sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Previna-se das infeções vaginais

Na vagina existe um ecossistema formado por inúmeros microrganismos. Os mais importantes são os Bacilos de Dorderlein, também conhecidos como lactobacilos, representantes microscópicos da flora microbiana que fazem parte do ambiente vaginal saudável.
Os lactobacilos são microorganismos benéficos e protetores do ecossistema vaginal, responsáveis pela manutenção do pH vaginal em níveis normais. De forma a manter o meio vaginal saudável, é necessário que os bactobacilos prevaleçam sobre as bactérias causadoras de infeção.

O que é o pH?
O pH mede o grau de acidez ou alcalinidade de uma substância. O pH da vagina saudável é acido e varia entre 3,5 e 4,5. Esta é a condição ideal de sobrevivência dos lactobacilos.

E se o pH alterar?
Quando o pH vaginal se encontra alterado, as colónias de lactobacilos diminuem, criando um cenário propício à manifestação de incomodativas; irritações e infeções vaginais. Entre as infeções vaginais mais comuns encontra-se a vaginose bacteriana cuja a causa principal é uma bateria chamada Gardnerella vaginalis.

O que contribui para alteração do pH?
  • As causas de alterações do pH podem ser várias.
  • Alguns exemplos mais frequentes:
  • Uso de antibióticos
  • Uso de antimicóticos
  • Gravidez
  • Menstruação
  • Alterações metabólicas (por exemplo diabetes)
  • Diminuição da imunidade
  • Desequilíbrio emocional
  • Pós-operatório

Vaginose bacteriana
A vaginose bacteriana é uma infeção vaginal que está presente em cerca de 35 a 50% das mulheres sexualmente ativas.
80% das mulheres que tiveram um episódio de vaginose bacteriana correm o risco de desenvolver novos episódios depois de uma primeira infeção. Nesses casos diz-se que padecem de vaginose bacteriana recorrente ou de repitição
A vaginose bacteriana não é considerada uma DST (Doença Sexualmente Transmitida), no entanto, mulheres com vaginose bacteriana tornam-se mais susceptíveis de contrair uma DST.


Principais sintomas da Vaginose Bacteriana:
  • Corrimento vaginal frequente de cor branca acinzentada, fluído e homogéneo
  • Odor forte e desagradável

Estes sintomas são facilmente identificáveis após a menstruação e após as relações sexuais. Em geral causam constrangimento e uma sensação de mal-estar na mulher, podendo influenciar a sua auto-estima e o relacionamento com o seu parceiro sexual.

É necessário ter um cuidado redobrado durante a gravidez de forma a evitar estes tipos de infeção que podem trazer riscos para a mãe e para o bebé. Estudos científicos confirmam que as mulheres grávidas com vaginose bacteriana têm 3 vezes mais riscos de parto prematuro que as grávidas saudáveis.

Para manter as infeções vaginais à distância é necessário uma alimentação saudável, higiene adequada, cultivar bons hábitos de vida como a prática de exercício físico (no mínimo uma vez por ano).

Converse com o seu ginecologista sobre a melhor forma de prevenir eventuais alterações do pH vaginal e pergunte-lhe sobre vaginose bacteriana.

Prevegyne - acido ascórbico 250mg
Prevegyne é um produto destinado a baixar o pH vaginal a valores fisiológico (pH entre 3,5 a 4,5), favorecendo o reaparecimento dos lactobacilos. Cada um dos 6 comprimidos vaginais da embalagem de Prevegyne fornece 250mg de ácido ascórbico de libertação prolongada. um tratamento de 6 dias garante o reequilíbrio do ecossistema vaginal e protege-a de futuras infeções.

Prevegyne é um dispositivo médico. Antes de utilizar prevegyne consulte sempre o seu médico e leia atentamente as informações do folheto informativo.

Fonte: CELSIS

sábado, 16 de agosto de 2014

Sal especial para hipertensos

 O que é a hipertensão arterial (HTA)?
A hipertensão Arterial (HTA) sucede quando a pressão que o sangue exerce sobre as artérias (isto é, a Tensão Arterial) é superior ao considerado saudável (TA normal 130-85mmHg)
À parte de alguns fatores orgânicos, como a idade e fatores genéticos, sabe-se que muitos casos de HTA estão associados a outros fatores de risco, tais como:


  • Excesso de peso e obesidade;
  • Consumo de sal;
  • Colesterol elevado;
  • Má alimentação;
  • Sedentarismo;
  • Tabaco;
  • Álcool;
  • Stress.
Incidência da hipertensão em Portugal:
Um estudo* recente realizado em Portugal concluiu que cerca de 46% da população portuguesa adulta é hipertensa, isto é, em média 5 em cada 10 portugueses sofre desta patologia
Contudo, apenas metade destes indivíduos sabe que é hipertenso, já que a HTA se caracteriza como uma doença silenciosa na sua fase inicial, por não apresentar sintomas.
Por esse motivo, o nível de tratamento e controlo é bastante baixo: apenas 34% dos hipertensos têm acompanhamento médico destes só 8% estão controlados.
Verificou-se ainda que a prevalência da HTA nas pessoas com idade inferior a 35 anos é já de 20% e que o sexo masculino é o que mais sofre deste problema.

O sal e a hipertensão arterial (HTA)
A maior parte do sal que ingerimos provém dos alimentos processados (cerca de 70%), isto é, o facto de não adicionarmos sal à comida, não significa que se consuma pouco sal.
Na realidade, os alimentos pré-cozinhados, os enlatados, as refeições rápidas (fast food) e a grande maioria dos snacks têm um teor de sal considerável e muito acima das recomendações da Organização Mundial de Sáude (OMS).
Estudos estimam que a população ocidental consome em média 9 a 15g de sal por dia.
As recomendações internacionais são unânimes quando à importância de um consumo controlado de sal: seja numa prespectiva de prevenção, seja no controlo da HTA, a quantidade de sódio (sal) que ingerimos potencia o risco desta doença.
Em particular, a OMS recomenda a ingestão diária de 5g de sal para um adulto, o equivalente a 2g de sódio

Sabia que...
Um estudo realizado pela sociedade Portuguesa de Hipertensão (SPH) concluiu que se cada pessoa consumisse menos 2g de sal por dia, a taxa de AVC cairia entre 30 a 40% nos próximos 5 anos.

Medidas de controlo
HTA é uma doença crónica, sem cura, mas que é possível prevenir e controlar. A melhor forma de prevenir a HTA é adotar um estilo de vida saudável.

10 passos para uma vida saudável
  1. Diga NÂO ao tabaco - O seu risco de doença cardíaca coronária diminuirá para metade em apenas um ano, acabando por normalizar ao longo do tempo;
  2. Mantenha um peso saudável;
  3. Conheça os seus valores-consulte um profissional de saúde para medir a sua tensão arterial, o seu nível de colesterol e de glicose, e faça o cálculo do seu índice de massa corporal (IMC);
  4. Reduza a ingestão de sal na alimentação (OMS recomenda inferior a 5 gramas.
  5. Esteja atento à informação nutricional dos rótulos dos alimentos e opte pelos que possuem 5%da DDR (dose diária recomendada) de sódio;
  6. Evite as gorduras saturadas e os alimentos processados, tais como: alimentos pré-cozinhados, congelados, enlatados, refeições rápidas (fast food) e snacks;
  7. Opte por uma alimentação rica em frutas e vegetais- coma pelo menos 5 porções de fruta e vegetais por dia (recomendação da Organização Mundial de Saúde -OMS);
  8. Modere o consumo de álcool;
  9. Pratique pelo menos 30 minutos de exercício físico por dia;
  10. Incentive os momentos de relaxamento.

