terça-feira, 28 de junho de 2011

As vantagens de guardar o sangue e o tecido umbilical do seu bebé


Normalmente, o cordão umbilical é descartado após o parto. Contudo, o sangue que está dentro do cordão, bem como o próprio tecido são ambos extremamente ricos em células estaminais. E se estas células forem recolhidas na altura do nascimento e armazenadas, podem, um dia, ajudá-la a proteger a saúde do seu bebé.

O que são células estaminais?
Células estaminais são "células-mestras". São "blocos de construção" que se podem desenvolver em todas as outras células que constituem o nosso corpo, tais como células sanguíneas, células nervosas e células cardíacas. São capazes de restaurar as funções do sangue e do sistema imunitário, ou mesmo de órgãos do nosso corpo.

Como é que salvam vidas?
Durante os últimos 20 anos, ocorreram grandes desenvolvimentos na utilização de células estaminais retiradas do cordão umbilical- que, em regra, é descartado após o nascimento. Estas células estão a ser usadas para tratar milhares de pessoas, com um número cada vez maior de doenças.
Vários tipos de cancro incluindo leucemia, distúrbios sanguíneos, anemias e doenças auto-imunes são apenas algumas das doenças que podem beneficiar deste tratamento, que é  cada vez mais uma prática médica comum.

Como é que as células são recolhidas?
As células estaminias hematopoiéticas são removidas recolhendo o sangue do cordão umbilical do seu bebé.
Este sangue é colocado numa embalagem especial e enviado por correio especializado directamente para os laboratórios. As células estaminais mesenquimais do cordão umbilical são removidas recolhendo um pedaço de cerca de 15cm de cordão, que é colocado num recipiente estéril e, tal como o sangue umbilical, enviado por correios especializado para os laboratórios para processamento e armazenamento. A recolha de ambas as amostras é não-invasiva, rápida e totalmente indolor.

Porque é que esta é uma oportunidade única?
O sangue e o tecido umbilical só podem ser recolhidos imediatamente após o nascimento do seu bebé. É uma oportunidade que apenas surge uma vez na vida do seu filho. Por isso é importantíssimo que não a desperdice.

O sangue e o tecido umbilical são 100% compatíveis com o seu bebé... e existem grandes probabilidades de compatibilidade com o resto da família. Então, quando guarda estas células, não é só o seu filho que pode vir a beneficiar....

Para mais informação
Fonte:Future Health Biobank

sábado, 25 de junho de 2011

Epilepsia e Maternidade

A epilepsia é uma afeção crónica de diferentes causas, caracterizada pela repetição de crises.
É uma situação muito frequente, com uma prevalência em Portugal de cerca 0,5%, isto é, em média, em cada 200 pessoas uma sofre de epilepsia:
Uma vez que as origens desta doença são diversas, ela pode manifestar-se em qualquer idade, ao longo de toda a vida.
O objectivo fundamental do seu tratamento é o de controlar as crises, recorrendo-se para tal à utilização de diversos medicamentos.
Levantam-se contudo questões particulares no tratamento da epilepsia na idade fértil da vida, sobretudo relacionadas com a gravidez e puerpério ou ainda com a contracepção hormonal e a amamentação de recém-nascidos, às quais procuraremos responder em seguida.
A mulher com epilepsia pode fazer anticoncepção hormonal ("pílula"). Alguns medicamentos, utilizados no tratamento da epilepsia podem, por vezes, reduzir o efeito do anticoncepcional, diminuindo-lhe, assim, a sua eficácia. Por este facto, poderá ser necessário um reforço da dose de anticoncepcional, ou recurso a uma pílula de maior dosagem. Não há qualquer contra-indicação ou impedimento para o uso de outros métodos anticoncepcionais.
Em qualquer dos casos o método anticoncepcional deve ser sempre discutido com o médico assistente.

A epilepsia pode ser transmitida aos filhos?
A epilepsia não se transmite necessariamente aos filhos.
Apenas em alguns tipos de epilepsia poderá haver um factor hereditário, já que nas epilepsias secundárias a uma lesão cerebral não existe essa transmissão.

