quarta-feira, 31 de outubro de 2012

A data provável de nascimento do meu bebé

Durante os próximos meses a data provável de nascimento do seu bebé será das questões que mais lhe dará que pensar. Uma gravidez demora em média 266 dias 0u 38 semanas. Uma vez que a maioria dos casos a data exacta da conceção não é conhecida, o cálculo é feito a partir do primeiro dia da última menstruação. Daí resulta então de uma gravidez "calculada" de 280 dias (40 semanas) ou de dez meses de 28 dias.
É assim que a data de nascimento é calculada: ao primeiro dia da última menstruação são acrescentados sete dias e nove meses.

Exemplo: Se a sua última menstruação teve início a 10 de Agosto, a data de nascimento calculada para o seu bebé é de 17 de Maio. Imagine que calha a uma quarta feira - todas as quartas feiras faz mais uma semana de gravidez.
No entanto poucos são os bebés que cumprem à risca este calendário, já que a maioria deles nasce até uma semana antes ou depois da data prevista.

Última menstruação + 7 dias + 9 meses = DPP (data provável do parto)

Fonte: O guia da Gravidez

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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Os benefícios dos antioxidantes

Os radicais livres são produzidos no nosso organismo e resultam, em parte, dos processos metabólicos que sustentam a vida, principalmente da respiração celular. Nem todos são prejudiciais-estão envolvidos no combate às bactérias e vírus - mas quando são produzidos em excesso podem danificar as células saudáveis. E as causas deste excesso de produção de radicais livres são silenciossas: o fumo do tabaco, a poluição, as radiações solares, o álccol. alguns medicamentos, uma alimentação rica em gorduras e pobre em vitaminas. A solução encontra-se no nosso próprio corpo, com um mecanismo de defesa apropriado para combater este efeito: os antioxidantes.


Os benefícios dos antioxidantes
É a alimentação que vamos buscar os antioxidantes de que o organismo necessita, principalmente vitaminas e sais minerais. As principais fontes de antioxidantes são a fruta e os legumes, daí a importância de serem ingeridos a todas as refeições.
O recomendado é ingerir diariamente cinco porções destes alimentos: três peças de fruta e 200 gramas de legumes ou duas peças de fruta e 300 gramas de legumes,dependendo dos gostos de cada um...

As vantagens destes alimentos são inúmeras: possuem níveis mínimos de gorduras e um elevado teor de fibras, ao mesmo tempo que conferem uma sensação de saciedade, o que leva a um menor consumo de alimentos gordos  e ricos em açucares entre as refeições. As suas propriedades antioxidantes fazem deles bons aliados no prolongamento da juventude e oferecem proteção contra doenças cardiovasculares e oncológicas, bem como cataratas, Parkinson e Alzheimer, que são algumas das doenças relacionadas com o excesso de radicia livres. apesar de benefício dos alimentos naturais ser significativamente superior, pode-se ainda recorrer apenas como complemento, aos suplementos vitamínicos, embora nunca sem aconselhamento de um profissional de saúde.


Outras abordagens de sucesso
A fruta e os legumes são as principais fontes de antioxidantes, mas não as únicas.Existem vários alimentos valiosos para a nossa saúde, que nos dotam de nutrientes fundamentais. O importante para a obtenção do necessário equilibro nutricional é variar, não privilegiando uns alimentos em detrimento de outros. Assim, o betatacaroteno pode ser encontrado nos bróculos, agrião e demais vegetais de folha verde, cenoura, batata doce e abóbora; a vitamina C nas laranjas, kiwi, morangos  frutos silvestres, brócolos, espinafres, manga, tomate, pimento e uvas; a vitamina E no óleo de gérmen de trigo,amendoim, nozes,amêndoas, sementes e óleo de girassol, milho, brócolos, espinafres,óleo de soja e azeite; 

O Licopeno no tomate, melância e goiaba; os Flavonoides nas uvas, vinho tinto, chá, azeite e azeitonas; O selénio em cereias pouco refinados, frutos secos, atum e ovo, finalmente, O Zinco em ostras, cereais integrais, marisco e carne.

Fonte: Revista + Saúde

domingo, 21 de outubro de 2012

Gravidez e exames médicos


Um acompanhamento regular por parte do seu médico ou de uma enfermeira de obstetrícia durante a gravidez é importante para garantir tanto a saúde da grávida como a do seu bébe.
Quaisquer problemas que eventualmente possam surgir serão assim reconhecidos e solucionados a tempo.
É aconselhável consultar o médico tão cedo quando possível, de preferência logo após notar a falta da menstruação, sobretudo se tiver problemas se necessitam de um tratamento contínuo, por exemplo diabetes ou epilepsia ou possivelmente até uma doença do sangue anemia falciforme.

Se pretende e puder planear a gravidez com antecedência, o ideal será procurar o concelho de um médico antes mesmo da concepção. Se teve problemas em gravidezes anteriores ou se tem um filho com alguma deficiência grave, o seu médico decidir encaminhá-la para um especialista.