Bonsalt é um substituto de sal sem sódio
À base de ingredientes 100% naturais e baixo em calorias
Bonsalt foi especialmente desenvolvido a pensar nas pessoas
Com restrições de sódio na alimentação, nomeadamente doentes hipertensos
Com tendência para a retenção de líquidos
Em dietas de baixas calorias.
Com Bonsalt,o sal volta a ser saudável. Continue a desfrutar de todo o sabor dos alimentos, sem os malefícios do sódio.
Na cozinha (para confeção dos alimentos) ou à mesa, Bonsalt deve ser usado da mesma forma que o sal comum.
Descubra tudo o que Bonsalt pode fazer por si e pela sua família (crianças, jovens e adultos).

* Estudo da Prevalência, tratamento e controlo da hipertensão em Portugal  (2005-2008)- Dr. Mário Espiga de Macedo
Fonte: Bonsalt




domingo, 1 de junho de 2014

Ardor e secura na vagina


 Atrofia vaginal
O que é a atrofia vaginal?
A atrofia vaginal é uma condição na qual o revestimento da vagina se torna mais fino e mais seco. Esta condição poderá conduzir a problemas vaginais e do trato urinário.



Sabia que?
Muitas mulheres não sabem que a atrofia vaginal pode ser tratada. O tratamento rápido poderá evitar o agravamento dos problemas.
Quais são os sintomas de atrofia vaginal?
Poderá não sentir quaisquer sintomas. Ou então poderá ter:
  • Secura vaginal
  • sensação de ardor na vagina
  • Desconforto ou dor durante a relação sexual
  • Hemorragia ligeira após a relação sexual
  • Sensação de queimadura ao urinar
  • Vontade frequente e intensa de urinar
  • Incontinência urinária (perda involuntária de urina)

A atrofia vaginal poderá ainda aumentar o risco de infeções vaginais e do trato urinário (ITU´s).

O que causa a atrofia vaginal?
A atrofia vaginal ocorre quando o seu organismo tem falta de estrogénio. O estrogénio é uma hormona sexual feminina que influencia os traços sexuais, crescimento e reprodução. Os níveis de estrogénios podem diminuir:
  • Antes e durante a menopausa
  • Durante o aleitamento
  • Quando toma medicamentos que diminuem os níveis de estrogénios (tais como medicamentos para o cancro da mama ou para a endometriose)
  • Após tratamento para o cancro (irradiação da área pélvica ou quimioterapia)
  • Após remoção cirúrgica dos ovários

O seu risco de atrofia vaginal também aumenta se fumar ou se nunca teve filhos por via vaginal (parto natural)

Como se diagnostica a atrofia vaginal?
O (a) seu(sua) médico(a) irá perguntar-lhe acerca dos seus sintomas e realizar um exame pélvico para observação ginecológico e citologia vaginal.

Quais são as opções de tratamento para a atrofia vaginal?
Estão disponíveis opções sujeitas a prescrição médica e de venda livre. Fale com o(a) seu(sua) médica acerca da melhor opção para si.

Tratamento de venda livre
Algumas mulheres dão-se bem com tratamento de venda livre, especialmente quando apenas têm sintomas ligeiros. Os tratamentos de venda livre não têm hormonas e têm poucos efeitos secundários.

As mulheres que têm dor durante a relação sexual por causa de músculos pélvicos hiperativos podem aprender a relaxar os músculos utilizando um dispositivo chamado dilatador vaginal ou através de fisioterapia. Manter uma atividade sexual regular, com ou sem coito, bem como permitir o tempo suficiente para a excitação, também poderá ajudar a aliviar os sintomas.

Medicamentos sujeitos a prescrição médica
Se você tem sintomas moderados ou graves, poderão ser necessários medicamentos à base de estrogénios. Os estrogénios podem ser administrados por duas vias: tópica e sistémica.

Os estrogénios tópicos (vaginais) aplicam-se sobre a superfície da vagina.
Vários estudos demonstraram que os estrogénios tópicos são o tratamento mais eficaz. Ao contrário dos medicamentos de venda livre, os estrogénios vaginais também ajudam a reduzir as ITU´s e a bexiga hiperativa. O tratamento tópico não acarreta os riscos para a saúde dos estrogénios sistémicos, uma vez que apenas pequenas quantidades de estrogénio atingem a circulação sanguínea.
 Os estrogénios sistémicos, também denominados terapêutica hormonal, são tomados em comprimidos, adesivos, gel ou spray. Os estrogénios sistémicos atingem todo o organismo e acarretam alguns riscos para a saúde, tais como o aumento de risco de ataque cardíaco e de coágulos sanguíneos.

Que deverá fazer se tiver sintomas de atrofia vaginal?
Fale com o(a) seu(a) médico. Este poderá ajuda-lá a encontrar a causa dos sintomas e sugerir as melhores opções para a ajudar a sentir-se melhor.


Questões a colocar ao(à) meu (minha) médico(a)?
  • Tenho atrofia vaginal
  • Que tratamento aliviará os meus sintomas?
  • Quais são as minhas opções de tratamento
  • Quais são os riscos e benefícios de cada opção de tratamento?
  • Durante quanto tempo precisarei de fazer o tratamento?
Fonte: Hormone Health Network.
Artigos Relacionados:
Tratamento para a  secura vaginal







terça-feira, 20 de maio de 2014

Beber água gelada emagrece?


Água é indispensável para a vida humana.

Além de ser o principal constituinte das células humanas, está presente em todas os processos fisiológicos e bioquímicos que ocorrem no nosso corpo. A água permite a regulação da temperatura corporal, é responsável pela eliminação de toxinas (através da urina e do suor) e representa cerca de 95% do pasma sanguíneo que transporta oxigénio e nutrientes até às células.

Enquanto a temperatura da água gelada ronda os 4º C, o nosso corpo tem uma temperatura que ronda os 36º C. Então, quando é ingerido um líquido gelado o corpo trabalha no sentido de aquecer esse líquido. Esse processo, designado comotermogénese, gera um aumento de consumo de energia-acelerando o metabolismo, ajudando assim a promover a "queima" de calorias.

Mas, atenção que água gelada não é, e não deve ser, solução para a perda de peso. Até porque a queima calórica é pequena: meio litro de água gelada consome apenas 17 calóricas. Invista em atividade física diária, uma alimentação equilibrada e saudável para que os efeitos do emagrecimento sejam duradouros.

