse a existir uma doença cardíaca entre os grupos medicados com estrogénios isolados e com placebo. As mulheres com idade compreendida entre os 50 e os 60 anos apresentavam uma taxa significativamente reduzida de ataques cardíacos enquanto as mulheres com idade compreendida entre os 70 e 80 anos tinham um risco aumentado.
Os novos resultados do estudo WHI sobre a calcificação das artérias coronários recentemente a existência de um efeito cardioprotetor nas mulheres que iniciaram a terapêutica entre os 50 e os 59 anos. Após um período médio de 8, 7 anos, as mulheres do ramo medicado com estrogénios isolados apresentavam deposições significativamente menores de cálcio nas artérias coronárias em comparação com as que receberam placebo. As mulheres que aderiram à terapêutica durante pelos menos cinco anos apresentavam uma redução de 64% na deposição de cálcio nas artérias coronárias. Ambas os braços do estudo WHI referiram uma redução acentuada nos novos casos de diabetes durante os sete anos de ensaio clínico.

Ao selecionar uma opção hormonal para uma doente, devem ser tomadas em consideração os seguintes aspetos para maximizar os benefícios e minimizar os riscos:

A altura em que é iniciada a terapêutica é importante
O início da TH nas mulheres saudáveis com idade inferior a 60 anos ou nos dez anos que se seguem ao início da menopausa não se encontra associado a um aumento de risco de doença cardíaca. Muitos estudos indicam que a terapêutica com estrogénios, na realidade, protege os vasos coronários e reduz de eventos cardiovasculares.

A continuação de uma terapêutica
Com uma dose baixa até aos 60 anos de idade ou para além desta parece prolongar essa proteção

Minimize a dose
A seleção da dose mais baixa eficaz para os sintomas menopáusicos diminui o risco de efeitos secundários e de problemas hemorrágicos. A terapêutica com uma dose baixa está associada a efeitos benéficos sobre o metabolismo está associada ósseo e o tecido vaginal. À medida que as mulheres envelhecem, a sua taxa metabólica diminui, devendo ser considerada uma redução da dose.

Fonte: ISDIN

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sexta-feira, 20 de julho de 2018

Como usar o BIO-OIL na gravidez

BIO-OIL pode ser utilizado durante toda a gravidez. Para prevenir as estrias é especialmente importante a aplicação a partir do segundo trimestre, altura em que a pele sofre maiores alterações
Deve aplicar nas zonas propensas ao aparecimento de estrias.
Repetir a aplicação duas vezes por dia, de manhã e à noite, durante um período mínimo de 3 meses.
Ao fim de 8 semanas 100% das mulheres registaram melhorias evidentes na aparência das estrias.

BIO-OIL
PURCELLIN OIL
O ingrediente revolucionário que altera a consistência geral da fórmula tornando-a rapidamente absorvível.

VITAMINA A e E
Antioxidantes ajudam a manter a pele sã e a combater os sinais do envelhecimento
Ajudam na retenção de água, lubrificando e hidratando.

ÓLEO DE CAMOMILA;LAVANDA; ALECRIM E CALÊNDULA
Produtos naturais com poder suavizante, hidratante e revigorador da pele
Ajudam a melhorar a aparência de cicatrizes e estrias.

Fonte: OMEGA PHARMA

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Tratar calores da menopausa com Activelle


Quem está na menopausa sabe muito bem como são desagradáveis e por vezes constrangedores os afrontamentos (sensações de calor sobretudo na parte superior do corpo e rosto).

O Activelle é um medicamento que é normalmente usado para tratar estes sintomas.

Activelle 0,5mg/0,1mg
0,5 mg estradiol + 0,1mg de acetato de noretisterona.

Ultra baixa dose de terapêutica hormonal (TH) para redução eficaz dos sintomas da menopausa.
  • TH (terapêutica Hormonal na menopausa) indicada para mulheres pós- menopáusicas com útero intacto
  • Alivio dos sintomas vasomotores e proteção endometrial
  • Ultra baixa dose
Vantagens:
  • Redução sintomas vasomotores (afrontamentos)
  • Melhorias significativas nos padrões do sono
  • 95% das mulheres sem hemorragia no final do 1º mês
  • 89% das mulheres sem hemorragias no final do 6º mês
  • Sem alterações da densidade mamária
  • Sem alterações do endométrio (revestimento interno do útero)
  • Fraca associação a eventos cardiovasculares
  • Bom perfil de segurança
  • Boa tolerabilidade

Fonte: ISDIN

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quarta-feira, 4 de julho de 2018

Contracepção Injetável

Contracepção injetável progestativa
O fármaco utilizado é o acetato de medroxiprogesterona, na dose de 150mgr, por via intramuscular, de três em três meses.
Foi a primeira e, por muito tempo, a única formulação disponível para contracepção hormonal de longa duração. Teve grande utilização mas está em desuso, atendendo que outras opções foram criadas, com maior duração e melhor aceitação por parte da mulher.

É um método de elevada eficácia contraceptiva. Quando administrado nos primeiros 5 dias do ciclo adquire logo eficácia contraceptiva com concentrações plasmática máximas que baixam progressivamente nas 12 semanas seguintes, mantendo até então níveis de eficácia, devendo ser realizada nova injeção.

Está particularmente indicado nas situações que requeiram uma contracepção eficaz, reversível, não dependente da utilizadora (défice cognitivo ou outros) com vantagem de ter baixo custo.
Poderá ser também opção em algumas situações clínicas:
  • Anemia de células falsiformes- diminui a frequência de falsiformações
  • Epilepsia- diminui a excitabilidade do SNC e o número de crises epilépticas
  • Trombofilias
As contraindicações são comuns aos contraceptivos com progestativos isolados,(como a pílula sem estrogénios - CPO e o implante subcutâneo) mas tem algumas reservas específicas.
  • Pode afetar o pico de massa óssea, o que contradica o uso em adolescentes e reservas em mulheres até as 25-30 anos.
  • Pode ocorrer ligeiro aumento do risco de cancro da mama nos primeiros 4 anos de uso
  • Pode ocorrer desenvolvimento de diabetes mellitus de tipo 2 em mulheres com diabetes gestacional e IMC (Índice de massa corporal) elevada.
  • Não esta indicada no LES (Lupus Eritematoso Sistêmico)
  • O retorno aos ciclos ovulatórios é irregular e pode ficar comprometido por 6 a 18 meses.
Fonte:Gedeon Richter

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quarta-feira, 27 de junho de 2018

Quem pode e quem deve fazer a pílula sem estrogénio

Para escolher um método contraceptivo devemos ter em conta as características do método no contexto dos elementos pessoais da mulher.
  • Preferências
  • Parâmetros menstruais (abundância e duração do fluxo, dores. etc)
  • Presença e importância de factores de risco para eventos cardiovasculares (IMC- Índice de massa corporal, hipertensão, tabagismo, trombofilia pessoal ou familiar, cefaleias intensas em particular com aura e antecedentes de tromboembolismo).
  • Puerpério/amamentação.
  • Antecedentes tumorais ou outros.

