terça-feira, 28 de dezembro de 2010

O poder do chá

O chá é uma das bebida mais consumidas nos dias de hoje. Feito a partir de rebentos da camellia sinensis, é o processo de fabrico que determina todas as suas variedades...

...O chá verde, rico em catequinas, apresenta um elevado poder oxidante (sabia que é superior ao sumo de tomate, laranja, toranja?), actuando contra os processos de envelhecimento. Exprimente bebê-lo após as refeições.Além de aconchegante, tem propriedades digestivas!

...Uma chávena de chá preto pela manhã, vai ajudá-lo a despertar! O seu teor em cafeína é ligeiramente superior ao chá verde. Deriva de um processo de fermentação, onde se formam teorrubinas e teoflavinas (flavonóides), que além de benéficos para a saúde, conferem-lhe a sua cor e aroma característicos.

...O chá branco, distingue-se de todos os outros, por não sofrer nenhum processo de transformação. Uma vez colhido, é simplesmente seco, apresentando um ligeiro toque adocicado.

Grande parte das fórmulas existentes no mercado são bastantes açucaradas. Se deseja controlar o seu peso, esteja atento à lista de ingredientes e opte pelos chás ou infusões de ervas, aos quais pode ainda juntar folhas de hortelã ou poejos.
Aproveite os dias para desfrutar de um chá quentinho! Reconfortante e diurético, o chá está ainda associado a estilos de vida mais saudáveis, mais que não seja, porque nos "obriga" a parar o tempo necessário para apreciarmos o aroma do nosso chá preferido.

Os flavonóides, devido ao seu poder antioxidante e anti-inflamatório,apresentam benefícios na prevenção do cancro e de doenças cardiovasculares, no entanto podem produzir um efeito anticoagulante que potencia o efeito de alguns medicamentos, se for o caso consulte o seu médico para saber a dose diária premissiva de chá.

Já no século XIII um monge budista afirmava: "o chá tem o poder de prolongar a vida..."hoje, no século XXI, a ciência deu-lhe razão!

Fonte: Sabores Mediterrânicos

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Feliz Natal para os meus queridos leitores

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Cirurgia Oral

As bactérias da boca encontram-se dispersas na saliva, na mucosa das estruturas anatómicas locais (dorso da língua, sulcos gengivas, amígdalas) e aderentes às estruturas rígidas (dentes, implantes dentários, próteses dentárias, aparelhos ortodônticos).
Numa cirurgia é importante prevenir a infecção do local operado pela transmissão das bactérias entre os diversos locais, a qual pode ocorrer espontaneamente pela saliva ou pelos meios de higienização (p.ex. fio dentário, escova de dentes).

Que tipo de situações requerem este tipo de cirurgia?
A Cirurgia oral inclui um diversificado conjunto de actos cirúrgicos realizados na boca. Entre outras:
Extracção dentária ("exodontia"), o mais frequente, que pode ter situações simples ou complexas, a saber:
Exodontia de dente erupcionados
Exodontia de dente não-erupcionados
a) Dentes impactados (os que não completaram a normal erupção, ficando "inclusos"ou semi-inclusos no osso)
b) Germectomomias (remoção dos dentes ainda no estado inicial a sua formação)


Cirurgia pré-protética


Conjunto de técnicas cirúrgicas que preparam a anatomia bucal para a correcta adaptação de uma prótese dentária (removível ou fixa).

Implantologia
A reabilitação oral com recurso a implantes dentários osteointegrados é um tratamento muito frequente que necessita de uma intervenção inicial para colocação no osso desses implantes.

Remoção de tórus
Um tórus é uma procidência óssea num maxilar (geralmente no palato ou na face lingual da mandíbula).
Provoca frequente ansiedade ("receio de cancro") pelo que deve tranquilizar-se o doente. Pode interferir coma colocação de uma prótese e ser necessário a sua remoção.

Frenectomia
Correcção cirúrgica da inserção anómala de um freio labial ou lingual que, em crianças origina dificuldade na fala ou mau posicionamento dentário e, no adulto, pode dificultar a adaptação de uma prótese dentária.

Biopsia
Colheita de fragmentos (biopsia incisional) do tecido lesado ou a totalidade da lesão (biopsia excisional) para diagnóstico anatomopatológico da doença em questão ou confirmação de patologia sistémica com repercussão oral.nEm alguns casos pode ser feita por aspiração com agulha (biopsia aspirativa).

Quistectomia
A quistectomia é a remoção cirúrgica de um quisto. Os maxilares são sede frequente de quistos, em geral associados a patologia dentária inflamatória crónica, no entanto, existem muitas etiologias possíveis (p.ex dentes não erupcionados), com significado clínico e evolução diversas que necessitam de exame anatomopatológico (biopsia ou quistectomia) para se obter o diagnóstico definitivo.


Cirurgia endodôntica
Tratamento cirúrgico de patologia envolvendo a remoção da região apical da raiz de um dente ("apiecectomia") no qual o tratamento endodôntico não foi eficaz, mantendo-se as queixas ou por existir um quisto radicular.

Complicações
As intervenções de ciurgia oral apesar de serem, em geral, seguras, podem ter complicações gerais, como qualquer outro acto cirúrgico (p.exinfecções, hemorragias). No entanto, ao nível da boca existem factores específicos que facilitam o surgimento de complicações,em particular sa defeciente higiene oral e eventuais hábitos tabágicos e alcoólicos, O não cumprimento, por parte do doente, das medidas recomendadas, são também um factor de risco importante.

A presença de diversos doenças ou condições necessita de ser refernciada pelo potencial acréscimo das complicações
Entre as mais frequentes contam-se a diabetes mellitus, a hipertençãoarterial, as alterações da coagulação (Por toma de anticoagulantes ou anti-agregantes plaquetares) e as alterações da imunidade.

O doente deve informar o médico de qualquer outra doença de que sofra (p.ex. doenças endócrinas, cardíacas, neurológicas, renais, infecciosas).

Constituem grupos de particular atenção:
  • Doentes transplantados (p.ex. rim, figado, coração);
  • Doentes submetidos anteriormente a radioterapia da área da cabeça e do pescoço ou a quimioterapia;
  • Doentes medicados com bifosfonatos, utilizados em tratamento de doença oncológica (via endovenosa) ou no tratamento da osteoporose (via oral).
A observação do doente alguns dias depois da operação permite avaliar a evolução da cicatrização e identificar algumas eventual complicação.


Para além disso, se surgir qualquer sintoma ou sinal inesperado o doente deve contactar o cirurgião (p.ex. dor prolongada ou que surja após alguns dias, tumefacção local com dificuldade da abertura da boca ou na mastigação e deglutição; febre).

Recomendacões pós-operatórias O edema da face, adjacente à região operada, aumenta durante as primeiras 48 horas, diminuindo em seguida.