Fonte: Bioforma

sábado, 10 de maio de 2014

Gravidez e exercício físico

Posso praticar exercício físico durante a gravidez?
A maior parte das mulheres pode e deve praticar exercício físico durante a gravidez. Fale primeiro com o seu médico, sobretudo se sofre de hipertensão, diabetes, anemia, hemorragias ou outra doença, se é obesa ou se tem peso abaixo do normal.
Quer já praticasse ou não exercício físico antes da gravidez, avalie junto do seu médico qual o grau de exercício físico que é mais adequado/seguro para si. O ideal é praticar uma atividade física com intensidade moderada, 5 a 7 vezes por semana.

O exercício contribui para:
  • Ajudá-la a si e ao seu bebé a ganhar peso nas proporções adequadas;
  • Reduzir desconfortos típicos da gravidez, tais como dores nas costas, cãibras nas pernas, obstipação, distenção abdominal e inchaço;
  • Reduzir o risco de diabetes gestacional;
  • Melhorar o seu humor e níveis de energia;
  • Melhorar a qualidade do sono;
  • Facilitar o trabalho de parto;
  • Recuperar mais facilmente do parto e retomar a sua forma habitual.

Dicas para se manter fisicamente ativa
  • Comece ou continue a ser fisicamente ativa, pela sua saúde e pela saúde do seu bebé. Eis algumas dicas importantes:
  • Faça caminhadas, ao livre ou mesmo num centro comercial
  • Inscreva-se em aulas de exercício pré-natal (ioga, aeróbica aquática, fitness). Informe o instrutor sobre o seu estágio de gravidez antes de começar.
  • Recorra a vídeos com exercícios adequados à sua condição de grávida.
  • No seu ginásio habitual, procure aulas com instrutores que tenham conhecimento de exercício físico para grávidas.
  • Se o seu estilo de vida for predominantemente sedentário, levante-se da cadeira e movimente-se pelo menos uma vez por hora.
  • Se já era fisicamente ativa antes da gravidez,pode não precisar de alterar os seus hábitos. É provável que possa manter o mesmo nível de intensidade de exercício durante e após a gravidez. Fale com o seu médico para avaliar o nível de exercício que mais adequa ao seu caso.

Precauções a ter em conta na prática da atividade física.
  • Escolha atividades de intensidade moderada, com baixa probabilidade de provocarem lesões físicas, tais como caminhada, hidroginástica, natação,ioga, ou pedalar numa bicicleta estacionária.
  • Para assim que começar a sentir-se cansada e nunca se exercite a ponto de se sentir exausta.
  • Beba muitos líquidos, ante , durante, e após uma sessão de exercício.
  • Use vestuário confortável, que se ajuste bem ao corpo e que proteja e suporte o seu peito.
  • Para de se exercitar se sentir tonturas, falta de ar ou dor de barriga. Também deve parar se sentir dor nas costas, inchaço, dormência, ou que o batimento cardíaco está muito acelerado ou com ritmo irregular.

Que atividades físicas devo evitar durante a gravidez?
Para preservar a sua saúde e a saúde do seu bebé, há certas atividades físicas que deve evitar durante a gravidez.
Algumas destas atividades estão indicadas em baixo. Aborde com o seu médico quais as atividades físicas mais apropriadas para si, e aquelas que deve evitar.
Evite praticar atividades de exterior quando estiver muito calor.
Evite salas de vapor, banheiras de hidromassagem, saunas. Se já tiver 20 semanas de gravidez evita atividades físicas, como certas posições de yoga, que exigem que se deite de costas.
Evite desportos de contacto que possam causar lesões, tais como futebol ou boxe, e ou atividades que possam originar quedas, tais como andar a cavalo.
Evite atividades que impliquem saltar ou mudanças bruscas de sentido, tais como o ténis ou o basquete. Durante a gravidez, as articulações ficam mais soltas, havendo uma maior propensão para se sofrer de lesões durante a prática destas atividades.
Evite atividades que podem originar quedas, tais como andar de patins em linha ou esquiar.

Lembre-se...
  • Fale com o seu médico sobre qual o aumento de peso que é apropriado para si
  • Tenha uma alimentação rica em folatos, ferro, cálcio, e proteínas, ou tente obter estes nutrientes através de suplementos pré-natais
  • Tome o pequeno-almoço todos os dias
  • Ingira alimentos ricos em fibra e beba muita água para evitar a obstipação.
  • Evite o álcool, o peixe cru ou mal cozinhado, peixes ricos em mercúrio, carnes frias e carne mal passada, queijos moles e tudo o que não seja comida.
  • Tente manter-se tão ativa quanto possível, praticando exercício, se não todos os dias, na maioria dos dias da semana. Antes de começar a prática de qualquer atividade física, fale com o seu médico, sobretudo se não praticava exercício antes.
  • Após a gravidez, retome aos poucos a sua rotina de atividade física de intensidade moderada. Em conjunto com o seu médico, certifique-se que já se sente fisicamente apta para praticar exercício.
  • Aproveite cada momento da gravidez e do nascimento do seu bebé.
Fonte: Italfarmaco

Leia também este post: Desporto durante a gravidez

terça-feira, 6 de maio de 2014

Circlet



 Circlet é o novo nome do NuvaRing (anel contracetivo) em Portugal.

Leia este post: O anel contracetivo (NuvaRing)

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Que fatores determinam os níveis sanguíneos de colesterol?

Bom colesterol e Mau colesterol
O colesterol "viaja" através do corpo ligado a proteínas. As proteínas conhecidas como LDL("mau colesterol") transportam colesterol para todos os tecidos para que sejam utilizados na síntese de hormonas, ácidos biliares, etc. O excesso de colesterol relaciona-se com o depósito de lípidos nas paredes arteriais. Para além disto, as proteínas denominadas por HDL ("bom colesterol") transportam colesterol através do corpo, mas fazem-no no sentido oposto às anteriores: removem colesterol dos tecidos (incluindo as paredes arteriais) e transportam-no para o fígado onde será metabolizado.

LDL- Deposita colesterol nos tecidos e nas paredes arteriais.
HDL- Remove colesterol dos tecidos e das paredes arteriais.

Porque razão o colesterol elevado é perigoso?
Quando os valores de colesterol estão acima de determinados limites (hipercolesterolemia), esta situação torna-se um fator de risco cardiovascular.

O colesterol em excesso poderá aderir às paredes arteriais, levando ao seu espessamento e aumento de rigidez (aterosclerose).

Este processo aumenta a probabilidade de aparecimento de doenças relacionadas com a obstrução arterial, como por exemplo o enfarte agudo do miocárdio e o acidente vascular cerebral, entre outros.

Que fatores determinam os níveis sanguíneos de colesterol?
Idade e sexo:Os níveis de colesterol aumentam com o envelhecimento. Antes da menopausa, os níveis de colesterol são mais baixos nas mulheres do que nos homens da mesma idade; no entanto após a menopausa os valores tendem a igualar-se em ambos os sexos.

Fatores hereditários: A quantidade de colesterol que pode ser produzido pelo corpo pode ser determinada pelos genes individuais de cada indivíduo. Em muitos casos, os níveis de colesterol elevados no sangue estão associados com certos padrões hereditários

Dieta: Quer os lípidos saturados, quer o colesterol proveniente da dieta, conduzem ao aumento dos níveis sanguíneos de colesterol. Por esta razão, a redução dos níveis de gordura alimentar auxilia a redução dos níveis de colesterol e prevenir a doença cardíaca.