A COP (Contracepção oral progestativa/ pílula sem estrogénio) implica a toma de um comprimido diário sem pausas, o que é comum e perfeitamente aceitável pelas mulheres, com exceção daqueles que apresentam perturbações cognitivas que tornam mais indicado o uso de método de longa duração não sujeitos a ao défice da sua autonomia.

Com a utilização da COP (Contracepção oral progestativa) fora do puerpério a mulher vai alterar o seu padrão menstrual o que lhe deve ser explicado, para que esteja preparada para lidar com a situação e optimizar o método.

De uma forma geral a COP (Contracepção oral progestativa, / pílula sem estrogénios) pode ser usada  por qualquer mulher, mas está particularmente indicada nas situações de intolerância, reserva ou contraindicação aos estrogênios

A grande vantagem da COP é a redução do risco tromboembólico e dos efeitos metabólicos sobre os glúcidos e lípidos, comparativamente aos contraceptivos combinados.

Quem pode fazer?
Todas as mulheres saudáveis.

Quem deve fazer?
  • Intolerância ao uso de estrogênios (náuseas, tensão mamária cefaleias e edemas)
  • Fumadoras independentemente da idade.
  • Hiperestrogenismo
  • Síndrome pré- menstrual
  • Cefaleias catameniais (dores de cabeça durante a menstruação) sem e com aura
  • Antecedentes da TEV ou após trombose venosa superficial
  • Menorragias
  • Endometriose.
  • Hipertensão arterial controlada
  • Doenças sistêmicas crônicas
  • Amamentação após 3 semanas do parto.

terça-feira, 19 de junho de 2018

Factores que afetam a fertilidade do casal.

De forma a alcançar uma gravidez com sucesso, vários pré- requisitos são indispensáveis:
Uma boa qualidade ovocitária e espermática (das células reprodutoras femininas e masculinas);
A integridade e permeabilidade das trompas de Falópio (assegurar que o canal que capta o óvulo feminino e onde se dá a fecundação esteja funcional);
Capacidade espermática para penetrar e fertilizar o óvulo;
Um útero anatomicamente normal e um endométrio receptivo à nidação do ovo (a cavidade uterina onde o embrião se irá implantar deverá estar morfológica e funcionalmente preparada).

Uma alteração em qualquer um destes fatores poderá reduzir a fertilidade do casal e pode ser uma causa de infertilidade
A taxa normal de sucesso mensal é de 25% aos 25 anos. Contudo, esta diminui com o aumento da idade feminina. Sobretudo após os 35 anos de idade, verifica-se uma diminuição da ovulação e da qualidade dos óvulos.
Com um tratamento adequado, 85% dos casais passa por ser uma doente informada.

Factores que intervenientes na fertilidade
Existe um conjunto de factores que podem intervir na fertilidade do casal, como sejam a idade (Sobretudo do elemento feminino), o peso a frequência semanal de relações sexuais, o tabaco, o álcool, doenças sexualmente transmissíveis, consumo de drogas e factores ambientais ( pesticidas, entre outros)

A idade da mulher é muito importante no que se refere à probabilidade de obtenção de uma gravidez.
Esta questão relaciona-se com a quantidade de ovócitos e a sua qualidade (diretamente implicada na qualidade embrionária após a fecundação).
Muitos casais necessitam de tratamento mais avançados de fertilidade, nomeadamente Procriação Medicamente Assistida (PMA), em resposta ao declínio da qualidade ovocitária e resultante do aumento da idade.

A obesidade

A obesidade afeta negativamente o potencial reprodutivo, pois interfere com mecanismos metabólicos e hormonais, resultando numa menor frequência ovulatória e reduzidas hipóteses de gravidez. O risco de diabetes gestacional (que pode ocorrer durante a gravidez) está aumentado duas (no caso de obesidade) a oito vezes (no caso de obesidade mórbida). Os recém -nascidos de mulheres obesas têm um risco aumentado de morte perinatal e de anomalias congénitas e cardíacas.

 Tabaco
O tabaco duplica o risco de infertilidade e pode promover os seguintes acontecimentos:
declínio das taxas de gravidez em cerca de metade; aumento das taxas de aborto;
depleção prematura da reserva ovárica (menopausa mais cedo); aumento da mobilidade e da normal morfologia dos espermatozoides; diminuição da capacidade de fecundação; e,tem ainda efeitos negativos no feto (baixo peso à nascença, maior risco de fendas leporinas e de síndrome de morte súbita do recém-nascido).

O consumo de álcool

O consumo de álcool condiciona, na mulher, um decréscimo nas taxas de gravidez e um aumento das taxas de aborto e infertilidade de causa ovulatória; no homem, uma diminuição dos níveis de testosterona e da produção espermática, e impotência. Também provoca efeitos negativos no feto, morte fetal, parto prematuro e compromisso do crescimento fetal.

Prazer com moderação
  • Deverá manter uma alimentação saudável, variada e poli-fracionada em complemento com um suplemento de ácido fólico e outros micronutrientes essenciais;
  • Mantenha um estilo de vida saudável;
  • Pratique exercícios físico.

Fonte: EFIK

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quinta-feira, 14 de junho de 2018

Infertilidade o que é?

A infertilidade é uma doença que pode ser definida como a incapacidade de engravidar após 12 meses de vida sexual regular sem a utilização de um método contraceptivo, ou a inabilidade de se conseguir um desfecho de gravidez com sucesso, estando assim incluído na definição os abortos de repetição.
Pelo menos um em cada seis casais necessitam de ajuda especializada em qualquer momento das suas vidas devido a dificuldade em conceber o número de crianças que desejam.
A esterilidade ocorre quando não há qualquer hipótese de ocorrer uma gravidez.

Quando recorrer a um especialista?
Em geral, é adequado ser avaliado no contexto de infertilidade após 12 meses sem sucesso na tentativa de obter uma gravidez (ou após seis meses se a mulher tiver mais 35 anos de idade).
Muitos casais iniciam a avaliação diagnóstica da sua infertilidade com o seu ginecologista, enquanto outros preferem recorrer diretamente a uma consulta de apoio à fertilidade- Consulta da medicina da reprodução.
Ambas as vias são adequadas, devendo a referenciação ao especialista precocemente se a mulher tiver 35 ou mais anos de idade.

Incidência da infertilidade
Em condições completamente normais ocorrem 20 a 25% de gravidezes por ciclo ovulatório.
A infertilidade é um problema comum que afeta 10 a 15% dos casais em idade fértil.
No nosso país, de acordo com os dados do primeiro estudo sobre a infertilidade realizado pela Sociedade Portuguesa da Medicina da Reprodução, existem 290 mil casais portugueses afetados por problemas de infertilidade.
Cerca de dois terços dos casais que procuram uma intervenção médica conseguem ter um filho.
Apenas 10% dos casos de infertilidade são tratados com recurso a técnicas de procriação medicamente assistida (PMA).
Apenas 1% das crianças nascidas em Portugal, cerca de mil por ano, advêm de técnicas de PMA.

Problemas de infertilidade mais frequentes
Na mulher
  • 40% corresponde a disfunção ovulatória
  • 40% A fator tubário e pélvico
  • 10 % A causa inexplicada
  • 10% Outros fatores

No Homem
  • 90% Corresponde a alterações na espermatogénese
  • 6% Obstrução
  • 4% Disfunção sexual.