A aplicação de gelo, por períodos de 20 minutos alternados com pausas semelhantes, durante as primeiras 24 a 48 horas permite, em geral, o controlo do edema, da dor e reduz o risco de hemorragia e de infecção.

A prescrição de analgésicos permite, quase sempre, o controlo da dor pós-operratória considerada com normal.

A medicação de antibioticos é frequentemente usada para prevenir ou tratar uma infecção.

A desinfecção da boca é recomendável com bochechos de clorohexidina (no primeiro dia lavar sem bochechar) e aplicação tópica de gel

A dieta líquida e fria e gelados está indicada nas primeiras 24 a 48 horas. A alimentação vai sendo adaptada de acordo com aconselhamentomédico e a tolerância individual, passando em geral, por uma dieta mole antes de normalizar.

O repouso, em situações mais complexas, deve ser incentivado nas primeiras 24 a 48 horas, sendo recomendável adoptar uma posição semi-sentada.

O hábito de fumar deve ser interrompido, pelo menos durante a primeira semana pós-operatória, pelo risco de retardamentoa cicatrização e aumento do risco de complicações pós-operatórias, como as hemorragias e as infecções.

Os esforços associados a determinadas actividades devem ser restringidas (p.ex. profissionais ou fisicas, como a desportiva ou tocar instrumentos musicais de sopro):

As viagens de avião poderão apresentar em alguns casos certos problemas, devendo o doente aconselhar-se convenientemente com o cirurgião sobre a sua situação específica.

Como escovar?
Iniciar a escovagem pelos dentes posteriores (molares), progredindo depois para os dentes da frente (inicisivos e caninos).
Começar pela superfície externa do dente e só depois passar para a interna.
Inclinar a escova de forma a que os seus filamentos façam um ângulo de 45º em relação ao dente. Realizar pequenos movimentos horizontais e circulares, no sentido da gengiva para o dente.
Escovar os incisivos e caninos colocando a escova na vertical. Deve escovar-se de forma completa um maxilar de cada vez, sem esquecer nenhuma das superfícies do dente.
Terminar com a escovagem das superfícies que mastigam (oclusais), com movimentos de vai e vem. A duração média de uma escovagem deve ser entre 2 a 3 minutos.

Os cuidados a ter em saúde oral
Para completar a higiene, os espaços interdentários devem ser higienizados com fita dentária. Se estes espaços forem maiores ou se for portador de um aparelho ortodôntico, recomenda-se a utilização de escovilhões interdentários. Existem escovilhões adaptados a cada tipo de espaço.


Fita dentária
Retire uma porção de fita (cerca de 25 cm). Enrole a fita nos 2 dedos médios. Faça deslizar a fita entre os dentes até as gengiva. Os movimentos devem ser perpendiculares ao maxilar e efectuados em todos os espaços interdentários.
Utilizar uma parte limpa de fita para cada espaço.

Escovilhões interdentários
Coloque o escovilhão perpendicularmente ao espaço interdentário ou entre o aparelho e os dentes.Escove cuidadosamente as zonas necessárias depois enxague o escovilhão em água corrente.


Fonte: Oral Care

domingo, 12 de dezembro de 2010

Saiba mais sobre a tensão arterial

O bombeamento de sangue feito pelo coração exerce pressão sobre as paredes das artérias - a esta força chama-se tensão arterial. É defenida por um valor de pressão máximo e um valor de pressão mínimo.
Ao longo do dia os valores de pressão arterial sofrem várias influências, que podem ser provodas por diferentes factores:stress, alimentação, medicação, patologias, exercício, ritmo biológico diário normal. No entanto,quando os valores persistem em estar elevados, pode ser indicativo de Hipertenção Arterial.
  • Menor que 120, e menor que 80 é considerada tensão arterial normal
  • Entre120-139 de máxima e 80-89 de mínima é considerada de Pré- hipertensão
  • Entre140-159 de máxima e 90-99 de mínima é considerada de Hipertensão arterial estádio 1
  • Maior ou igual 160 de máxima e maior ou igual 100 de mínima é considerada de Hipertensão arterial estádio 2

Meça a tensão arterial

Se verificar valores elevados, recorra ao seu médico assistente, apto para lhe indicar a medicação mais adequada para si.
Se está a tomar medicamentos para controlar a tensão arterial, deve fazê-lo diariamente sempre a mesma hora. Tomar os comprimidos só de vez em quando faz que surjam complicações graves, como:
  • Derrames no cérebro
  • Doenças cardíacas
  • Lesões nos olhos
  • Problemas nos rins
  • Doenças vasculares
  • Aumenta a probabilidade de um enfarte ou ataque cardíaco

6 mundanças no seu estilo de vida para reduzir a tensão arterial
  • Faça uma alimentação equilibrada, reduza o consumo de sal e gordura e consuma mais vegetais e frutas
  • Evite bebidas alcoólicas e estimulantes, como o café e refrigerantes com cafeína
  • Controle o seu peso
  • Se for fumador, deixe de fumar
  • Aprenda a relaxar
  • Pratique exercícios físico com moderação (por exemplo: marcha, corrida, natação, dança).

Fonte: Well´s

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Quando o bebé bolça...

Bolçar é normal
Não há bebé que, uma vez por outra, não bolce: é normal. O leite sobe para a boca porque a válvula que fecha a passagem para o estômago ainda se abre facilmente e o estômago ainda é pequeno, sem capacidade para receber muito alimento.

Orá, bebé bolça, quase sempre, porque comeu demais, demasiado depressa ou porque engoliu muito ar. Em resultado, uma porção de leite, misturado com saliva, acaba por sair pela boca. Acontece mais por volta dos 4 meses de idade e tende a desaparecer até ao final do primeiro ano de vida.

O bolçado é esbranquiçado e pode ser mais líquido ou apresentar alguns grumos. Se o bebé for amamentado com leite materno, pode conter vestígios de sangue, o que não é necessariamente preocupante, podendo ser apenas sinal de que os mamilos da mãe estão gretados.

Mas atenção...
Quase sempre a quantidade de líquido bolçado é pequena, só que, para os pais, parece maior. Mas, se o bebé não mostra desconforto, se não parece ter fome e aguenta bem até à proxima refeição, se está bem-disposto e aumenta de peso, então não inspira cuidado.
Pode acontecer, porém, que o bolçado seja demasiado frequente e abundade. Nesse caso, há que estar atento que podem representar doença:
  • Febre
  • Díarreia
  • Vómitos
  • Menos urina
  • Perda de apetite e de peso
  • Menos activo
Perante estes sinais, há que levar o bebé ao médico.

Antes que bolce...