Um pequeno-almoço abundante torna mais fácil ter um jantar mais leve: Uma chávena de café ou chá sem açúcar  ou com adoçante; 2 fatias de pão integral sem doce; 1 peça de fruta (por exemplo, uma laranja); 1/2 chávena de cereais com leite magro.

Ao almoço evite a tentação da "fast-food". Sugestões: 1 lata pequena de atum em água; 1 taça com legumes; 1 peça de fruta ( por exemplo, uma maçã)

Um jantar ligeiro significa reduzir a ingestão de carne e aumentar a de vegetais e fruta: 1 prato de carne magra ou massa com molho de tomate; 1 fatia de pão; 1 peça de fruta (por exemplo, uma pêra).

Peso corporal: O excesso de peso é um fator de risco para a doença cardíaca e também aumenta os níveis sanguíneos de colesterol. A redução do peso corporal é recomendada na redução dos níveis sanguíneos de colesterol. A redução do peso corporal é recomendada na redução dos níveis de "mau" (LDL) colesterol e no aumento dos níveis de "bom" (HDL) colesterol

Atividade física:Um estilo de vida sedentário predispõe ao aparecimento de doença cardíaca: A atividade física regular auxilia na redução do "mau" colesterol e aumenta o "bom" colesterol. Para além disso, promove a perda de peso.

Medicação apropriada: O objetivo primário da terapêutica hipolipemiante é a redução dos níveis de LDL. Os fármacos hipolipemiantes podem auxiliar a alcançar este objetivo e, neste caso, podem ser indicados pelo Médico assistente como adjuvante às alterações do estilo de vida. Estes fármacos são geralmente prescritos durante um longo período de tempo e manter a terapêutica é importante, mesmo quando os níveis de colesterol adequados já foram alcançados. A terapêutica não deve ser descontinuada sem indicação do Médico Assistente.
Fonte: Bial

domingo, 4 de maio de 2014

Dores de cabeça e hormonas


Dores de cabeça na mulher e alterações hormonais

Falar simplesmente em dores de cabeça pode ser muito vago e relativo. É um mundo que engloba vários tipos, por sua vez, ligados a diversas causas e a fatores como idade, sexo, ou historial clínico e familiar.
Há, no entanto, dores de cabeça "exclusivas" da população feminina. Originadas pela oscilação hormonal, não afetam todas as mulheres e têm diversas particularidades, nomeadamente o fato de aparecerem em momentos específicos da vida feminina. Ocorrem (ou não) "ao sabor" das alterações hormonais de cada mês, ou de uma fase particular na vida da mulher, podendo manifesta-se com mais intensidade dias antes do período menstrual, na gravidez ou na menopausa.

Os estrogénios são hormonas essenciais para a regulação do ciclo menstrual e a flutuação dos seus níveis pode contribuir para o aparecimento das dores de cabeça. Ou seja, níveis estáveis de estrogénios podem melhorar as dores de cabeça, enquanto a diminuição dos mesmos pode agravar as dores de cabeça. Assim, durante a fase pré-menstrual a produção de estrogénio diminui, favorecendo o aparecimento de cefaleias. Muitas mulheres permanecem com dores de cabeça durante a menstruação, porém, os níveis mais elevados de estrógenios podem ter o efeito contrário, levando a que as cefaleias desapareçam.
A pílula é um método contracetivo que contribui para a regulação do ciclo hormonal. Muitas mulheres referem o aparecimento de enxaqueca após a toma da pílula, outras sentem exatamente o contrário.

Os níveis de estrogénio sobem logo no início da gestação e continuam a aumentar até ao parto. Assim, as grávidas que sofrem de enxaqueca podem sentir um forte alívio. Mas, com o nascimento do bebé surgem diversas alterações que incluem, além da descida do nível de estrogénio, o aumento de stress e as alterações nos hábitos alimentares e no sono. Aumenta, pois , a probabilidade de surgirem dores de cabeça de tensão, que se caracterizam pela dor ou desconforto na cabeça, couro cabeludo ou pescoço, devido à tensão muscular nessa zona.

As mulheres que ao longo da vida sofreram repetidamente de dores de cabeça podem ver o problema acentuar-se na menopausa, tanto na intensidade como no número de episódios, devido à descida dos níveis de estrogénio. Muitos médicos prescrevem terapia hormonal de substituição durante a menopausa para atenuar alguns sintomas, sendo uma terapia que pode interferir positivamente na ocorrência de dores de cabeça.


Cada mulher é única e, como tal, é relativo que ocorram dores de cabeça ou que estas melhorem, desapareçam ou piorem com a aproximação do período menstrual, com a gestação ou com a entrada na menopausa. Por exemplo, algumas mulheres podem não ser sensíveis às flutuações hormonais, outras podem tomar medicação que interfira.

Aliviar sintomas
Existe uma panóplia de conselhos "caseiros" que ajudam a aliviar a sintomatologia. São medidas simples que, na gíria popular, "mal não fazem". Colocar um pano bem apertado em redor da cabeça e permanecer algumas horas no escuro, deitada ou sentada pode aliviar a dor de cabeça.

Se as dores de cabeça aparecerem na altura do período menstrual, é possível minorar os sintomas com a aplicação de algo frio na zona em que doí. Se for uma cefaleia tensional, as massagens localizadas podem ajudar a relaxar os músculos, logo a atenuar a dor, Ter uma alimentação equilibrada, assim como praticar exercício físico, fazer uma boa higiene do sono e reduzir o stress são hábitos que podem contribuir para a diminuição das dores de cabeça. São ainda de evitar os hábitos tabágicos e a ingestão de bebidas alcoólicas.

Se a origem estiver aparentemente relacionada com a toma da pílula, convém consultar o médico, de forma a mudar o tipo de contracetivo ou a marca da pílula. Todavia, é fundamental falar com o médico de família ou farmacêutico, sobretudo se as dores forem persistentes,interferirem no dia-a-dia e prejudicarem a qualidade de vida. Os profissionais de saúde conseguem avaliar a situação, em especial no que concerne a medicação.

Conselhos úteis
  • Evite a auto medicação. Caso seja necessário recorrer a algum analgésico e/ou relaxante muscular, aconselhe-se com o médico ou farmacêutico, de modo a saber qual o melhor e mais adequado à situação.
  • Sente-se ou deite-se durante pelo menos 15 minutos.
  • Não fume nem beba bebidas  alcoólicas durante as crises de dores de cabeça, porque as podem agravar;
  • Garante uma boa higiene do sono;
  • Adote uma boa postura no trabalho ou enquanto estuda. Mantenha o ecrã do computador ao nível dos olhos e evite estar muito tempo na mesma posição.
  • Pratique atividade física regular
  • Tenha uma alimentação equilibrada;
  • Evite o stress, se necessário através de técnicas de relaxamento.
  • Consulte o clínico geral, ou até mesmo o neurologista, caso as dores de cabeça interfiram acentuadamente no seu quotidiano

Fonte: Revista + saúde

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Questões práticas sobre acne



O que é a acne?
 A acne é uma doença que afeta as glândulas sebáceas da pele. As manifestações da doença ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução do folículo pilossebáceo, dando origem aos pontos negros e pontos brancos, que por sua vez originam borbulhas. Os poros da pele estão ligados a glândulas sebáceas que produzem uma substância oleosa chamada sebo.