Casal
  • 35% corresponde a factor tubário e pélvico
  • 35% Fator masculino
  • 15% Disfunção ovulatória
  • 10% Causa inexplicada
  • 5% Outras causas

Infertilidade inexplicada ou idiopática
Cerca de 10 a 15% dos casais inférteis têm uma avaliação global completamente normal.

O diagnóstico da infertilidade
A Avaliação do casal tem como objetivos encurtar o tempo necessário para a obtenção da gravidez pretendida, identificar a(s) causa(S) de infertilidade, avaliar riscos, estabelecer o prognóstico avaliar a necessidade de suporte emocional e possibilitar o interromper do diagnóstico e da terapêutica quando necessário.
A primeira consulta de avaliação é a mais importante. A infertilidade é discutida como um problema do casal, pelo que ambos devem estar presentes.

Nesta consulta é feita a recolha dos dados clínicos, elaborada a história clínica de ambos os elementos do casal e realizado o exame clínico da mulher (com avaliação dos parâmetros biométricos, sinais clínicos de androgenidade e exame ginecológico), o que vai permitir delinear um plano diagnóstico e terapêutico.


Esquema de investigação da infertilidade

O esquema de investigação da infertilidade compreende a realização de exames dirigidos a estabelecer a causa de infertilidade.
Estão ao dispor do médico especialista as ferramentas laboratoriais para o estudo de eventuais infeções e o estudo hormonal nas situações de alterações da ovulação, exames de imagem como Ecografia e a histerosssonografia (HSSG), a histerossalpingografia (HSG) para estudo indireto da anatomia pélvica e avaliação da permeabilidade das trompas, o espermograma, que permite avaliar a quantidade, a qualidade e a capacidade de migração e de sobrevivência dos espermatozoides. Também a Histeroscopia e a Laparoscopia diagnóstica para avaliação direta da anatomia uterina e pélvica e da permeabilidade das trompas.

Fonte: EFIK

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quarta-feira, 13 de junho de 2018

Maxnésio cardio cápsulas

O que é maxnésio cardio?
Maxmésio cardio é um suplemento alimentar que contém Magnésio.
Suplementos alimentares são gêneros alimenticios que se destinam a complementar e/ou á suplementar o regime alimentar normal e que constituem fontes concentradas de determinadas substâncias nutrientes como vitaminas e minerais ou outras, com efeito nutricional ou fisiológico.
Este suplemento apresenta-se sob a forma de 30 ou 60 cápsulas.


Como é constituído maxnésio cardio?
O maxnésio cardio é constituído por:
MAGnoxque é um sal de magnésio altamente refinado do Mar_Morto (bem conhecido pelos seus benefícios à saúde).
Magnox fornece 520mg de magnésio elementar, de rápida ação, sendo 100% puro.
O magnésio contribui para a redução do cansaço e da fadiga, para o equilíbrio dos eletrólitos, para o normal funcionamento do sistema nervoso e o normal funcionamento muscular. Contribuí também para o normal metabolismo produtor de energia.

 INFORMAÇÃO NUTRICIONAL

Quantidades médias Por cápsula (TDI) VRN**(cápsula)
Magnésio 520mg 138,7%

Como tomar maxmésio cardio?
Aconselha-se a toma de 1 cápsula ao deitar
Um dose diária de maxnésio cardio fornece a quantidade significativa diária recomendada para se produzirem os efeitos benéficos do Magnésio

Advertências:
Antes  de tomar este suplemento veja cuidadosamente a data até a qual o pode consumir, a data de durabilidade mínima é válida para o produto, desde que adequadamente armazenado.
Não deve ser excedida a toma diária indicada.

Os suplementos alimentares não devem ser utilizados como substitutos de um regime alimentar variado.
É fundamental manter um estilo de vida saudável
Se é hipersensível a qualquer um dos constituintes  não deve tomar este suplemento.
Em caso de estar grávida ou a amamentar, não tome este suplemento sem consultar o médico.
Se toma vários medicamentos, ou caso tenha alguma patologia grave (uma insuficiência grave) consulte o seu médico ou farmacêutico antes de tomar maxnésio cardio. É recomendável que os antibióticos sejam tomados 2 horas antes de 6 horas, após a toma deste suplemento.
Quando tomado na doses recomendadas, não se espera que o maxnésio cardio possa causar qualquer efeitos indesejáveis, no entanto pode ocorrer diarreia. Este efeito é normalmente ligeiro e desaparece com a descontinuação da toma.

Como conservar o maxnésio cardio?
Conservar abaixo de 25º C, em lugar seco e ao abrigo da luz.

Fonte: Tecnfar

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Será que tenho fluxo menstrual abundante, menorragia?

Menorragia o que é?
Este termo descreve uma menstruação em que o fluxo sanguíneo é invulgarmente abundante. Pode ser apenas um sangramento exagerado, de uma só vez, num só período que dura mais tempo (digamos mais de 7 dias), ou períodos muito frequentes de forma que a perda de sangue em qualquer mês é excessiva. Em geral só se perde cerca de 50ml de sangue em cada período - a maior parte das secreções vaginais são muco e revestimento que se desprende do útero.

Qual é a causa?
É uma situação comum nas mulheres que se aproximam da menopausa quando o revestimento do útero (endométrio) se torna muito espesso, havendo assim uma grande perda de sangue quando esse tecido se solta. A colocação recente de um DIU pode provocar períodos mais abundantes durante os meses seguintes. os fibromiomas (miomas) também causarão, um sangramento grande porque aumentam a superfície do útero e o seu revestimento, e uma causa menos frequente é o desequilíbrio hormonal, mas este caracteriza-se mais vezes por um fluxo forte e irregular.
Se o ritmo do fluxo sanguíneo se mantiver durante vários dias por vários períodos, então talvez apareça uma anemia que, se não for tratada, pode tornar-se grave.

Sintomas
  • Fluxo sanguíneo  abundante durante a menstruação tão rápido e excessivo que tem de usar vários pensos
  • Palidez, fadiga e falta de ar o que indica anemia.


Quando devo ir ao médico?
Se os seus períodos mudarem  e se tornarem mais longos ou muito mais abundantes do que anteriormente, vá ao médico para descobrir a causa.

Que fará o medico?
Far-lhe-á perguntas acerca do seu ciclo menstrual normal e examina-la-á para saber se existe qualquer anomalia no útero, como fibromiomas, bem como verá se há sinais de anemia. Pode ser que a oriente para fazer uma análise de sangue por onde se verá se está anêmica, o que será tratado com suplementos de ferro.
O médico poderá prescrever-lhe uma ecografia ginecológica para avaliar a presença de miomas na cavidade uterina.
Se usar um DIU, o seu médico talvez lho tire ou lhe coloque um aparelho diferente que seja mais apropriado para si.