  • Adopte alguns cuidados para evitar que o bebé bolce com frequência:Na altura de dar de mamar ou biberão, mantenha o bebé o mais direito possível, num ângulo de 30º
  • Alimente-o pausadamente, fazendo intervalos para que arrote
  • Opte por lhe dar menos leite de cada vez e mais frequentemente
  • Regule o fluxo do biberão, prefira uma tetina com um orifício que não deixe passar muito leite
  • Após cada refeição faça o bebé arrotar e mantenha-o na vertical pelo menos 15 minutos
  • Não agite demasiado o bebé depois de o alimentar

São gestos simples de pôr em prática mas que resultam. E quando o bebé começa a ingerir alimentos sólidos, o bolçado torna-se menos frequente até que desaparece.
Fonte: Isaúde






sábado, 27 de novembro de 2010

O mau e o bom colesterol

Nem todo o colesterol é mau...
Está na altura de olhar para os dois lados da história.

Existem dois tipos de colesterol: LDL (Mau) e HDL ( Bom). Demasiado colesterol mau ou pouco colesterol bom podem deixa-lo/a em risco de AVC "Trombose" ou Enfarte Agudo do Miocárdio (EAM).

Compreendendo colesterol HDL (Bom) e LDL (Mau)
Imagine que a artéria é um cano, e que dentro existem 2 tipos de colesterol: LDL(Mau) e HDL (Bom). Demasiado mau colesterol ou pouco colesterol bom podem aumentar o seu risco de vir a ter Enfarte ou AVC.
Só o seu médico pode determinar quais devem ser os seus níveis de colesterol bom e mau.

Porque é que o LDL é mau?
Níveis elevados de colesterol LDL (mau) podem causar o aparecimento de placa nas suas artérias e dificultar o fluxo do seu sangue tal como num cano entupido.

Com o passar do tempo a placa acumulada pode endurecer e estreitar as suas artérias, e pode aumentar o risco de vir a sofrer um enfarte ou AVC.

Reduzir o colesterol mau pode reduzir o seu risco.

Porque é que o HDL è bom?
O HDL ajuda a transportar o colesterol para fora das suas artérias, ajudando assim no processo de remoção do colesterol "mau" do seu corpo.

Alguns especialistas acreditam que ao transportar o colesterol das suas artérias, o HDL poderá ajudar a reduzir a placa acumulada existente.

Mesmo se os seus valores de colesterol mau estejam a níveis considerados saudáveis poderá mesmo assim estar em risco de sofrer um Enfarte ou AVC devido aos níveis baixos de colesterol bom.

Pode melhorar o seu colesterol HDL (om) e LDL (mau) através de dieta e exercício
Preparar uma dieta saudável para o seu coração
O que come pode influenciar os seus níveis de colesterol. É importante que avalie cuidadosamente as suas escolhas de comida em termos de nutrição e colorias quando define uma dieta que é boa para o seu coração.

Considere estes alimentos:
  • Vegetais, fruta e fibras
  • Bifes sem gorduras e frango sem pele
  • Peixe

Evite ou limite o seguinte
  • Margarinas sólidas e manteiga
  • Bolos, batatas fritas e biscoitos
  • Claras de ovo, carnes gordurosas tais como salsichas e hambúrgueres, fígado, miúdos, bofe e outras, pele de galinha, produtos lácteos gordos tais com natas
  • Alimentos produzidos com óleo de coco e palma e chocolates
  • Bebidas e comidas doces

Encontre um exercício que se adapte à sua personalidade
A falta de exercício é um factor de risco importante para doenças do coração. O British Heart Foundation ( Fundação Britânica para o Coração) e a World Health Organization (Organização Mundial de Saúde) recomendam pelo menos 30 minutos de exercício por dia, pelo menos 5 dias por semana.
Para algumas pessoas, exercício regular pode aumentar os seus níveis de colesterol HDL (Bom). O segredo do exercício é encontrar alguma actividade que goste de praticar.

Importante:
Consulte sempre o seu médico antes de iniciar qualquer plano de dieta ou exercício.

Fonte: MSD

sábado, 20 de novembro de 2010

Métodos contraceptivos

Embora hoje exista uma maior liberdade em abordar temas ligados à sexualidade e aos métodos contraceptivos, a realidade é que muitas mulheres ainda engravidam contra o seu desejo.

Esta situação ainda persiste porque há velhos tabus que teimam em continuar vivos:
«E se alguém descobre?»
«Os meus pais não podem saber.»
«Falar com o meu médico?»
O pensamento mais frequente quando duas pessoas estão num momento mais íntimo será: «Por uma vez, não deverá acontecer nada!» No entanto, a contracepção é uma decisão demasiado importante para se deixar para o último minuto, porque a importância das preocupações não são de menosprezar. Irá encontrar informações sobre todos os diferentes métodos de contracepção, mas cada pessoa deverá escolher o método que mais se adapta às suas necessidades.Uma decisão atempada evita consequências mais graves no futuro.

Anatomia e fisiologia da reprodução

As gónadas são os órgãos fundamentais para a reprodução, e o seu regular funcionamento é garantido por hormonas vindas da hipófise, uma glândula situada na base do cérebro. Enquanto o ovário já possui à nascença, todas as células germinativas que irá disponibilizar ciclicamente, ao longo da vida reprodutiva da mulher até à menopausa, o testículo, no homem, produz constantemente os espermatozóides até ao fim da vida. Os outros órgãos: trompas, útero, canal cervical e vagina, e canal deferente, próstata, vesículas seminais e pénis garantem a realização do coito e a condução dos gâmetas, a fecundação, o desenvolvimento duma gravidez e o parto.

A vagina é um órgão elástico, com cerca de 10-12 cm de comprimento, situa-se por baixo da bexiga ligeiramente inclinada para baixo na direcção da vulva, mas cuja cavidade é virtual não sendo um tubo oco, permitindo o uso de tampões, óvulos vaginais ou de um anel contraceptivo ou dando passagem ao feto durante o parto. Estas situações só raramente são acompanhadas de queixas de desconforto, porque sendo as paredes bem vascularizadas, a sua zona mais profunda tem pouca sensibilidade.

O ciclo menstrual (endométrio)

Um ciclo menstrual dura, geralmente, 28 dias.
A parte interna do útero transforma-se todos os ciclos , mas se não ocorrer uma gravidez, é eliminada dando origem à menstruação.

O ciclo inicia-se no primeiro dia da menstruação quando nos ovários alguns folículos começam a desenvolver-se. Entre o 12º e o 18º dia do ciclo dá-se a ovulação - Um folículo mais desenvolvido rompe-se e liberta um óvulo. Simultaneamente o endométrio- interior do útero- começa a espessar-se, preparando-se para receber um óvulo fecundado.
O óvulo desloca-se através das trompas e "viaja" até ao útero. Se o óvulo não tiver sido fecundado por um espermatozóide, dentro da trompa, é eliminado quando chega ao útero e duas semanas após a ovulação, se não existir gravidez, o endométrio é eliminado, dando origem à menstruação e inicia-se um novo ciclo.