Os poros encontram-se ligados às glândulas por um canal chamado folículo. Quando o folículo de uma glândula da pele entope, uma borbulha desenvolve-se.

A doença manifesta-se principalmente na face e no tronco, áreas do corpo ricas em glândulas sebáceas. Os sintomas variam de pessoa para pessoa, sendo na maioria das vezes de pequena e média intensidade.

Quando aparece?
As lesões começam a surgir na puberdade, altura em que as hormonas sexuais começam a ser produzidas, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos.
A doença não atinge apenas adolescentes, podendo persistir na idade adulta e até mesmo surgir nesta fase, quadro mais frequente em mulheres.

Quais são os sintomas e sinais?
Os sintomas e sinais da acne são:
  • Cravos brancos, que são as glândulas sebáceas obstruídas, com o seu orifício fechado.
  • Pontos negros, que são glândulas sebáceas obstruídas, cujo orifício está aberto. O óleo torna-se escuro quando exposto ao ar.
  • Borbulhas, que são glândulas sebáceas vermelhas, inflamadas, infetadas, algumas vezes com pus.

Estas borbulhas podem ser dolorosas. Nos casos mais graves, podem desenvolver-se quistos (elevações cheias de líquido) sob a pele.

Porque surge a acne?
A causa da acne é desconhecida. No entanto, alguns fatores podem estar na sua origem:
  • Alterações hormonais na adolescência
  • Alterações hormonais durante a gravidez
  • Iniciar ou parar pílulas anticoncecionais
  • A hereditariedade
  • Maquilhagem com óleos.
A acne surge só na adolescência ?
A acne é a doença de pele mais frequente. Pessoas de todas as idades podem desenvolver acne, sendo mais comum na adolescência. No entanto, pode também ocorrer em recém-nascidos e lactentes (acne neo-natal), mulheres e homens adultos
Estima-se que 80% da população em geral, com idades entre os 11 e 30 anos, teve acne.

A pílula pode ajudar no controlo da acne?
As raparigas adolescentes com acne e sinais cutâneos de hiperandrogenismo (hirsutismo- excesso de pelos), seborreia, alopécia (queda do cabelo) e com irregularidades menstruais, poderão utilizar uma pílula contracetiva quando prescrita pelo ginecologista, após o estudo da sua situação em particular.
Alguns contracetivos orais têm propriedades antiandrogénicas, proporcionando um bom controlo do acne.

Deve tratar-se a acne?
Na maioria dos casos a acne desaparece espontaneamente a partir dos 20 anos de idade. No entanto, com o tratamento e os cuidados diários, individualizados caso a caso, consegue-se controlar a expressão da doença, favorecer a afirmação psicossocial e prevenir o desenvolvimento de cicatrizes permanentes.

Devem as borbulhas ser espremidas?
Não deve acontecer, já que podem resultar cicatrizes permanentes de difícil resolução, bem como, no plano mais imediato, agravamento do componente inflamatório das lesões. Também favorece a proliferação bacteriana com subsequente possibilidade de infeção.

A pílula poderá agravar a acne?
A contraceção promove um equilíbrio hormonal contínuo que favorece a menor expressão das lesões cutâneas associadas à acne
As pílulas, com um progestagénio com ação antiandrogénica são as que mais benefícios exercem na pele.

Tenho mais de 25 anos, porque tenho acne?
Alterações hormonais agravadas pela má alimentação, stress, tabagismo e uso inadequado de cosméticos podem causar o aparecimento da acne, após o período da adolescência.

Como cuidar da pele com acne?
Aqui estão algumas dicas para cuidar da pele acneica
  • Limpar a pele de forma suave com um sabonete neutro para desobstruir os poros. É recomendável lavar o rosto todas as manhãs e antes de deitar, mas suavemente, para não irritar a pele.
  • Lavar os cabelos frequentemente é também necessário. Evite deixar os cabelos no rosto e / ou fazer uso de óleos nos mesmos
  • Tentar não mexer na pele. Pessoas que espremem as borbulhas podem ficar com cicatrizes ou manchas escuras na pele.
  • Escolher maquilhagem sem óleo na sua composição.

O que pode piorar a acne?
  • Alterações nos níveis hormonais em adolescentes e mulheres adultas 2 a 7 dias antes da menstruação
  • A fricção ou pressão causada por capacetes de moto, telefones, mochilas, colares apertados ou mesmo a franja do cabelo.
  • Poluição e alta humidade
  • Espremer borbulhas.
Chocolate causa acne?
Existem muitos mitos sobre o que provoca a acne.
O chocolate e os alimentos gordurosos não causam acne à maioria das pessoas.

No entanto, borbulhas associadas ao consumo de chocolate poderão surgir num contexto alérgico.

Poderei reduzir a acne lavando o rosto mais regularmente?
O excesso de sebo e o acumulo de células mortas da pele leva ao agravamento da acne mas a lavagem excessiva do rosto, para além de estimular a produção sebácea, poderá também agredir as camadas cutâneas mais à superfície, favorecendo a inflamação.

Poderei tomar a pílula em associação com outros tratamentos para a acne?
Sim, para além dos efeitos benéficos da contraceção ainda poderão resultar efeitos positivos em associação.

Fonte:Effik

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Hidratos de carbono à noite engordam?


Sabe-se que os hidratos de carbono são a principal fonte de energia do organismo e que na sua ausência, o metabolismo desacelera e gasta menos gordura. A dúvida relativamente à ingestão de hidratos de carbono à noite baseia-se no facto de poder existir a tendência para o nosso organismo gastar menos calorias e, desta forma, contribuir para engordarmos.

Um estudo divulgado recentemente pela "Prevention`s Guide" revelou que indivíduos que consomem mais de 50% das calorias após as 17 horas não engordam mais do que os consomem apenas 25% neste mesmo horário.
Outros estudos compararam duas dietas igualmente baixas em calorias e os  resultados revelam que nos casos em que os hidratos de carbono foram consumidos apenas ao jantar houve maior perda de peso, ao contrário do que seria de esperar. Logo, fica desfeito este mito, o importante é ter o cuidado na distribuição das porções adequadas pelo dia e ajustar a cada pessoa, conforme a idade, a altura, e a atividade física.

Se ingerirmos hidratos de carbono em excesso durante o dia podemos engordar, não necessariamente a hora da ingestão que influência mas sim a quantidade e a distribuição pelo dia. Não existe razão para cortar completamente os hidratos de carbono à noite, no entanto, pode dar preferência aos hidratos de carbono menos calóricos, mais digestivos e mais integrais, como exemplo a quinoa, o bulgur, o arroz integral ou o millet.
Fonte: Bioforma

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Hábitos alimentares na gravidez

Em forma na gravidez
Comer bem é importante, tanto para ter uma gravidez saudável, como para que o recém-nascido seja saudável. Ser fisicamente ativa contribui para tornar estes 9 meses mais confortáveis e proporcionar um parto mais fácil.
Faça mudanças agora e seja um exemplo de vida saudável para a sua família durante a sua vida.

