terça-feira, 27 de abril de 2010

GORDURAS PODE VICIAR TANTO QUANTO DROGAS


Uma pesquisa recente mostrou que os mecanismos do corpo que provocam dependência das drogas são os mesmos que geram compulsão por comer alimentos gordurosos.

Esta pesquisa foi realizada pelo Scripps Research Institute, no Estado da Florida (América) indica que tal como o vício em drogas, a compulsão por alimentos gordurosos - como doces e frituras - é muito difícil ser combatida.
Este estudo foi realizado por roedores que mostrava que as zonas do cérebro que lidam com o prazer deterioram-se gradualmente na medida que ia aumentando o consumo das gorduras. essas zonas do cérebro vão respondendo cada vez menos aos estímulos, o que faz com que os roedores comessem cada vez mais, tornando-se obesos.

Esta pesquisa foi também realizada com heroína e cocaína, os ratos tiveram o mesmo comportamento.
O cientista Paul Kenny que coordenou este estudo, afirma que os alimentos gordurosos são altamente viciantes. Paul kenny pude observar que os ratos perderam o controlo sobre os seus hábitos alimentares, o que é o primeiro sinal de vício. Eles continuaram a comer demais mesmo quando antecipavam que receberiam choques eléctrico, demonstrando o quanto estavam estimulados para comer. A experiência foi realizada com alimentos que engordam como salsichas, bacon e queijo.
O mesmo cientista refere que quando a dieta foi trocada por alimentos mais saudáveis, alguns roedores deixaram de comer e preferiram não se alimentar.
Feita análise da pesquisa, kenny e a sua equipe estudaram o mecanismo que leva a compulsão alimentar. O receptor D2 responde à dopamina, que é um neurotransmissor que esta intimamente relacionado com a percepção de prazer- como o provocado por comida, sexo e drogas.

Quando há excesso no consumo de drogas como cocaína, por exemplo, o cérebro é "invadido" pela dopamina, aumentando a sensação de prazer. É um mecanismo semelhante que acontece com as dietas cheias de gorduras. Este estudo foi publicado no jornal "Nature Neuroscience"

terça-feira, 20 de abril de 2010

CANCRO ENDOMETRIAL

O cancro do endometrial é um cancro que tem origem no endométrio (revestimento do útero). Os mais frequentes são os adenocarcinomas. Anualmente há aproximadamente cerca de 42.000 novos casos diagnosticados, com 7.780 mortes, de acordo com o NationalCancer Institute. É o quarto cancro mais frequente entre as mulheres e o mais frequente do aparelho reprodutor feminino. Desenvolvem-se após a menopausa, nas mulheres entre os 50 e 60 anos.
Poderá também ocorrer entre mulheres que menstruam apresentam hemorragias vaginais entre o períodos menstruais. Além do sangramento poderá surgir ainda dor pélvica, dor durante a relação sexual, perda de peso involuntária.
Os níveis de estrogênio pode ter um papel fundamental no desenvolvimento do cancro do endométrio .
Outros factores de risco incluem o início precoce da menstruação (antes dos 12 anos) ou o início da menopausa mais tarde, o facto de nunca estar grávida, ovulação irregular, sindrome dos ovários poliquistícos, obesidade, uma dieta rica em gorduras, diabetes, história de cancro da mama ou do ovário, especialmente depois de tomar Tamoxifen.
A cirurgia é o tratamento mais comum. É feita uma histerectomia que consiste na extirpação cirúrgica do útero.
É o tratamento base para este tipo de cancro. Durante a operação, o cirurgião extrai normalmente as trompas de Falópio, os ovários (salpingooforectomia) e os gânglios linfáticos adjacentes. As peças anatómicas em seguida são enviadas para um anatomopatologista que examina todos estes tecidos para avaliar se o cancro se espalhou e o cirurgião irá decidir se é necessária a radioterapia e ou quimioterapia depois da intervenção cirúrgica.
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