Como se fica grávida?

Quando o homem atinge o orgasmo durante uma relação sexual, uma quantidade de líquido (sémen), contendo milhões de espermatozóides, é ejaculada através do pénis, no interior da vagina da mulher.
No coito, a ejaculação vai permitir a fecundação do óvulo e uma consequente gravidez.
Os espermatozóides dirigem-se rapidamente através do interior do útero para as trompas, onde a fecundação, que é a fusão do espermatozóide com o óvulo, acontece. O óvulo fecundado dirige-se para o interior do útero onde se irá fixar ao endométrio, que já está preparado para o receber, e dará origem a um feto. Neste caso, o endométrio não descama e por isso, um dos primeiros sinais de gravidez é o não aparecimento da menstruação.

Como evitar uma gravidez

As únicas maneiras de evitar uma gravidez não desejada são a ausência de relações sexuais ou o uso correcto de contracepção. Procura-se descrever os vários métodos anticonceptivos dando-se especial atenção a sua eficácia

Método do ritmo

Alguns casais conhecendo o ciclo menstrual usam-no como um tipo de calendário para saber quando é seguro ter relações sexuais.

Este método consiste em restringir as relações sexuais só em alguns dias: antes, durante e depois da menstruação, o chamado popularmente " período seguro".
A eficácia é muito baixa, porque a variabilidade dos ciclos poderá ser frequente, comprometendo este tipo de contracepção.


Método da temperatura

Este método consiste em determinar a data provável da ovulação através da avaliação diária da temperatura basal rectal, logo pela manhã porque a temperatura aumenta até meio grau centígrado, após a ovulação.

Oferece uma eficácia também muito baixa, uma vez que só se irá ter a percepção da elevação da temperatura após a ovulação, o que poderá ser tarde, além de que os espermatozóides após o coito podem conservar a sua vitalidade até três dias dentro do corpo da mulher. Também uma gripe ou febre podem comprometer a eficiência do método.


Coito interrompido

Este método é um dos mais antigos, sendo também pouco eficaz.
O homem, durante o coito, retira o pénis da vagina antes da ejaculação. Entre outras causas, a possibilidade da existência de espermatozóides na uretra masculina antes da ejaculação e sobretudo a dificuldade de um controlo seguro do momento da ejaculação, comprometem sobremaneira a eficácia do método.

Preservativo

Um modo de evitar a gravidez impedindo que os espermatozóides se depositem na vagina, é usar um preservativo.
É um protector de borracha muito fina que tem de ser desenrolado no pénis quando este já está erecto, antes da penetração. Quando existe ejaculação, os espermatozóides depositam-se no interior do preservativo. Este é um método bastante eficaz, se o preservativo estiver em boas condições e se for bem aplicado, sendo escolhido por alguns como o seu método habitual, principalmente em relações sexuais esporádicas, ou de risco.

Outra característica muito importante deste método é que oferece uma quase total protecção contra as doenças sexualmente transmissíveis, como a S.I.D.A.; H.P.V.; hepatite, sífilis, gonorreia, tricomonas, etc.
A melhor maneira de evitar estas doenças, principalmente a S.I.D.A., é evitar ter relações sexuais com um parceiro de risco, mas neste caso, aconselha- de sempre o uso de um preservativo, mesmo que se utilize outro método contraceptivo seguro, como por exemplo a pílula ou um anel vaginal.

Diafragma

O diafragma é outro método que serve de barreira, para ser utilizada pela mulher, evitando que os espermatozóide alcancem o óvulo.
No entanto, já não é comercializado em Portugal.

Dispositivo intra-uterino (DIU) com cobre

O DIU é um objecto de plástico, flexível, com um enrolamento de cobre. Tem que ser colocado no útero por um médico. Geralmente é recomendado a mulheres que já tiveram, pelo menos , um filho.

O DIu actua diminuindo a capacidade de fecundação dos espermatozóides ou modificando as condições de desenvolvimento do endométrio, dificultando a implantação do ovo, no caso de o óvulo ter sido fecundado. Mantém a sua eficácia contraceptiva durante 3 ou 5 anos. O DIU é um método contraceptivo muito eficaz, mas os médicos evitam recomendá-lo ás mulheres que ainda não tiveram filhos.

DIU medicado com hormonas

Além do mecanismo de contracepção citado anteriormente , liberta localmente uma pequena quantidade hormonal dificultando a nidificação de uma gravidez devido à alterações do desenvolvimento do endométrio que provoca.

Este método é usado nas mulheres que referem menstruações muito abundantes ou como parte da terapêutica de substituição hormonal na menopausa.
A sua eficácia é semelhante à dos DIus com cobre.

Contracepção hormonal

A contracepção hormonal é um dos método reversíveis mais eficaz e cómodo de usar. Durante a sua utilização, os folículos do ovários não se desenvolvem, não havendo uma ovulação, não sendo possível engravidar.

Actualmente, muitos milhões de mulheres, em todo o mundo usam a pílula como meio de contracepção, apesar dos muitos mitos e crenças, geralmente infundados, de que possa ser prejudicial para a sua saúde.
Na verdade, a pílula oferece à mulher outros benefícios para a sua saúde, para além da contracepção, como a regularidade do período e da quantidade do fluxo menstrual, melhoria da doença benigna da mama, diminuição das queixas da pele e da dor na menstruação, além da redução do risco de cancro no útero e no ovário ou protecção contra o risco da osteoporose.
Este tipo de contracepção, utilzando hormonas semelhantes ás produzidas naturalmente pelos ovários, difere entre si pela ausência ou presença em doses cada vez mais pequenas, de estrogénio ou pela melhoria da qualidade do tipo de progestagénio.
Deve aconselha-se com o seu médico, antes de iniciar este tipo de contracepção, para que avalie se será a escolha adequada para si.

Pílula sem estrogénios

A pílula sem estrogénios toma-se sem interrupção- toma contínua - diariamente e durante o tempo que precisar.
Quando quiser, pode suspender a sua toma, havendo um rápido retorno à sua probabilidade de fertilidade anterior. As queixas que podem surgir com outras pílulas combinadas com estrogénios, tais como dores de cabeça ou mamárias, náuseas, etc., praticamente não existem.