O que é um plano de alimentação saudável para a gravidez?
Um plano de alimentação saudável para a gravidez inclui uma variedade de alimentos ricos em nutrientes. O objetivo deste plano é promover a saúde e reduzir o risco de doenças crónicas através de uma alimentação nutritiva e atividade física adequada.

Quantas calorias devo ingerir?
A ingestão de uma variedade de alimentos que garantem calorias suficientes auxilia-a a si e ao seu bebé a aumentarem de pesa adequadamente.

Durante os primeiros 3 meses de gravidez não necessita de alterar o número de calorias que obtém a partir dos alimentos que ingere. Nos últimos 6 meses de gravidez, mulheres com peso normal necessitam de 300 calorias extra por dia. Assim sendo, deverão ingerir no total entre 1.900 a 2.500 calorias por dia.
Se tem baixo peso, peso excessivo ou obesidade antes de engravidar ou se você está grávida de gémeos, poderá necessitar de um número diferente de calorias.

Fale com um profissional de saúde acerca do peso que deverá e de quantas calorias necessita.

Exemplo de opções saudáveis que equivalem aproximadamente a 300 calorias:
  • 1 caneca de iogurte magro e uma maça de tamanho médio.
  • 1 torrada de pão integral com uma quantidade média de manteiga.
  • 1 caneca de cereais muesli com meia caneca de leite e uma banana pequena
  • 80 g de carne magra e o equivalente a meia caneca de batata.
  • 1 tortilha pequena com vegetais cozidos, incluindo porções idênticas de brócolos, pimentos e feijões.

Porque motivo é importante um aumento de peso adequado?
O aumento de peso adequado é saudável e pode tornar a sua gravidez e parto mais confortáveis. Para além disso diminui a probabilidade de vir a ter complicações durante a gravidez, nomeadamente diabetes, hipertensão, obstipação e dores lombares.

Se ganhar peso durante a gravidez poderá dificultar o crescimento adequado do seu bebé. Converse com o seu médico se notar que não está a aumentar suficientemente de peso.

Por outro lado, aumentar excessivamente de peso poderá tornar o parto mais complicado e demorado. Para além disso, o aumento excessivo da gordura corporal tornará mais difícil recuperar o peso adequado após o parto. Se notar que está a aumentar excessivamente de peso, fale com o seu médico.

Não tente perde peso durante a gravidez.
Se não ingerir calorias suficientes ou alimentos variados o bebé não irá obter os nutrientes de que necessita para crescer.


Qual o aumento ideal de peso durante a minha gravidez?
Fale com o seu médico sobre qual o aumento de peso ideal para si durante a gravidez.
As recomendações genéricas de aumento de peso apresentadas em baixo baseiam-se no peso antes da gravidez e aplicam-se a mulheres que esperam apenas um bebé.

  • Se tem peso inferior ao normal, deve aumentar 12 a 18 kg
  • Se tem peso normal, deve aumentar 10 a 15 kg
  • Se tem excesso de peso deve aumentar no máximo 7 kg

Agora que estou grávida,tenho alguma necessidade nutricional especial?
Sim. Durante a gravidez, a gravida e o bebé em crescimento têm necessidades de uma maior variedade de alimentos.
Ao ingerir o número recomendado de porções diárias de cada um dos cinco grupos de alimentos conseguirá obter muitos dos nutrientes de que necessita.

Inclua na sua dieta alimentos ricos em folato, tais como sumo de laranja, morangos, espinafres, brócolos, feijões e cereais de pequeno- almoço.

Para prevenir o aparecimento de defeitos congénitos deverá ter uma ingestão adequada diária de ácido fólico, antes e durante a gravidez. Os suplementos pré- natais contêm ácido fólico, antes e durante a gravidez. Procure um suplemento que tenha pelo menos 400 microgramas (0,4 miligramas) de ácido fólico.

Consulte o seu médico antes de tomar qualquer suplemento multivitamínico/mineral antes e durante a gravidez, bem como durante a amamentação.

Posso continuar a ter uma dieta vegetariana mesmo estando grávida?
Sim. Pode continuar a ter um plano de dieta vegetariana durante a gravidez, mas fale com o médico em primeiro lugar.
Para garantir que está a receber os nutrientes importantes em quantidades suficiente, incluindo proteínas, ferro, vitaminas B12 e vitamina D, o seu médico poderá agendar-lhe uma consulta de nutrição, para a auxiliar a planear as suas refeições. Para além disso, poderá também recomendar-lhe suplementos.

Dicas para uma alimentação saudável
Compreender as necessidades do seu organismo ajuda a evitar alguns desconfortos comuns associados à gravidez.
Tenha em conta estas dicas simples:
Tome o pequeno almoço todos os dias
Em caso de enjoo matinal, opte por comer uma torrada de trigo integral ou bolachas integrais logo ao acordar, mesmo antes de se levantar. Um pouco mais tarde, tome então o seu pequeno almoço habitual, que deve incluir fruta, cereais, leite, iogurte ou outros alimentos recomendados.

Escolha alimentos ricos em fibras
Comer cereais integrais,legumes, fruta, feijão, pão de trigo integral e arroz integral, em conjunto com o reforço da ingestão de água e atividade física diária, pode ajudar a prevenir a obstipação que muitas mulheres têm durante a gravidez.

Tenha alimentos saudáveis sempre à mão
Uma fruteira com maçãs, bananas, pêssegos, laranjas e uvas torna mais fácil fazer um lanche saudável.
Tenha sempre porções de frutas e legumes congelados ou frescos, bem como feijões e grão enlatados, que lhe permitam preparar rapidamente uma refeição equilibrada.
Se optar por frutas enlatadas, certifique-se que são embalados no seu próprio sumo. Além disso, lave os feijões e vegetais enlatados com água antes de os preparar, de modo a remover o excesso de sal.

Se sofre de azia durante a gravidez, faça pequenas refeições várias vezes ao dia
Faça pequenas refeições durante o dia, coma devagar, evite alimentos condimentados e com muita gordura, beba bebidas entre as refeições (em vez de beber às refeições), e não se deite logo depois de comer.

Se tem enjoos matinais ou hiperémese, fale com o seu médico.
Pode ser necessário ajustar a forma como se alimenta, como por exemplo, fazer refeições menores e mais frequentes e beber muitos líquidos. O seu médico pode ajudá-lo a lidar com os enjoos matinais, sem nunca perder de vista os bons hábitos alimentares.

Quais os alimentos que devo evitar durante a gravidez?
Há certos alimentos e bebidas que podem prejudicar o seu bebé se forem ingeridos enquanto estiver grávida. Segue-se uma lista genérica de alimentos e bebidas que deve evitar:

Álcool
Em vez de vinho, cerveja ou outras bebidas alcoólicas,beba sumos, água ou outras bebidas não alcoólicas.

Peixes que possam ter altos níveis de metilmercúrio
O metilmercúrio é uma substância que pode estar presente em alguns peixes e prejudicar o feto. Não coma peixe-espada, tubarão e cavala durante a gravidez.
Evite ingerir mais de 350 gramas de qualquer peixe por semana.