A base do tratamento da menorragia, quando não existe qualquer doença uterina, é a terapia hormonal como finalidade e evitar a acumulação de tecido endometrial antes da menstruação. Muitas vezes utiliza-se a pílula anticoncepcional a menos que já a esteja a tomar ou lhe seja contra- indicada, caso em que tomará outro medicamento.
Se desconfia de fibromiomas ou de qualquer outra causa, fará uma dilatação e curetagem (através de uma histeroscopia) para então se obter células do revestimento uterino (biopsia uterina). É um procedimento muito bem sucedido como primeira medida cirúrgica.
Se a hemorragia a debilitar muito, talvez lhe surgiram a ablação do útero- conhecida por histerectomia. Mas não irá concordar com isso senão depois de discutir o assunto com o ginecologista e apenas após ponderar muito bem. Muitas vezes essa medida é usada desnecessariamente. Terá de ter em conta uma quantidade de factores como, por exemplo, o facto de querer ter mais filhos futuramente, ou não.

Que posso fazer?
  •  Consulte o seu médico assistente
  • Se acabou de ter um período muito abundante, repouse
  • Ingira suplementos em ferro, por indicação médica
  • Aumente a ingestão de alimentos ricos em ferro comendo fígado, gema de ovo e legumes de folha verde- escuras, que são ricos em ferro. Para aumentar a absorção de ferro ingira-o com alimentos ricos em vitamina C.

Fonte: Guia da mulher

terça-feira, 5 de junho de 2018

Quem pode fazer branqueamento dentário?

Está a ponderar fazer um branqueamento dentário?
O que precisa de saber antes de optar pelo tratamento.

Quer saber de pode branquear os dentes?
Qualquer pessoa com um bom estado de saúde oral pode efetuar um branqueamento dentário. Pacientes com problemas dentários, lesões de cárie, desgaste, sensibilidade dentária e outros podem necessitar de tratamento prévios, daí a importância do branqueamento dentário ser realizado pelo seu médico dentista. Relativamente à idade, os jovens com menos de 18 anos não podem efetuar branqueamento.
A seleção da técnica a ser usada depende essencialmente das condições clínicas de cada paciente, das suas expectativas e da rapidez de resultados de tratamento pretendidas. O seu médico dentista aconselha-o quando à técnica mais correta e adequada para si, sempre com base na melhor relação eficácia/segurança.


Os branqueamentos dentários são eficazes e seguros?
Embora existam disponíveis no mercado (supermercados, farmácias e TV-Shops) produtos de venda livre publicitados como "branqueadores", a OMS destaca que a segurança na utilização profissional de produtos branqueadores dentários está salvaguardada com supervisão do médico dentista.

Os produtos de venda livre apresentam diferenças substâncias entre si e aqueles de aplicação por profissional, pelo que não permitem com segurança afirmar da sua eficácia.

Sendo certo que qualquer risco para a saúde oral dos utentes será prevenido, apenas e só, se optar pela supervisão do seu médico dentista.

Que efeitos secundários podem surgir?
De um modo geral os efeitos secundários, quer a nível dentário quer a nível das gengivas, estão relacionados com a concentração dos produtos, forma como são aplicados e as condições específicas de cada paciente. Os mais frequentes são sensibilidade dentária e algum desconforto gengival que usualmente desaparece com a interrupção do tratamento. Contudo, aplicação incorreta dos produtos químicos de maior concentração, com ou sem luzes acessórias, pode provocar lesões mais graves e duradouras.O seu médico dentista pode prevenir e controlar clinicamente estas condições.

Utentes que possuam restaurações e próteses dentárias poderão ter necessidade de substituir ou reparar as mesmas no final do tratamento de branqueamento, de forma a harmonizar a cor e a integridade das restaurações dentarias, na medida em que os produtos de branqueamento não atuam na cor dos materiais que as compõem.

Quem pode realizar branqueamento dentários?
O branqueamento dentário profissional é um ato médico que pode ser realizado por profissionais de saúde oral. Esta restrição é justificada pelos riscos relacionados com a natureza dos produtos branqueadores utilizados.

O branqueamento dentário implica a realização; de um exame clínico prévio, aplicação de medidas preventivas operatórias aquando da aplicação ou uso dos produtos de branqueamento pelo utente, para evitar complicações orais e criar condições a tornar o resultado mais eficaz. As orientações e aplicações pelo médico dentista evitam tempo excessivos ou exposições desnecessários aos produtos de branqueamento, enquanto tratamento.
Assim, fica assegurada a ausência de factores de risco ou outras doenças orais que não aconselham a realização d branqueamento
Nos produtos de venda livre não se pode garantir que aplicação por terceiros na boca do utente cumpre com todas as regras de higiene e segurança.

Que materiais e técnicas de branqueamento podem ser usados?
Os produtos de venda livre não podem ter na sua constituição uma percentagem superior a 0,1% de peróxido de hidrogênio, que é o produto branqueador por excelência. Por

esse motivo, estes produtos de venda livre veem questionadas a sua eficácia. Na União Europeia a garantia de efeito branqueador foi inclusivamente punida como publicidade enganosa.

Nos tratamentos supervisionados pelo médico dentista, na aplicação do material branqueador em casa ("tratamento ambulatório"), utilizam-se geralmente os produtos de menor concentração (o peróxido de carbamida a 10% mas que pode ir ate 16%), por períodos variáveis; (desde 1 a 8 horas diárias), durante vários dias ou semanas. No caso da aplicação no consultório, pode contemplar-se a utilização de peróxido de carbamida até 16% e/ou peróxido de hidrogênio até 6%. Estes produtos só podem ser aplicados por profissionais sob condições perfeitamente controladas.
São necessárias luzes de laser ou de outro tipo para branquear os dentes?
O que exerce um efeito branqueador são os produtos químicos aplicados em simultâneo. As luzes são usadas como forma de acelerar a reação química dos produtos, na tentativa de tornar o processo de branqueamento mais rápido.

Que questões pode colocar ao seu médico dentista? Sem tem dúvidas acerca do tratamento que vai efetuar não tenha receio de colocar perguntas durante a sua consulta, ou faça uma pesquisa adicional

  • Pode sempre tentar esclarecer o seguinte:
  • Que tratamento de branqueamento dentário estão disponíveis e o que os diferencia?
  • Que tipo de resultados posso esperar?
  • O que posso fazer acerca de facetas, coroas ou próteses manchadas para me certificar que condizem com os meus dentes naturais?
  • Quais são os riscos associados aos branqueamentos dentários? Envolve dor?
  • Quem irá realizar o tratamento? Que formação e experiência têm?
  • O resultado é garantido durante algum período de tempo?
  • Qual o acompanhamento pós-tratamento e quem posso contatar para aconselhamento após o branqueamento?
A OMD, em colaboração com o INFARmed, monitoriza a aplicação da legislação sobre branqueamentos dentários.

Fonte:Ordem dos médicos dentistas


domingo, 22 de abril de 2018

Anemia por défice de ácido fólico

Anemia megaloblástica produzida por défice de ácido fólico.
Junto com vitamina B12, o ácido fólico participa na síntese de ADN nas células da medula óssea. O seu défice produz uma diminuição da velocidade de síntese de ADN e um atraso na divisão celular o que origina células sanguíneas imaturas e grandes (megaloblastos) que dão nome a este tipo de anemia. Acompanha-se também de destruição das células precursoras das células sanguíneas na medula óssea (eritropoiese ineficaz). O ácido fólico está presente em verduras, legumes, frutos secos e alimentos de origem animal. Para atuar, deve ser transformado na forma ativa, o ácido folínico (Ácido tetrehidrofólico). O seu défice pode dever-se a uma diminuição do aporte (desnutrição, etilismo), aumento do consumo (gravidez, hipertiroidismo), medicamentos que impedem a ativação ou perdas (hemodiálise, hepatopatia crónicas).