Especialmente para as mulheres que não podem ou não querem tomar estrogénios é a pílula de primeira escolha. Hoje, a pílula sem estrogénios disponível tem uma eficácia contraceptiva comparável à das pílulas combinadas clássicas.
Por ser uma medicação sem interrupções, o padrão hemorrágico é variável, com tendência para haver menos sangramento e menor frequência de hemorragia. Por vezes, poderá até haver ausência temporária de menstruação, o que poderá promover uma melhor qualidade de vida da mulher, mas não significando qualquer risco para a saúde. Oferece ainda o benefício de poder causar menos dores e outros desconfortos que se associam ao aparecimento dos períodos menstruais.
Está também aconselhada para a mulher que quer amamentar porque não provoca diminuição nem da quantidade, nem da qualidade do leite, e oferece menos riscos para mulher com hábitos tabágicos, que tenham mais de 35 anos, ou para algumas diabéticas e hipertensas.

Pílulas Combinada

As tradicionais pílulas combinadas são as mais conhecidas. Têm dois tipos de hormonas, semelhantes às que são produzidas habitualmente pelos ovários, substituindo as suas acções, impedindo assim a ocorrência da ovulação.

A sua toma tem de ser regular, um comprimido diariamente, durante 21, 22, 24 dias, conforme o tipo de pílula, fazendo-se depois uma interrupção da toma para provocar uma hemorragia uterina durante esses dias.
Embora seja parecida com a habitual menstruação, esta hemorragia, geralmente, terá menor duração, fluxo mais reduzido e associa-se a menos dor. O seu aparecimento é, em geral, mais regular do que no ciclo normal.
Nos primeiros tempos de uso da pílula poderão surgir algumas queixas ligeiras, como sangramentos irregulares, náuseas, dor de cabeça ou aumento da sensibilidade mamária, devido à adaptação do organismo a um novo ambiente hormonal, mas que terão tendência para desaparecer em alguns meses de uso.

Pílulas de emergência, pós -coital ou dia seguinte

Quando não se utiza regular ou adequadamente um dos métodos contraceptivos conhecidos e se pratica, durante o periódo fértil, um coito não protegido, pode-se-á ter de recorrer esporadicamente e, no máximo, até 72 horas após essa relação sexual, a uma contracepção hormonal só com progestagénios ou com uma associação estrogénio-progestagénios, que diferm entre si pela intensidade e freqência dos seus efeitos indesejáveis.

Procura-se evitar que ainda se dê a ovulação, ou que haja a junção de um espermatozóide comum óvulo, ou a implantação da gravidez no útero.
A sua eficácia depende do intervalo de tempo entre o coito não protegido eo uso desta contracepção. Deve ser só aconselhada em situações de emergência.

Adesivo

O adevivo para contracepção actua como uma pílula combinada, em que as hormonas são absorvidas através da pele, sendo a sua eficácia semelhante.
Associa-se a baixas doses hormonais no sangue, procurando provocar menos efeitos indesejáveis.
A mulher deverá estar atenta para o caso de sudação mais abundante, após as suas lavagens de higiene ou no uso de banhos quentes-sauna- verificar a qualidade da sua adesividade à pele.
A sua aplicação deverá ser feita em zonas afastadas das mamas, mas em locias de fácil visibilidade- braço, abdómen, nádega- o que o torna pouco discreto para a mulher. As mulheres com peso superior a 90 kg, são desaconselhadas a usá-lo.

Anel Vaginal

O anel vaginal contraceptivo é a actual inovação em contracepção. Fino, discreto, oferecendo uma baixa dose hormonal em circulação, com uma óptima eficácia, semelhante à dos outros métodos hormonais. A própria mulher só o aplica uma vez em cada ciclo, de um modo fácil e simples, libertando-a da preocupação de uma regular toma dária; um benefício não possível com a pílula.

O seu desenho e flexibilidade garantem uma adequada adaptação aos contornos vaginais, posicionando-se sem outro cuidado ou esforço, na zona mais posterior e menos sensivel da vagina, o que impede uma expulsão fácil. Este tipo de posicionamento justifica que o anel raramente seja notado durante as relações sexuais ou que, mesmo nesta situação, dificulte o coito.
A presença do anel não promove, no meio vaginal o crescimento de microorganismo nocivos, nem induz desconforto. Contudo, não actua como método de barreira, pelo que não oferece protecção contra as doenças sexualmente transmissíveis, devendo, em relações sexuais de risco, ser também utilizado, em associação, um preservativo.
Para uma maior liberdade e eficácia, a Organon desenvolveu um sistema SMS que a avisa do dia em que deve retirá-lo após 3 semanas de uso, e alerta depois para colocar um nono, após 1 semana.

Esterilização

A esterilização é um dos métodos contraceptivos cirirgicos mais eficazes. Tanto homens, como mulheres podem ser esterilizados.

A esterilização no homem é um processo simples (vasectomia), durante o qual os canais deferentes, por onde passam os espermatozóides, são laqueados. Esta cirurgia , feita em regime ambulátorio, impede que os espermatozóides sejam depositados na vagina com o líquido ejaculado.

A esterilização na mulher é uma cirurgia um pouco mais complexa que requer geralmente, um ou dois dias de hospitalização. As trompas de Falópio são laqueadas ou bloqueadas, impedindo a junção entre o óvulo e os espermatozóides.

A esterilização é díficil reversão eos médicos aconselham-na como método contraceptivo irreversível.
Por isso, a esterilização só deve ser realizada em homens ou mulheres que têm absoluta certeza ou de não querem ter mais filhos, ou que decidam não ter mesmo filhos.



Implante subcutâneo

Os avanços da medicina ao nível dos métodos contraceptivos traduzem-se num número cada vez maior de alternativos, proporcionando à mulher um maior controlo no planeamento familiar e uma melhor adaptação ao seu estilo de vida. O implante contraceptivo é uma das mais recentes formas de contracepção e é a ideal para quem procura uma solução contraceptiva hormonal simples, ao longo prazo, sem estrogénios.

A inserção do implante tem de ser efectuada por um médico treinado, demora cerca de um minuto e protegerá a mulher de uma gravidez não desejada durante três anos. O implante liberta lentamente uma hormona - progestagénio- que vai impedir a ovulação e dificulta que os espermatozóides alcancem o útero. O implante foi desenvolvido de forma a manter uma óptima eficácia durante três anos, logo desde o primeiro dia de utilização.


Fonte: Organon

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Gripes e Constipações

As gripes e constipações são infecções respiratórios agudas causadas por vírus. São mais frequentes no Outono e no Inverno.
A gripe é mais grave e debilitante que a constipação, por não afectar apenas o sistema respiratório e pelo maior risco de levar a complicações ( especialmente em doentes debilitados).
A sua transmissão ocorre por inalação de pequenas gotículas contaminadas (espirros, tosse ou fala) ou por contacto directo com secreções respiratórios de pessoas infectadas (objectos contaminados ou aperto de mão) e o posterior contacto das mãos com os olhos, nariz ou boca.

Quais são os sintomas de uma constipação?
Nariz entupido ou a pingar, garganta seca e irritada, espirros, tosse, olhos lacrimejantes e dores de cabeça.
Habitualmente tem evolução curta e sem complicações.