Queijos moles e carnes frias.
Evite queijos tais como feta, brie, queijo de cabra, bem como carnes frias (fiambre, mortadela, paio) e cachorros-quentes. Estes alimentos podem conter uma bactéria chamada Listeria que é prejudicial para o feto em gestação. Cozinhar estes alimentos até ferverem ajuda a eliminar as bactérias e é uma forma de os tornar mais seguros.

Peixe ou carne mal passados
Evite pratos de peixe cru, como sashimi e alguns tipos de sushi e ceviche. Estes alimentos, quando crus ou mal passados, podem conter bactérias nocivas. Cozinhe bem o peixe e a carne antes de comer.

Grandes quantidades de bebidas que contenham cafeína
Se é uma grande consumidora de café, chá ou refrigerantes com cafeína, discuta com o seu médico se deverá continuar a manter Se é uma grande consumidora de cáfe, chá ou refrigerantes com cafeína, discuta com o seu médico se deverá continuar a manter a sua ingestão. Tente uma versão descafeinada da sua bebida favorita, ou outras.

 Tudo o que não seja comida
 Durante a gravidez, algumas mulheres podem desenvolver o desejo de ingerir substâncias que não sejam comida, como por exemplo, argila. Informe o seu médico se tiver desejo de ingerir outras substância para além de comida Conserve com um profissional de saúde e obtenha uma lista completa de alimentos e bebidas que deve evitar.
Fonte: Italfarmaco

domingo, 20 de abril de 2014

Fruta...antes ou depois da refeição?

Esta parece ser, de facto, uma questão um pouco controversa, uma vez que há vertentes que recomendam a ingestão de fruta após a refeição baseiam-se no facto de parecer haver necessidade da presença de vitamina C no estômago. Além do mais, uma elevada concentração de vitamina C parece proporcionar uma melhor ingestão de ferro e tal só ocorre quando se come um alimento rico em ferro juntamente com um alimento rico em vitamina C e as frutas têm-na em grande quantidade.
Quem, por outro lado, defende a ingestão de fruta no início da refeição baseia-se, muitas vezes, no facto de:
  1. Se a ingestão ocorrer após a refeição, o esvaziamento da fruta no estômago demorará mais tempo e poderá ocorrer processo de fermentação, que poderá dificultar a digestão;
  2. Sendo a fruta composta, em grande parte, por açucares (frutose) o processo de saciedade provocado pela ingestão deste componente da fruta bem como a elevada percentagem de água que compõe a fruta pode ajudar a diminuir o apetite e portanto ajudar nos processos de perda de peso.
O melhor é estar atento ao seu corpo e descobrir quando é que tolera melhor a ingestão de fruta. Um sistema digestivo a funcionar em perfeitas condições contribui para um estado de saúde plena!

Fonte: Bioforma

Leia também: 10 mandamentos da Alimentação Saudável 

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Concelhos úteis para doentes com varizes (doença venosa).


Exercite as pernas em todas as ocasiões
  • Evite estar muito tempo de pé ou sentado (o), em particular com as pernas cruzadas.
  • Durante as viagens longas, de carro, comboio ou avião faça movimentos circulares com os pés e sempre que possível ande um pouco para que o sangue circule nas veias.


Evite o calor
  • Evite exposições ao calor do sol, depilação com cera quente, banhos quentes, sauna e vestuário muito quente, uma vez que o calor nas pernas favorece a dilatação das veias e diminui a circulação venosa.
  • Um duche de água fria nas pernas alivia a sensação de peso e dor.
  • Caminhar à beira mar, pode ser útil pois associa o exercício à temperatura baixa.

Use vestuário e sapatos apropriados
  • Escolha um vestuário confortável e largo.
  • Evite usar calças muito justas, meias com elástico ou cintos apertados, que comprimem as veias e bloqueiam a circulação do sangue nas pernas.
  • Os sapatos devem ter um salto idealmente com 3 a 4 cm de altura.

Facilite a circulação sanguínea
  • Antes de dormir faça alguns movimentos de pedalar e levante os pés da cama 10 a 15 cm.
  • Por rotina pratique um desporto apropriado como a marcha, ginástica, natação, ciclismo, dança ou golfe.
  • Previna a prisão de ventre e o excesso de peso, que são factores responsáveis pelo aumento da pressão sanguínea nas veias.

Massaje as pernas frequentemente
  • Uma massagem nas pernas, de baixo para cima, melhora a circulação do sangue nas veias e o seu retorno ao coração.

Fonte:Bial

 Leia também: Como prevenir varizes

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Benefícios da suplementação de iodo na preconceção, gravidez e amamentação

Saiba porque é que a Direção-geral de Saúde (DGS) e a organização Mundial da Saúde (OMS) recomendam a suplementação de iodo e como ela pode beneficiar a saúde do seu bebé.
O iodo é um nutriente essencial. A tiroide usa-o para produzir hormonas que asseguram o desenvolvimento normal do cérebro e do sistema nervoso da criança logo na gravidez e nos primeiros anos de vida. É, pois, muito importante que as mulheres grávidas e a amamentar tenham os níveis recomendados de iodo.
Existe evidência cientifica que prova que em Portugal o aporte de iodo não atingue os valores preconizados pela OMS, sobretudo nas mulheres grávidas.

Importância do iodo na preconceção
O feto é particularmente vulnerável às alterações provocadas pelas dificiências de iodo numa fase precose da gravidez. Nas mulheres que estão a planear engavidar, há evidência de que a suplementação começa só na primeira visita pré-natal pode já ter sido ultrapassado este período relevante.

Importância do iodo na gravidez
Durante a gravidez, a tiroide está particularmente ativa, produzindo cerca de 50 por cento mais de hormonas tiroideias. Se o aporte de iodo é inadequado antes da conceção, as reservas da mãe podem baixar e serem insuficientes para sustentarem o bebé na fase final da gravidez.

Importância do iodo na amamentação
A OMS recomenda que as mulheres a amamentar também deverão tomar um suplemento de iodo, uma vez que os bebés amamentados exclusivamente estão completamente dependentes do leite materno como fonte de iodo e precisam de 90 a 100ug de iodo por dia.
Os bebés usam este iodo para construírem as suas próprias reservas de hormonas tiroideias.

Como assegurar os níveis adequados de iodo
Para garantir os níveis recomendados de iodo, as mulheres em preconceção, grávidas e a amamentar devem receber um suplemento diário de iodo sob a forma de iodeto de potássio- 150a 200 ug/dia, desde o período preconcecional, durante toda a gravidez e enquanto durar o aleitamento materno exclusivo, durante toda a gravidez e enquanto durar o aleitamento materno exclusivo, recomenda a DGS. Também a OMS aconselha uma dose diária recomendada (DDR) de iodo de 250 ug/dia para grávidas e mulheres a amamentar e de 150ug/dia para mulheres em preconceção.