Sintomatologia:
Surgem os sintomas característicos da síndrome anêmica:
  • Palidez da pele e mucosas;
  • Fadiga;
  • Adinamia;
  • Irritabilidade;
  • Palpitações;
  • Náuseas;
  • Cefaleias;
  • Sensação de falta de ar.
  • A estes associam-se os sintomas da patologia causal.


Diagnóstico
A análise do sangue apresenta uma diminuição do número de eritrócitos e da concentração de hemoglobina, macrocitose (aumentado tamanho dos eritrócitos), ansiocitose (eritrócitos de diferentes tamanhos) e neutrófilos hipersegmentados. Pode medir-se a concentração de folato no sangue e no interior dos eritrócitos. A resposta positiva ao tratamento com ácido fólico suporta o diagnóstico.


Tratamento
Deve ser administrado ácido fólico. Se a anemia é devida à falta de ativação do folato, deve ser administrado o ácido folínico. O ácido folínico. o ácido fólico está indicado de forma profilática na gravidez por aumento das necessidades e durante a lactação. Também para prevenção das anomalias congénitas do tubo neural (espinha bífida, anencefalia e encefacelo) está indicado desde antes da concepção e durante o primeiro trimestre da gravidez.

Fonte:Italfarmaco

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domingo, 15 de abril de 2018

Tratamento para Desconforto Vaginal

Se sofre de desconforto vaginal existe um gel que pode aliviar os seus sintomas.  Esse gel trata de sintomas como o mau odor, ardor, desconforto vulvovaginal, corrimento e irritação.

O Geliofil é um gel de aplicação intravaginal que acalma o desconforto da vagina.

Modo de usar:
A aplicação é feita uma vez por dia. Recomenda-se aplicar o conteúdo de uma unidose à noite. Cada tubo corresponde a uma aplicação.
  1. Partir a cânula girando a extremidade
  2. Na posição de deitada, introduzir o aplicador na vagina
  3. Pressionar o aplicador até administrar a totalidade do produto.

Tratamento
Para alívio eficaz do ardor desagradável, corrimento anormal, desconforto e vaginose bacteriana 1 aplicação diária durante 7 dias
Manutenção e prevenção
Para manter o pH natural da vagina e prevenir a recorrência dos sintomas 1 aplicação a cada 3 dias durante 3 meses
Para ajudar a manter o nível de pH durante a toma de antibióticos 1 aplicação diária no final da toma durante 4-5 dias
Em caso de recorrência dos sintomas na altura da menstruação 1 aplicação diária no fim da menstruação durante 1-2 dias

Fonte: EFIK

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quarta-feira, 11 de abril de 2018

Como prevenir e tratar eczemas e alergias da pele

Quem tem dermatite atópica possui uma pele muito sensível e reativa, que exige cuidados específicos.É quase sempre o primeiro ano de vida que a dermatite atópica se declara. Na maioria dos casos associam-se ao longo da vida asma e /ou renite alérgica.
A tendência para este tipo de doenças chama-se atopia.
Os principais sintomas são a pele seca com comichão, vermelhidão e descamação associadas a irritação.
Apesar da doença ser crônica não é contagiosa.
A tendência é coçar mais isso só acentua a irritação
Nas crianças começa por se manifestar no couro cabeludo e no rosto, especialmente nas bochechas. Com a idade tem tendência a evoluir para as zonas de flexão, como as dobras dos cotovelos e dos joelhos, pescoço. pulsos, tornozelos e pernas. Nos adultos, embora mais raro, podem aparecer lesões, sobretudo nas zonas de flexão. na nuca e no rosto.

A tendência é para coçar mas isso acentua irritação e mais comichão. A pele fica mais vulnerável a agentes infecciosos, como as baterias e os vírus. A dermatite atópica evolui por ciclos, com períodos de agravamento e melhoria.
O stress, a exposição a factores ambientais como temperaturas extremas e a poluição ou produtos irritantes podem desencadear os sintomas.

Como aliviar os sintomas:

1.Evitar factores irritantes e desencadeadores:
  • Identificar as substâncias que desencadeiam sintomas
  • Evitar banhos quentes e prolongados
  • Na higiene corporal, evite sabões irritantes ou muito concentrados
  • Seque a pele com uma toalha macia, limpando-se com gestos suaves, sem esfregar
  • Procure não coçar as lesões e mantenha as unhas curtas e limadas
  • Use roupas de algodão e lave-as com detergentes para pele sensível, enxaguando bem para remover resíduos
  • Retire as etiquetas da roupa que, em contacto com a pele, podem provocar comichão e irritação
  • Evite ambientes muito aquecidos e secos
  • Limite as atividades que o façam transpirar muito
  • Tente gerir as situações causadoras de stress
  • Utilize em todo o corpo protetor solar com fator elevado (adequado)

2. Hidratar a pele de forma adequada e continuada

  • Aplique diariamente um hidratante após o banho e, se possível, repita a aplicação ao longo do dia
  • Cuide sempre da pele mesmo depois das lesões desaparecerem
  • Deve optar por produtos hipoalergênicos e sem perfume
  • Caso lhe sejam indicados alguns medicamentos, siga as indicações do seu médico ou farmacêutico.
Fonte:Cedime

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terça-feira, 10 de abril de 2018

Leite de Magnésia Phillips para que serve?

Leite de Magnésia Phillips  e ó Hidróxido de Magnésio (suspensão oral)
Funciona:
Como laxante
Alívio suave e relaxante da obstipação

Como Antiácido
Alívio das perturbações gástricas e indigestão

Leite de Magnésia Phillips é um monofármaco com hidróxido de Magnésio
  • Tem ação laxante e antiácida indicado para grávidas e durante o período de amamentação.
  • É um laxante suave que não provoca cólicas
  • Não contém açúcar
  • Tem uma tampa doseadora

O hidróxido de Magnésio é considerado um laxante não absorvível porque atua  por osmose, aumentando o peristaltismo
Laxante:
  1. O hidróxido de Magnésio é um dos laxantes suaves mais eficazes, regularizando o ritmo intestinal, sem irritar as paredes do aparelho digestivo.
  2. Ao mesmo tempo, pela a sua ação absorvente, evita os transtornos causados por fermentações, tão frequentes na obstipação.

Antiácido:
  1. O leite de Magnésia Phillips tem simultaneamente uma ação antiácida com início extremamente rápido e grande poder neutralizante.
  2. Devido aos seus efeitos laxantes suaves, o Leite de Magnésia Phillips está particularmente indicado nos casos de hiperacidez, azia ou pirose em que haja tendência para obstipação como é o caso de muitas grávidas.