Quais são os sintomas de uma gripe?
Mal-estar, dores de cabeça e no corpo, tosse, febre alta e arrepios.
Náuseas, vómitos, diarreia e dores abdominais também podem estar presentes, especialmente em crianças.

Como pode evitar contágio?

  • Cubra o nariz ou na boca quando espirrar ou tossir.
  • Lave e desinfecte as mãos com frequência.
  • Use lenços descartáveis.
  • Evite espaços fechados com pessoas doentes.

Como tratar uma constipação ou gripe?

  • Repouse, alimente-se correctamente e ingira muitos líquidos.
  • Não se exponha a mudanças de temperaturas.
  • Aplique soro fisiológico, água do mar ou descongestionante nasal para desentupir o nariz.
  • Na presença de tosse, faça inalação de vapores, chupe rebuçados de mel ou balsâmicos e, se necessário recorra a um xarope específico.
  • Em caso de garganta irritada, pode tomar um anti-inflamatório em comprimidos, xarope ou pastilhas.
  • Faça um suplemento de vitamina C ou equinácea, para fortalecimento das defesas do organismo.
  • Para a febre e dores no corpo, pode recorrer a um medicamento antipirético e analgésico como Paracetamol.

Consulte o seu médico nas seguintes situações:
  • Se é doente crónico e tem sintomas de gripe.
  • Crianças com sintomas há mais de uma semana e sem melhoria.
  • Febre superior a 39ºC, há mais de 48 horas.
  • Falta de ar ou dor no peito.
  • Dores de ouvidos intensas.
  • Pontos brancos na garganta.
  • Dificuldade em engolir.
  • Expectoração esverdeada ou acastanhada.
  • Sintomas severos há mais de 3 dias ou, no caso de idoso ou grávida, há mais de 2 dias.

Leia também: Para reforçar as defesas com Equinácea

sábado, 6 de novembro de 2010

Investigadores Portugueses lançam teste inovador ao cancro colo-rectal

Os médicos a partir de agora podem contar com mais uma ferramenta de diagnostico do cancro colo-rectal.
Este teste baseia-se apenas na recolha de sangue e o resultado será conhecido em pouco mais de 8 dias.
Quatro investigadores da Universidade de Coimbra lançam, esta semana, no mercado, um teste inovador que permite detectar o cancro colo-rectal. O método é mais simples que as técnicas convencionais e pretende ser mais um instrumento de apoio aos especialistas. Uma ajuda bem vinda, até porque o cancro colo-rectal é a segunda maior causa de morte provocada por esta doença. Mas atenção este teste não invalida a realização da colonoscopia.
O cancro colo-rectal quando detectado precocemente tem uma taxa elevada de cura.
Mas atenção este teste não invalida a realização da colonoscopia.

Rtp1

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Contracepção oral de emergência

A contracepção oral de emergência (COE), designada também como pílula do dia seguinte, é um método usado na tentativa de evitar a ocorrência de uma gravidez após uma relação sexual, na ausência ou falha dos métodos contraceptivos.

A pílula do dia seguinte não se destina a ser utilizada como substituto da contracepção regular.
A sua eficácia é inferior à da pílula comum e não deve ser utilizada se já estiver grávida, porque não induz o aborto.
Não está recomendada em mulheres com probabilidade de ocorrência de gravidez ectópica.


Em que situações pode ser utilizada?

Deve ser utilizada nas 72 horas após uma relação sexual não protegida ou em caso de falha de um método contraceptivo:
  • Rompimento ou não utilização do preservativo
  • Expulsão do DIU
  • Remoção antecipada ou deslocamento de um diagrama ou de um cone contraceptivo
  • Falha no método de coito interrompido
  • Relação sexual durante o período fértil quando se optou pelo método da abstinência periódica
  • Quando a eficácia da pílula contraceptiva normal está em causa, como por exemplo, com a toma de determinados medicamentos, esquecimento de tomas, diarreias ou vómitos após a toma
  • Em caso de violação

Como utilizar COE?
  • Consiste na administração de 1 comprimido
  • Pode ser administrado em qualquer momento do ciclo menstrual.
  • Não está indicado se já tiverem ocorrido relações não protegidas no mesmo ciclo menstrual.
  • A sua eficácia é máxima quando mais cedo for a toma, até 72 horas após a relação sexual.


Efeitos secundários mais frequentes
Geralmente as pílulas de contracepção oral de emergência são bem toleradas, mas podem provocar:

  • Náuseas
  • vómitos
  • Dor de cabeça
  • Tensão mamária
  • Vertigens
  • Dor de barriga
  • Hemorragia vaginal
Se vomitar nas 2 horas após a toma, deve tomá-la novamente, porque pode ter perdido o efeito.

Quando deve consultar o seu médico ? Se após utilização de um método contraceptivo de emergência:
  • Ocorrer um atraso superior a 5 dias
  • Apresentar dor abdominal
  • A menstruação não lhe parecer de todo normal, sobretudo se sente alguns dos sinais de gravidez
  • Após utilização de um método contraceptivo de emergência, para que inicie uma contracepção regular
Depois de recorrer à contracepção oral de emergência:
  • Deve utilizar nas relações seguintes um método barreira como, por exemplo, preservativos
  • Assegure-se de que a menstruação é normal no que diz respeito à abundância e data de aparecimento
  • É aconselhável a realização de uma consulta de ginecologia
Nota: Este tipo de contracepção está disponível nas farmácias ou outras lojas de venda livre de medicamentos, não necessita de receita médica.

Fonte:
Wells

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Osteoporose

A mulher na menopausa sofre alterações hormonais significativas, com um défice hormonal importante, sobretudo em estrogéneos.

Esta carência em estrogéneos conduz a uma perda de massa óssea e consequentemente à osteoporose.

A osteoporose desenvolve-se de forma silenciosa e é a ocorrência de uma fractura que na maior parte dos casos revela a doença. Por isso, a osteoporose ainda continua a ser uma doença insuficientemente detectada, sendo o número real de mulheres com osteoporose superior aos casos diagnosticados.


Hoje em dia, estima-se que uma em cada três mulheres após os 50 anos de idade sofrerá uma fractura osteoporótica, enquanto que uma mulher em cada doze será afectada pelo cancro da mama ao longo da sua vida.


A osteoporose, hoje em dia, pode ser detectada, prevenida e tratada.

Com o aumento da esperança média de vida, observa-se um aumento dos casos de fracturas osteoporóticas. A Organização Mundial de Saúde (OMS) classificou a osteoporose como um dos principais problemas de saúde dos nossos tempos.