E pode engravidar?
Não há nenhum inconveniente importante que impeça uma mulher com epilepsia de poder engravidar e de ter um filho saudável.
Contudo, esta deve planear a sua gravidez, consultando previamente o seu médico assistente. Assim, poderão tentar-se algumas medidas com vista a diminuir os riscos da medicação para o feto evitar certos fármacos, tentar a monoterapia (tratamento com um só medicamento), ajustar as doses, associar certas vitaminas (Á cido fólico, vitaminas K), se ainda as não estiver a tomar.
No caso de uma gravidez não planeada deve contactar, logo que possível o seu médico assistente, para que este, depois de avaliar a situação, possa orientar o tratamento durante o período de gravidez. Normalmente é necessário uma maior vigilância com consultas e exames mais frequentes.

O uso de medicamentos anti-epilépticos durante a gravidez poderá provocar lesões no bebé?
Embora ainda seja discutível o efeito teratogéneo (possibilidada de provocar malformações) de alguns anti-epiléticos, parece haver um risco ligeiramente maior que o existente na população geral.
No entanto, o efeito nocivo de alguns tipos de crises epilépticas pode ser mais graves que o dos próprios medicamentos. Pode-se mesmo afirmar que é preferível o pequeno risco que advém da toma destes medicamentos, na gravidez, do que o risco (elevado) em consequência de crises não controladas na mãe e que podem repercutir sobre o feto.
Em caso algum, portanto, deverá ser interrompida abruptamente a medicação.

A mãe com epilepsia poderá amamentar o seu filho?
A mãe, quando medicada para a sua epilepsia, pode e deve amamentar o bebé. Isso vai permitir que a criança continue a receber pequenas quantidades desses fármacos, que já antes passam através da placenta e cordão umbilical, evitando assim os síndromos de abstinência, provocados pela falta repentina desses medicamentos no bébe.
Alguns anti-epilépticos nomeadamente a etossuximida e barbitúricos exigem precauções especiais.

Passe 9 meses tranquilos,dirija-se à Liga Portuguesa contra a Epilepsia e coloque as suas questões.


Fonte: Liga Portuguesa contra a Epilepsia, Sanofi aventis

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Cereja , a fruta que depura


Chegamos a época desta fruta, apetecida por muitos. Assim dá gosto emagrecer, é doce, deliciosa e tem apenas 58 calorias por cada 100 gramas. Destacamos as suas virtudes depurativas e a sua riqueza em nutrientes: contém cálcio, potássio, fibra e vitaminas A, B1, B2 e C.

Mais benefícios
  • Dada a sua riqueza vitamínica e mineral, reforça o sistema imunitário e melhora o aspeto da pele.
  • É diurética e evita a retenção de líquidos e melhora o aspeto da pele.
  • É ligeiramente laxante, devido ao seu teor de fibra
  • Contém derivados salicílicos de ação antipirética e analgésica.
Experimente assim
Como sobremesa, são perfeitas para substituir pratos mais calóricos.
Pode aproveitar os pés desta fruta para fazer uma infusão diurética. Está indicado no tratamento de infeções urinárias, que são mais comuns nas mulheres.
Quando tiver uma quantidade considerável de pés de cereja, lave-os e deixe secar ao sol. Depois de secos pode usar na preparação do chá.

Fonte: Cozinha Saudável

domingo, 5 de junho de 2011

Amamentação, problemas e sugestões

 Mamilos gretados ou inflamados
A principal causa das gretas nos mamilos é a posição de amamentação incorrecta. Quando está a amamentar, ofereça em primeiro lugar a mama menos sensível e procure antecipar a hora da refeição, de modo a que não mame com tanta força.
Se a amamentação for demasiado dolorosa, extraia o leite durante um ou dois dias para um biberão e alimente com ele o seu bebé.
Sempre possível, deixe os mamilos apanhar ar. Passe com um pouco de leite materno pelos mamilos, pois também ajuda a sarar. Não utilize sabonetes ou cremes que possam irritar a pele.
É também útil falar com outras mães ou frequentar um curso de amamentação.

Inflamação das mamas
A mama incha, está quente e dói ao toque. Não deixe de amamentar, o peito necessita de ser esvaziado com frequência. Antes de colocar o bebé ao peito, esprema um pouco de leite com a mão. Deste modo, a mama fica mais mole e sentir-se-á melhor.
Compressas quentes ou duche ou banho quente antes da mamada estimulam o fluxo de leite. As compressas frias entre mamadas também proporcionam algum alívio.
Deve aplicar-se um creme com vitamina A, no mamilo e na auréola, para fazer com que aumente a melanina e se reforce a protecção e diminui o risco de aparecimento de gretas.

Fonte: O Guia da Gravidez, Felicitas
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