Posologia como laxante :
30 a 45 ml ao deitar = 2 tampas
Repetir o tratamento todas as noites reduzindo a dose até a obstipação passar.


Posologia como antiácido:

5 a 15 ml (1 a 3 medidas da tampa)
Pode repetir a dose até um máximo e 6 ml em 24 horas

Fonte: OMEGA PHARMA

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quarta-feira, 4 de abril de 2018

Como tratar o prolapso uterino.

Outra designação para o prolapso uterino é " relaxamento pélvico" e ocorre quando os músculos pélvicos enfraquem e permitem que haja protrusão de um ou mais órgãos pélvicos, saindo da sua posição. Este fenômeno é sentido quando aumenta a pressão no interior do abdômen, tal como acontece ao fazer força para evacuar, ao tossir ou ao levantar objetos pesados.
O órgão mais vulgarmente afetado é o útero. Mas a bexiga, o recto, a uretra e a vagina também podem sofrer prolapso. Se um ou mais órgãos descem, as paredes vaginais podem descer até à parte mais externa da vagina.
Se o útero sofre prolapso, o colo do útero pode protrair.

Existem tipos diferentes de prolapso?

Se o recto desce até as paredes vaginais, denomina-se rectocelo; se for a uretra denomina-se uretrocelo; se a bexiga desce até à parte frontal das paredes vaginais. denomina-se cistocelo
Um prolapso da bexiga dá quase sempre origem a sintomas urinários de algum tipo.

Porque acontece?

O prolapso é quase sempre causado por uma anterior lesão nos músculos do fundo pélvico, do colo do útero ou dos ligamentos de suporte do útero durante o parto, especialmente se o parto for rápido, se teve um trabalho de parto muito longo ou se os filhos eram muito grandes.

Uretrocelo
Trata-se de uma protuberância na parede frontal interior da vagina, onde se situa a uretra. Se o revestimento da uretra ficar irritado, conduzirá a uma micção frequente.

Cistocelo

Ocorre quando a bexiga pressiona a parede frontal superior da vagina

Deverei ir ao médico?

Se tiver dores fortes nas costas ou sentir mal-estar a nível da pélvis, sensação de corpo estranho na vagina tipo "bola", consulte o seu médico.

Sintomas
  • Dores nas costas.
  • Sensação de corpo estranho na entrada da vagina.
  • Sensação de peso na pélvis.
  • Dores durante o ato sexual ou incapacidade de atingir o orgasmo.
  • Incontinência urinária.
  • Micção frequente (uretrocelo).
  • Indisposição e dificuldade em evacuar (rectrocelo).
  • Micções frequentes e sintomas do tipo cistite, com dores fortes e ardor durante a micção (cistocelo).

O que fará o médico?
O seu médico irá fazer-lhe um exame ginecológico e irá questioná-la acerca dos seus partos, por exemplo se s seus filhos eram maiores que o normal, se a segunda fase do trabalho de parto demorou tempo de mais ou se houve lesão do colo do útero
Se estiver na meia -idade, os tecidos perdem a força após a menopausa e as lesões que ocorrem no parto ainda podem dar origem ao prolapso
Vai questioná-la em relação à sua atividade profissional, se levanta pesos
Se sofre de obstipação intestinal

Qual é o tratamento?
Se o prolapso for ligeiro o seu médico irá recomendar-lhe que mantenha um programa diário de exercício Kegel para fortalecer os músculos do fundo pélvico
Se não for possível a intervenção cirúrgica ou em caos menos graves, ser-lhe-á colocado um pessário anelar no interior da vagina. Contudo este deverá permanecer na vagina entre 4 a 6 meses, após este período tem que ser examinada, pois pode alterar os tecidos, provocar feridas no interior da vagina.
Quando é colocado o pessário a utente terá de aplicar uma pomada com estradiol, 2 vezes por semana para manter a mucosa´vaginal saudável e ser observada entre 4 a 6 meses, pelo especialista do pavimento pélvico.
Para corrigir um prolapso grave, é frequente recorrer-se à uma histerectomia. O útero, o seu músculo distendido e o colo do útero podem ser removidos.
Em certos casos, é possível uma intervenção cirúrgica através da vagina.
De for obesa, poderá agravar o prolapso, por isso o médico irá aconselhá-la a perder peso.
O tratamento preventivo mais importante será fazer exercícios para fortalecer os músculos do pavimento pélvico.
Após o parto, as mulheres deverão iniciar imediatamente os exercícios, para evitar o desenvolvimento de um prolapso.

Fonte: Guia da mulher

quinta-feira, 29 de março de 2018

Novo elixir que mantém o hábito fresco todo o dia

Tratamento para mau hálito
Sabia que em Portugal o mau habito afeta cerca de metade da população (49,5%).
É um problema muito comum!
Ao contrário do que que se pensa, 80 a 90% das causas do mau hálito têm origem na cavidade oral, ou seja, 9 em cada 10 casos de mau hábito advêm da boca.
O mau hábito pode tornar-se muito constrangedor, podendo causar vergonha, insegurança, ansiedade e condicionar a socialização e as relações amorosas.

O que fazer?
  • Uma boa higiene oral é fundamental
  • Escovar os dentes e a língua 2 vezes por dia, durante 2 minutos e utilizar fita/fio dentário.
  • Dieta variada e equilibrada
  • Consultar o seu médico especialista, pelo menos, uma vez por ano.
  • Utilizar produtos específicos para o tratamento da halitose.
  • Certifique-se que são produtos que neutralizem o mau hálito ao invés de apenas mascará-lo

Já conhece o CB12?
  • Neutraliza as substâncias e processos que provocam o mau hálito
  • Solução oral para bochecho com ação de 12 horas após escovagem dos dentes. Se utilizar 2* por dia mantém um hálito fresco durante 24 horas.
  • Contém flúor para fortalecer o esmalte dos dentes.
  • Patente única
  • Aconselhe-se com o seu médico especialista

Modo de utilização
Bochechar com 10 ml (1 tampa) de manhã e com 10 ml (1 tampa)à noite, após lavagem dos dentes
Para uso diário

Fonte:Mylan

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quarta-feira, 28 de março de 2018

Infeção vaginal provocada pelo Trichomonas Vaginalis

É uma infeção provocada pelo trichomonas vaginalis, um pequeno organismo unicelular, (um  parasita que infecta só o ser humano). Os sintomas da tricomoníase são semelhantes aos de uma candidíase mas com uma secreção esverdeada abundante, espumoso que exala um cheiro desagradável. 
É uma situação contagiosa em que nove em cada dez parceiros sexuais serão afetados, se bem que a infecção também possa ser contraída através de contacto íntimo com as secreções de uma pessoa contaminada, (ex: toalhas) Pode ser transmitida por homem/mulher, mulher/ mulher. O trichomonas, que provocam estes sintomas, estão alojadas na vagina, colo do útero, uretra e bexiga. São vulgares em mulheres com uma vida sexual ativa e em pessoas com múltiplos parceiros

Sintomas
  • Secreção vaginal amarelo- esverdeada cheia de bolhas e com cheiro desagradável.
  • Prurido na vagina e períneo. A vagina tem aspecto de congestão da mucosa com as faces recobertas de ponteados hemáticos/equimóticos parecendo uma framboesa.
  • Ardor na passagem da urina (dispareunia)
  • Observam-se sintomas de cistite se a bexiga estiver afetada.