O osso é um tecido vivo que está em constante remodelação e o esqueleto é renovado várias vezes ao longo da nossa vida. a

massa óssea atinge o seu pico máximo por volta dos 25 anos de idade. Este nível de massa óssea mantém-se durante cerca de uma

dezena de anos e depois segue-se uma inevitável perda de massa progressiva e moderada.Após a menopausa está perda de massa óssea acelera significativamente devido ao défice hormonal. Quando a massa óssea diminui abaixo de um certo nível, fala-se em osteoporose.

A osteoporose é uma doença de esqueleto que representa uma diminuição do tecido ósseo e altera progressivamente a estrutura dos ossos. Estes tornam-se "porosos"e, consequentemente, mais frágeis. Assim as fracturas surgem mais facilmente.

Quais os factores de risco para a osteoporose?

  • Idade superior a 65 anos
  • Menopausa precoce ( antes dos 40 anos)
  • Menopausa após cirurgia ginecológica (remoção dos ovários)
  • Ausência prolongada da menstruação ( superior a 12 meses, excepto na gravidez)
  • História pessoal de fracturas (ancas, vértebras e punho)
  • História de fracturas osteoporóticas nas mulheres da sua família
  • Magreza excessiva ou problemas do comportamento alimentar
  • Ingestão de cálcio insuficiente (alimentação pouco variada, baixo consumo de produtos lácteos)
  • Actividade física reduzida
  • Consumo elevado de álcool e tabaco
  • Tratamento prolongado com cortisona (Corticóides)
  • Problemas do funcionamento da tiróide
  • Tendência frequente para quedas
  • Imobilização prolongada

Qual é a gravidade do achatamento das vértebras?

O achatamento das vértebras corresponde a uma verdadeira fractura das vértebras que não é reparável. O achatamento das vértebras pode ocorrer sem muitas dores e ser confundido com as habituais dores de coluna da espondilose, ou pode surgir com dores intensas e incapacitantes.

A fractura vertebral surge frequentemente após um esforço moderado, um falso movimento ou após uma simples queda.

A melhor forma de evitar estas dores é prevenir a fractura vertebral, prevenindo a perda de massa óssea.

Raramente se fractura uma só vértebra, e a longo prazo os achatamentos sucessivos de várias vértebras diminuem a qualidade de vida, pois provocam dores , perda de altura, corcunda e, consequentemente, dificultam a realização das tarefas do dia-a-dia.
Nos casos mais graves interferem coma marcha e conduzem mesmo à imobilidade.

Como avaliar a massa óssea?

A massa óssea pode ser medida indirectamente pela avaliação da densidade óssea, através de um exame vulgarmente chamada de densitometria óssea. Este exame ajudará a fazer o diagnóstico da osteoporótica. Este método avalia o conteúdo em minerais do osso que são responsáveis por uma grande parte da solidez do osso.

Uma densidade mineral óssea baixa implica então uma maior fragilidade do osso.

O seu médico decidirá se a realização de uma densitometria óssea está indicada no seu caso.

A densitometria óssea é simples, não dolorosa e rápida.


Que tipo de alimentação fazer?

A alimentação, em especial o cálcio, tem um papel importante na manutenção da masa óssea. O cálcio fornece ao osso a sua força e solidez, pelo que é necessário ingerir cálcio em quantidades suficientes.

Os produtos lácteos (leite, queijo, iogurte...) são as melhores fontes de cálcio, bem como algumas águas minerais.


Convém também não esquecer a ingestão de proteínas (carne, peixe..) que também têm um papel na manutenção da integridade do osso.

A ingestão de cálcio é muito importante para manter os ossos sólidos, mas por si só, o cálcio não é suficiente para prevenir a osteoporose

O ideal após a menopausa seria consumir 3 a 4 produtos lácteos por dia.


Qual é o papel da vitamina D?


A vitamina D não é como as outras vitaminas, pois não é obtida através da alimentação.A vitamina D é principalmente sintetizada na pele por efeitos dos raios solares. A vitamina D permite aumentar a absorção do cálcio pelo intestino e favorecer a mineralização do osso.

Os alimentos ricos em vitaminas D são poucos. A vitamina D encontra-se principalmente nos óleos de peixe, na sardinha, no salmão, no arenque, na gema de ovo, na manteiga e no queijo.


A maneira mais simples de sintetizar a vitamina D é através da exposição solar. É suficiente estar ao sol uma hora por dia para prevenir a carência de vitamina D.

Em alguns casos o seu médico pode propor um suplemento em cálcio e vitamina D.

Qual o benefício da actividade física?

Na osteoporose os ossos estão frágeis que se podem partir sem grande trauma. Cair ao nível do solo pode ser suficiente.
Reforçar o seu capital ósseo (para evitar que a fragilidade do osso aumente ao longo do tempo) e evitar as quedas permite prevenir a osteoporose e as fracturas osteoporóticas,

O exercício físico é importante para a prevenção da osteoporose e das fracturas osteoporóticas.

As actividades físicas mais indicadas para prevenir a perda de massa óssea são os desportos ditos " em carga"(aqueles que nos obrigam a suportar o peso do nosso corpo). Para manter os nossos mais robustos, a prática de uma actividade física regular é indespensável.

Que tipos de actividades física privilegiar?

A marcha (caminhada) é uma boa maneira de lutar contra a osteoporose.
A marcha é acessível a quase toda a população.
Entre as pessoas idosas, aquelas que fazem marcha regularmente, ao fim de algum tempo, têm menos risco de fractura do que as outras. Para reforçar o osso é necessário fazer marcha frequentemente, durante o maior tempo possível e no ritmo mais rápido possível. Se estiver doente ou com cansaço fácil deve abrandar a marcha.
A natação não é uma actividade física adequada para manter a sua massa óssea. Na água suportamos uma pequena parte do peso do nosso corpo. Mas por outro lado, o exercício na água ( nomeadamente após uma fractura vertebral, pode permitir aliviar dores , manter a força muscular, ganhar flexibilidade e corrigir posturas incorrectas da coluna.

Para além de se sentir melhor consigo própria, a prática de uma actividade física regular permite manter a sua força, a sua resistência ao esforço, a sua flexibilidade e a sua musculatura, e ainda conservar os seus reflexos, contribuindo para evitar as quedas.
joelhos para apanhar um objecto e transportá-lo junto ao corpo. Evite carregar objectos muito pesados.

Pratique exercício físico. Sinta-se bem!

Tratamento medicamentoso para a osteoporose

Quando assim o entender, o seu médico pode propor-lhe tratamentos eficazes para a osteoporose.

A osteoporose, hoje em dia, pode ser detectada, prevenida e tratada.

Fonte: Guia do doente- Osteoporose

sábado, 23 de outubro de 2010

Prevenção cancro do colo do útero

O cancro do colo do útero não escolhe idades .
A prevenção também não.