Consequências da carência de iodo na saúde da criança
Durante a gravidez a carência de iodo envolve maior risco pois, como tem sido demonstrado, pode levar a alterações cognitivas nas crianças, com diminuição do seu Quociente de Inteligência (QI), pode produzir um risco maior de aborto, de nascimento prematuro, de anomalias congénitas, de deficiências psicomotoras, de doenças neurológicas e da tiroide.
No recém - nascido, a carência de iodo aumento o risco de morte perinatal, de hipotiroidismo e de atrasos no desenvolvimento
mental e físico.
Fonte: Bial

terça-feira, 8 de abril de 2014

Síndrome do intestino irritável


O que é a SII
A síndrome do Intestino Irritável (SII) caracteriza-se por um conjunto de sintomas, entre os quais os mais comuns são: dor ou desconforto abdominal (geralmente descritos como cólicas), distensão abdominal,gases, diarreia e/ou obstipação. A SII atinge o cólon (intestino grosso), que é a parte do aparelho digestivo onde se acumulam as fezes. A SII não é uma doença propriamente dita - é uma perturbação funcional, ou seja, uma condição na qual o intestino não funciona correctamente.
O que causa a SII?
A causa da SII não está totalmente esclarecida. Em doentes com SII, os nervos e músculos do  intestino parecem ser particularmente sensíveis. Estes músculos poderão contrair-se excessivamente quando come, causando cólicas ou diarreia durante ou logo após a refeição. Por outro lado, os nervos poderão reagir quando o intestino se distende, causando cólicas ou dor. A SII pode ser uma condição dolorosa mas não provoca lesões no cólon ou noutras partes do aparelho digestivo, nem conduz a outros problemas de saúde.



Quais são os sintomas da SII?

Os principais sintomas da SII são:
  • dor ou desconforto abdominal, geralmente aliviados por ou assciados aos movimentos intestinais;
  • diarreia crónica, obstipação ou a combinação de ambas,
  • muco esbranquiçado nas fezes;
  • abdómen inchado ou distendido;
  • sensação de esvaziamento intestinal incompleto;
  • As mulheres que sofrem de SII costumam ter mais sintomas durante a menstruação.

Como é diagnosticada a SII
O médico pode suspeitar de SII pelos sintomas que lhe apresentar. Alguns sintomas mais específicos, chamados "Critérios de Roma", permitem fazer um diagnóstico mais exacto. há ainda exames médicos que podem ser realizados para garantir que não existem outros problemas de saúde que justifiquem os mesmos sintomas.

Como é tratada a SII?
A SII não tem cura, no entanto pode fazer algumas coisas para aliviar os sintomas. O tratamento pode envolver:
  • alterações da dieta;
  • medicação;
  • alívio do stress.
  • Poderá ter de tentar algumas destas medidas para perceber qual ou quais funcionam melhor consigo. o se médico irá ajudá-lo a encontrar o plano de tratamento mais adequado.

Alterações da dieta
Alguns alimentos e bebidas agravam os sintomas da SII, tais como: alimentos gordurosos (ex: batatas fritas); produtos lácteos, como queijo ou gelados; chocolates, bebidas alcoólicas; bebidas com cafeína, como o café e alguns refrigerantes; bebidas gaseificadas.
Para perceber quais os alimentos problemáticos, mantenha um diário onde registe:
o que come durante o dia;
os sintomas que surgem;
que alimentos o (a) deixam sempre queixoso (a).
leve as suas notas consigo quando for ao médico para verificar se alguns dos alimentos desencadeiam ou agravam os seus sintomas. Se assim for; deverá evitar ou reduzir a ingestáo destes alimentos.

Alguns alimentos aliviam os sintomas da SII. As fibras ajudam a reduzir a obstipação associada à SII porque tornam as fezes mais moles. Contudo, alguns indivíduos com SII com maior sensibilidade nervosa poderão sentir maior desconforto abdominal após aumentarem o conteúdo de fibras na dieta (presentes no pão, cereais, leguminosas, fruta e vegetais). Deverá adicionar fibras à sua dieta de forma gradual para permitir que o organismo se adapte. O consumo excessivo de fibras pode causar gases e, consequentemente, desencadear outros sintomas de SII.

Faça refeições ligeiras. Refeições pesads podem causar cólicas e diarreia em indivíduos comSII. Se for o seu caso; procure fazer quatro  ou cinco refeições ligeiras por dia em vez de refeições pesadas menos frequentes.

Medicação
O médico poderá receitar-lhe medicamentos que ajudam a aliviar os sintomas:
os laxantes tratam a obstipação. Existem muitos tipos de laxantes disponíveis. O seu médico poderá ajudá-lo a escolher o laxante indicado para si.
os antiespasmódicos controlam os espasmos do cólon e ajudam a aliviar a dor abdominal.
os antidepressivos, mesmo em doses mais baixas do que as utilizads para tratar a depressão, poderão ajudar a reduzir o desconforto ou dor abdominal associados à SII e, dependendo do tipo escolhido, aliviar a diarreia ou obstipação.



O stress causa SII?
O stress emocional não causa a SII mas poderá agravar os seus sintomas. Reduzir os níveis de stress poderá ajudar a aliviar os sintomas da SII; nomeadamente as cólicas e dor , e facilitar a forma como lida com os restantes sintomas. A meditação , exercício, hipnose e aconselhamento são opcções a considerar para aliviar o stress.


Fonte:
National Institute of Diabetes and Digestive and Kidney Diseases.


domingo, 2 de fevereiro de 2014

Os pés na diabetes

Porquê cuidá-los
Os pés estão habitualmente submetidos a um trabalho contínuo e é preciso dedicar-lhes uma atenção especial

Com o passar do tempo, a diabetes pode produzir uma diminuição de sensibilidade nervosa e alterar a circulação sanguínea. Em consequência, os pés de algumas pessoas com diabetes têm maior risco de sofrer feridas e infeções.

Como avaliar o risco
A sensibilidade nervosa avalia-se de diversas formas, sendo as mais usuais com o diapasão eo monofilamento.

O fluxo sanguíneo comprova-se da pulsação em diversas partes das pernas ou através de um aparelho chamado doppler.

Quando a sensibilidade nervosa ou o fluxo sanguíneo estão abaixo de certos limites, as pessoas com diabetes devem tomar maiores precauções.

As deformações articulares, pé plano, e as zonas de pressão excessivas, facilitam o aparecimento de úlceras.

Cuidados pessoais
As pessoas em risco devem ser ensinadas pela equipa de saúde, e a prevenção mais eficaz pode ser feita pelo próprio doente.

Os cuidados pessoais baseiam-se fundamentalmente na:
  • Inspeção periódica de todo o pé
  • Higiene diária e higiene adequada das unhas
  • Escolha apropriada de calçado, incluindo as respetivas medidas e meias. O sapato deve adaptar-se ao pé e não o pé ao sapato.
  • Prevenção de feridas. Não andar descalço, evitar fontes de calor direto, e examinar o interior do calçado
  • Estilo de vida saudável (não fumar, andar regularmente, evitar beber álcool e evitar comer gorduras animais...)

Atenção médica
A aplicação das medidas atrás mencionadas por parte dos doentes e o tratamento adequado e imediato das lesões, tem feito com que, nos últimos anos, se tenham reduzido as amputações nas pessoas nas pessoas com diabetes.
Os antibióticos e a cirurgia arterial reconstrutiva  têm sido decisivos para a obtenção de bons resultados.

Nota: A informação contida neste post é complementar das recomendações fornecidas pelos profissionais de saúde e em nenhuma situação as substitui.

Fonte: apdp e A. menarini diagnostics
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