Se suspeitar que está infectada, vá imediatamente ao seu médico para obter um diagnóstico seguro e abstenha-se de ter relações sexuais. Faça saber ao seu parceiro sexual que está convencida de que sofre de uma infeção transmitida sexualmente e que talvez seja necessário que ele faça também tratamento.


Qual o tratamento?
 
Após o reconhecimento dos sintomas, a mulher deve procurar o médico ginecologista, que solicitará exames laboratoriais como coleta da secreção vaginal, cultura de secreção ou PCR, exame de sangue que avalia se há infecção no organismo.

A realização da citologia do colo do útero (teste papanicolau).
A primeira medida indicada é a abstinência sexual, pois é necessário um reequilíbrio do aparelho genital para assim evitar o aumento, o desconforto e o surgimento de novas doenças.

Também é indicado o uso de antibióticos e quimioterápicos, sendo obrigatório o tratamento conjunto do parceiro sexual para evitar a reinfecção. Nas mulheres, o tratamento oral é de dose única simultaneamente ao tratamento tópico, com o uso de pomada vaginal.

Recomenda-se evitar o consumo de álcool para prevenir náuseas e vômitos, efeito secundário da medicação oral.

Prevenção
A tricomoníase é  uma doença sexualmente transmissível, a melhor forma de prevenção é o uso de preservativo em todas as relações sexuais. Caso você apresente alguns dos sintomas descritos acima, consulte o seu médico para verificar a possível existência da doença e iniciar o quanto antes o tratamento.

Fonte: Guia da mulher

terça-feira, 27 de março de 2018

O Bio- Oil é um óleo especializado em cuidados da pele

O Bio- Oil é um óleo especializado em cuidados da pele que ajuda a melhorar a aparência de cicatrizes, estrias e tons de pele irregulares. Também é eficaz no envelhecimento da pele e na desidratação.

Cicatrizes
Ajuda a melhorar a aparência de cicatrizes recentes e antigas

Estrias
Ajuda a reduzir a possibilidade de aparecimento de estrias durante a gravidez, durante o crescimento do corpo na adolescência e nos períodos de rápido aumento de peso. Além disso, ajuda a melhorar a aparência de estrias já existentes.

Envelhecimento da pele
Ajuda a alisar a tonificar a pele enrugada e envelhecida tanto no rosto como no corpo.

Manchas na pele
Ajuda a melhorar aparência de manchas de pigmentação causadas por flutuações hormonais ou por excessiva exposição ao sol.

Pele Desidratada
Ajuda a repor os óleos naturais da pele, afetados por factores como condições meteorológicas extremas, água com muitos químicos, banhos muito frequentes e o efeito desidratante de aquecimento central e ar condicionado.

% de indivíduos que registam uma melhoria na aparência
Ao fim de 8 semanas
  • Cicatrizes 92%
  • Estrias 100%

Ao fim de 8 semanas
  • Pigmentação 93%

Pele Envelhecida
  • Corpo 89%
  • Rosto 94%
Fonte: Bio-Oil

segunda-feira, 26 de março de 2018

Como prevenir as crises de hemorroidas

Saber como prevenir as crises.
A doença hemorroidária é muito mais comum do que se possa pensar. Pode atingir homens e mulheres e estima-se que afete, aproximadamente, 50% da população em alguma altura da sua vida. Atribui-se, muitas vezes, a culpa à alimentação e o um estilo de vida pouco saudável.

As denominadas "almofadas" hemorroidárias são formações vasculares anatômicas normais presentes no canal anal desde a infância e que contribuem para a continência anal, permitindo o encerramento completo do ânus.
Para que ocorra doença hemorroidária é necessário que existam alterações patológicas que correspondam a veias dilatadas e salientes. As denominadas hemorroidas podem ser internas ou externas conforme se localizem dentro ou fora do ânus. Quando estão inflamadas podem causar grande incômodo e dor e nas situações mais agudas, evoluir para uma crise hemorroidária, com formação de um coágulo sanguíneo (trombo), hipertrofia (inchaço) e mesmo protrusão das hemorroidas internas (saída para fora do ânus).
Existe um conjunto de sintomas frequentes associados à doença hemorroidária: dor, ardor e desconforto durante e imediatamente após uma evacuação; sangramento ou protusão das hemorroidas no ato de evacuação; prurido (comichão) e inchaço visível em redor do ânus; sensação de não ter evacuado completamente acompanhada de descarga de muco e de pequenas partículas de fezes. Eles indicam que algo de errado se passa, não os ignore.
O primeiro passo para um tratamento eficaz na normalização de uma crise de hemorroidas assenta na modificação do estilo de vida, já que o sedentarismo, o stress, a dieta pobre em fibras, a reduzida ingestão de água e o recurso exagerado a laxantes são hábitos que favorecem o aparecimento deste tipo de doenças, pois são sinal de alguns problemas intestinais, como obstipação ou a diarreia.

Fonte: +saúde

quinta-feira, 22 de março de 2018

Anemia por défice de Vitamina B12

Anemia megaloblástica produzida por défice de vitamina B12. Juntamente com ácido fólico, participa na síntese de ADN nas células da medula óssea. O seu défice produz uma diminuição da velocidade de síntese de ADN e um atraso na divisão celular o que origina células sanguíneas imaturas e grandes (megaloblastos). Acompanha-se também de destruição das células precursoras das células sanguíneas na medula óssea (eritropoiese ineficaz).  vitamina B12 é necessária para a síntese da mielina, substância que cobre as fibras nervosas. A vitamina B12 ou cobalamina está presente nos alimentos de origem animal.
O seu défice é causado por dietas vegetarianas restritas, perturbações da absorção (gastrectomia, anemia perniciosa, alterações intestinais, alcoolismo) ou aumento das necessidades (gravidez, hipertiroidismo). A anemia perniciosa é uma gastrite crônica atrófica. As células gástricas não produzem fator intrínseco, substância indispensável à absorção d cobalamina. Predispõe também para o cancro do estômago.

Sintomatologia

Junto com os sintomas da anemia (palidez da pele e mucosas, fadiga, adinamia, irritabilidade, palpitações, náuseas, cefaleias e sensação de falta de ar), surgem sintomas digestivos (queilite angular ou boqueira, atrofia das papilas gustativas, perda de apetite, diarreia ou obstipação) e neurológicos.
As manifestações neurológicas são produzidas por défice de formação de mielina nos cordões laterais e posteriores da medula, conhecida como degeneração combinada subaguda, e dos nervos periféricos sensitivos. Manifesta-se pelo aparecimento de formigueiro seguida de marcha instável, falta de coordenação e diminuição da força muscular. Pode causar ainda demência e psicose.