Todas as mulheres têm direito a vigilância gratuita de saúde, no centro de saúde, e no hospital quando se tratar de uma gravidez de risco.
Dez consultas são o número aconselhável que se espera de uma mãe responsável, pois só assim poderá o médico ou enfermeira de obstetrícia acompanhar o desenrolar da gravidez com rigor.

A primeira consulta o médico começará por fazer um exame para confirmar a gravidez. O médico irá saber se tem outros sintomas, tais como dores nas mamas e necessidade de urinar mais frequente.Far-lhe-á também perguntas sobre a sua saúde em geral, irá querer saber das doenças que teve no passado e que possa ter no momento.
Quererá também saber quais os medicamentos que presentemente anda a tomar.
Se já antes esteve grávida, deverá facultar toda a informação sobre a gravidez e exames pré-natais anteriores. O exame físico compreende análises ao sangue e à urina, medição da tensão arterial, pesagem e medição da altura, bem como um exame do abdómen, da pele, do coração, dos pulmões e das mamas. Um exame ginecológico confirma as transformações no colo do útero e no útero originadas pela gravidez e permite determinar com quantas semanas de gravidez se encontra. A par da determinação do grupo sanguíneo e do factor Rhesus no início da gravidez, são também feitos testes para despiste de determinadas infeções, p.ex. rubéola ou toxoplasmose.(uma doença infecciosa transmitida por animais e pode revelar-se perigosa para o seu bebé).

Estes são os procedimentos de rotina dos exames de prevenção:

  • Análises ao sangue regulares. Entre outras coisas é controlada a quantidade de hemoglobina (pigmento que transporta oxigénio e que  dá ao sangue o seu aspecto avermelhado), com vista a detetar uma eventual anemia, algo que ocorre com frequência durante a gravidez. Nesse caso, o seu médico prescrever-lhe-á comprimidos de ferro.
  • A tensão arterial é medida.
  • Um teste à urina revela os teores de açucares e de proteínas, para além de fornecer dados sobre o funcionamento dos rins.
  • Será feito um exame pélvico para confirmar se o tamanho do útero corresponde à fase da gravidez em que se encontra e se o colo do útero se mantém fechado.
  • Oscultação dos batimentos cardíacos do bebé são normais
  • Palpação do abdómen para determinar a posição e o tamanho do bebé.
  • Exames às pernas para detetar a presença de varizes e inchaços
Fonte: O guia da gravidez, Felicitas

sábado, 13 de outubro de 2012

Inseminação Intra-Uterina

A inseminação intra-uterina é uma técnica usada por casais com problemas de fertilidade, que consiste na introdução de espermatozoides na cavidade uterina, após preparação laboratorial.

Trata-se de uma técnica simples que poderá ser realizada no consultório. A mulher tem que estar na posição ginecológica. Com ajuda de um especulo o médico introduz a cânula com os espermatozoides no útero através do orifício do colo do útero. Depois de realizada a técnica a mulher tem que continuar deitada durante 15 a 30 minutos. O médico poderá decidir fazer este procedimento com controle ecografico (ecografia pélvica).

Para se submeter à inseminação intra-uterina a mulher tem que ter pelo menos uma das trompas permeáveis. O homem deve ter um número de espermatozoides normais e móveis superior a 5 milhões.

Previamente à inseminação intra-uterina o casal terá de efetuar uma série de exames:
O processo inicia-se no 2º dia da menstruação, normalmente com recurso a medicação para estimular o ovário e com controle de ecografia ginecologica de 2 em 2 dias. O procedimento poderá ser realizado sem estimulação do ovário, mas os resultados parecem ser inferiores. Pode ser usado o esperma do marido ou esperma de um dador. Esta técnica não garante a gravidez, uma vez que a taxa de sucesso é muito baixa.

É feita uma avaliação criteriosa do casal. A inseminação intra-uterina é adequada para casais que apresentam alterações do colo do útero, ovários poliquisticos, alterações leves e moderadas dos espermatozoides.

Por norma não se realizam mais do que três a quatro ciclos de inseminação, (90% das mulheres submetidas a este procedimento engravidam nas três primeiras tentativas). Quando este método falha, devem ser considerados outros procedimentos mais complexos, como por exemplo a fertilização In Vitro (FIV).

As grávidas resultantes deste procedimento estão sujeitas às mesmas complicações que podem ocorrer com as outras mulheres, incluindo a implantação do embrião fora do útero (gravidez ectópica).

Quando há estimulação ovárica, em situações muito raras, poderá haver uma resposta muito excessiva dos ovários, dando origem ao sindrome de hiperestimulação ovárica. Em algumas situações será necessário internamento para uma maior vigilância e tratamento específico.
A frequência de malformações congénitas em recém-nascidos resultantes da inseminação intra-uterina não é semelhante à observada na população em geral.

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