Diagnóstico
A análise do sangue apresenta diminuição dos eritrócitos e da concentração da hemoglobina,macrocitose (aumento do tamanho dos eritrócitos); ansiocitose (eritrócitos de diferentes tamanhos) e neutrófilos hipersegmentados. É frequente a redução do número de neutrófilos ( neutropénia) e das plaquetas ( trombocitopénia). O défice de vitamina B12 diagnostica-se medindo a sua concentração no sangue. O teste de Shilling mediante a administração de vitaminaB12 e fator intrínseco marcados com radioisótopos, permite orientar o diagnostico da anemia perniciosa, que deve depois ser confirmado por endoscopia digestiva e biopsia gástrica. O diagnóstico de certeza faz-se pela biópsia da medula óssea.

Tratamento
Consiste na administração  de vitamina B12. Também deve ser administrado ácido fólico, já que o défice de vitamina B12 propicia o défice de folato.

Fonte: Italfarmaco

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domingo, 18 de março de 2018

Suplementação na gravidez, recomendações

Ácido fólico/ Iodo/ Ferro
A suplementação com ácido fólico é a intervenção mais efetiva para a diminuição do risco de defeitos congênitos.

Guidelines nacionais e internacionais
A OMS determina que a suplementação com ácido fólico e ferro deve fazer parte da rotina dos cuidados pré-natais, iniciando tão cedo quando possível e continuando durante toda a gravidez.

Em Portugal, a DGS (Direção-Geral de Saúde) recomenda a ingestão de 400ug/ dia de ácido fólico, 150 a 200ug/ dia de iodo e 30 a 60mg/ dia de ferro durante toda a gestação.
A suplementação com ácido fólico demonstrou de forma concluente que reduz o risco de Defeitos do Tubo Neural em diversas populações. No entanto há menos evidência sobre a prevenção de DTN
( defeitos do Tubo Neural) com outros folatos.
Atualmente não há evidência de que o 5- metiltetrahidrofolato possa prevenir os DTN.

Vitamina D
O défice de vitamina D na gravidez relaciona-se com diferentes complicações, tanto maternas como fetais.
Maternas:
  • Hipertensão gestacional
  • Pré-eclâmpsia, diabetes gestacional
  • Vaginose bacteriana
  • Aumento do risco de realização de cesariana

Fetais:
  • Baixo peso ao nascer
  • Atraso no crescimento intrauterino
  • Alterações do desenvolvimento ósseo fetal.

Recomendações

As sociedades Internacionais recomendam a suplementação diária com vitamina D em todas as grávidas com 400-600UI.
A maioria dos polivitamínicos administrados no nosso país às gravidas apenas contêm 5ug (200UI) de vitamina D, resultando num aporte insuficiente, e apenas alguns contêm 10ug (400UI)

Vitamina A
O ingresso de vitamina A pela dieta parece ser suficiente para cobrir as necessidades da maioria das mulheres durante a gravidez, pelo que não se recomenda a suplementação farmacológica sistemática com vitamina A.

Omega 3 - DHA
O DHA é importante durante a gravidez, pois é o principal ácido gordo ômega- 3 necessário para o desenvolvimento cerebral do feto.

Segundo a Word Association of Perinatal Medicine, Early Nutricion academy e a Child Health Foundation, uma suplementação diária com 200 mg DHA às gravidas e mulheres a amamentar, vai promover um bom desenvolvimento visual e cognitivo assim como reduzir o risco de parto prematuro. A Comissão Europeia apoiou estes consensos com base na sistemática publicação de estudos e revisão existente.

Natalben garante o aporte de ácido fólico e iodo recomendado pelas sociedades durante a preconcepção e a gravidez.

Fonte:Italfarmaco

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Benefícios da suplementação na preconcepção, gravidez e amamentação
Hábitos alimentares na gravidez

sábado, 17 de março de 2018

HPV Papiloma do Vírus Humano

O que é O HPV?
HPV significa em português Vírus do Papiloma Humano. Existem mais de 80 tipos de HPV. Alguns afetam a pele e causam as verrugas, outros afetam o aparelho genital e causam os Condilomas ou Verrugas genitais. Alguns tipos de HPV causam o cancro do colo do útero.

É Comum esta infecção a HPV?
É muito mais comum que se poderia pensar.
Estima-se que cerca de 80% das mulheres  e dos homens, em alguma fase da sua vida, têm contacto com este vírus.
A maior parte das vezes a infecção é assintomática e portanto as pessoas desconhecem que a têm.

Como se adquire a infecção a HPV?

A maior parte das vezes através das relações sexuais. No entanto, como a maioria das infecções são assintomáticos é impossível saber em que altura ocorreu o contacto com o vírus

Qual a sua importância
A infecção por si não tem muita importância e não causa problemas. No entanto nalgumas pessoas a existência de outros factores, nomeadamente aqueles que têm a ver com a diminuição da imunidade natural pode provocar uma persistência desta infecção e levar a lesões mais graves como o cancro do colo do útero.

Como se deteta o vírus?
A citologia do colo do útero (papanicolau) pode detectar as alterações celulares causadas pelo vírus. Estas alterações também podem ser detetadas num exame chamado colposcopia, que consiste na observação do colo do útero com um microscópio ou na peniscopia que consiste na observação do pênis com uma lupa.

Como se trata a infecção?

Como ter a infecção não significa ter a doença, a infecção por si só não necessita de tratamento.
No entanto, algumas manifestações da infecção como os condilomas da vulva ou do pênis podem ser tratados.
O tratamento vai depender da sua localização e do número.
Se as alterações nas células ou tecidos são ligeiras, muitas vezes, não é necessário tratar bastando uma vigilância adequada pelo seu médico.
A maior parte das vezes as defesas imunológicas são suficientes para eliminar estas anomalias ligeiras.
Nos casos em que existem anomalias mais severas o seu médico irá aconselhá-la para o devido tratamento.

O que aumenta o risco de ter infecções

O risco aumenta com início precoce das relações sexuais e com o número de parceiros sexuais que uma pessoa tem ao longo da vida.

O uso do preservativo pode reduzir este risco mas não o elimina totalmente, porque o vírus pode estar em áreas não protegidas pelo preservativo.
As defesas imunológicas têm um papel fundamental ao proteger o desenvolvimento da infeção.
O tabagismo também aumenta o risco de infecção.

O vírus persiste após tratamento

O HPV como todos os vírus não tem tratamento definitivo. O que se trata são as alterações provocadas pelo vírus e não o próprio vírus.
É portanto fundamental fazer uma vigilância médica anual com exame ginecológico,que poderá ser feito no centro de saúde, nas consultas de planeamento familiar ou com o seu ginecologista.

E as Vacinas?
Atualmente existem 2 tipos de vacinas. A vacina quadrivalente (HPVs tipos 6;11;6;18) e a bilavente (tipos 16 e 18).
Ambas oferecem proteção para os tipos 16 e 18, causadores por cerca de 705 dos casos de cancro do colo do útero.

A quadrivlente protege também para os tipos de 6 e 11 que dão origem acerca de 90% das verrugas.
Atualmente são recomendadas 3 doses.
  • 1ª dose
  • 2ª dose, 2 meses após a 1ª dose
  • 3ª dose, 6 meses após a 1ª dose.
A administração da vacina deve ser registada no boletim individual de saúde.

Fonte:APF e out.

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Dúvidas sobre o vírus do Papiloma Humano (HPV)


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