10 Razões para prevenir o cancro do útero

1. O cancro do colo do útero é a segunda causa de morte por cancro em mulheres jovens, depois do cancro da mama.

2. O cancro do colo do útero habitualmente não provoca sintomas e pode demorar até 15 anos a desenvolver-se a partir de lesões genitais pré- cancerosas

3. O cancro do colo do útero não é hereditário; é causado pelo papilomavírus humano (HPV), que se transmite por contacto sexual.

4. 8 em 10 mulheres poderão ser infectadas pelo papilomavírus humano (HPV) ao longo da vida.

5. O uso do preservativo protege das infecções sexualmente transmitidas, ainda que não assegure uma protecção completa no caso do HPV, uma vez que o contacto genital pele-pele pode ser suficiente para ocorrer transmissão do vírus.

6. O teste de Papanicolau ajuda a detectar lesões pré- cancerosas no colo do útero e a vacinação ajuda a preveni-las.

7. Após o início da actividade sexual, deve realizar-se um exame ginecológico e, pelo menos a partir dos 25 anos, deve ser feito o rastreio do cancro do colo do útero.

8. A vacinação protege contra vírus que são responsáveis por cerca de 75% de todos os casos de cancro do colo do útero.

9. A vacinação contra o HPV demonstra benefícios mesmo de iniciada a vida sexual.

10. A associação da vacinação com o rastreio ajuda a maximizar a eficácia da prevenção do cancro do colo do útero ao longo da vida.


O teste de papanicolau detecta as lesões pré- cancerosas no colo do útero que podem evoluir para cancro do colo do útero .


O resultado do seu exame pode ser "normal", "incerto" ou "anormal".
Se o resultado do seu exame for incerto ou anormal é provável que tenha de fazer mais exames para confirmar se as alterações celular está relacionada com o cancro ou não.
Se fizer regularmente o rastreio, poderá detectar precocemente algum problema permitindo um diagnóstico atempado. O rastreio regular é a única forma de detectar lesões celulares numa fase precoce.

Após iniciar a vida sexual, deve realizar um exame ginecológico completo. Deve realizar o rastreio do cancro do colo do útero (conhecido por "teste de Papanicolau") pelo menos a partir dos 25 anos; a sua periodicidade é indicada pelo seu médico.

O seu médico poderá ainda recomendar-lhe a vacinação para uma melhor prevenção do cancro do colo do útero.

A vacinação previne a maioria das lesões do colo do útero, antes que estas ocorram e possam evoluir para cancro.

A eficácia da vacinação é elevada, independentemente do início da actividade sexual.

No programa Nacional de Vacinação, que foi implementado como uma prioridade de saúde pública, estão incluídas todas as adolescentes entre os 13 e os 17 anos.

A partir dos 18 anos, deve falar com o seu médico sobre a vacinação contra este vírus. O esquema da vacinação completo requer a administração de 3 doses.

O seu médico recomendará a continuação do rastreio para maximizar a efectividade da prevenção.



Fonte: Liga Portuguesa contra o cancro , Sociedade Portuguesa de Pediatria e outros (Folheto informativo)

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Aleitamento Materno


Os dados recolhidos nos diversos estudos realizados em Portugal revelam que o aleitamento materno é uma prática que fica ainda aquém do desejado e dos objectivos traçados pelas autoridades nacionais e internacionais.

Vantagens do Aleitamento Materno
  • As proteínas são humanas evitando assim o desenvolvimento de doenças alérgicas.
  • Têm anticorpos, enzimas e outros elementos vivos que diminuem as probabilidades de ter gastroentrites, infecções respiratórias e alergias.
  • O colostro (leite da mãe nos primeiros dias de vida) é rico em elemento anti-infecciosos
Alguns conselhos práticos para amamentar

Dar de mamar tem que ser uma prática descomplexada, que dê prazer e alegria.

Evite preocupações e ansiedades tais como:
  • Será que eu sei ser uma boa mãe?
  • Será que vou conseguir amamentar?
  • Será que o meu leite é bom?
  • Será que tenho leite suficiente?

Todas estas situações podem levar à inibição da saída do leite, fazendo com que o bebé proteste, chore, e que o peito fique doloroso, levando-a assim a ficar ansiosa e, consequentemente, inibir a saída do leite, criando assim um círculo vicioso e negativo.

O que deve saber?

A subida do leite da-se por volta do 5º dia, isto porque de início o leite, que dá pelo o nome de colostro, tem como objectivo ajudar a sistema do bebé a desenvolver-se, tendo, no entanto que respeitar a imaturidade orgânica e fisiológica da criança, as limitações dos seus rins, fígado, intestino, etc.
Esta " subida do leite" poderá dar-lhe febre, dor no peito e cansaço. O peito pode ficar quente, sensível rijo e até encaroçar.


Sugestões para aliviar estes sintomas:

  • Continuar a dar de mamar.
  • Aplicar água quente (pachos ou directamente).
  • Recorrer a uma bomba de estração de leite.
  • Usar um soutien apropriado e colocar compressas geladas no peito.

Mamilos Macerados ou doridos
Esta situação sucede quando o bebé mama por demasiado tempo, podendo levar o bebé a ficar com cólicas e soluços e a mãe a ficar com o mamilo a sangrar ou gretado.


Sugestões para aliviar estes sintomas:
  • Não prolongar as mamadas.
  • Não deixar o bebé fazer do mamilo chupeta para brincar.
  • Utilização de cremes.
  • Boa higiene do peito.

Icterícia associada ao leite materno

Não há razão para alarme, pois é uma situação frequente, por isso não suspenda a amamentação, (desde que o bebé já tenha sido observado pelo médico).


Alternativas para quem não possa ou não queira amamentar


Se por algum motivo não for possível amamentar, lembre-se que em Portugal existem outras alternativas para o leite materno.

Poderá utilizar uma fórmula (substituto do leite materno), tendo o cuidado de esterilizar devidamente o biberão.

Leite comerciais - substitutos do leite materno designados por fórmulas para lactentes.

Dentro deste tipo de leites existem dois grupos fundamentais: Adaptados, para os primeiros 4-6 meses, e de transição para depois da diversificação alimentar.

Dentro destes existem algumas variações, tais como:
Hipoalergérnicos
Acidificados
Anti- regurgitantes

Para uma melhor escolha correcta consulte o médico do seu bebé.

Contracepção e amamentação

Se está a amamentar e quer manter uma contracepção segura, existe uma pílula só com progestagénio que não interfere com aleitamento.

Como Actua

É um contraceptivo oral de baixa dosagem, contendo apenas um progestagénio que foi especialmente concebido para proporcionar uma contracepção segura às mães que estão a amamentar.

Simples de usar

Está pílula é apresentada em embalagens de 28 comprimidos e deve ser iniciada, conforme conselho do seu médico.

Cada comprimido deverá ser tomado à mesma hora durante 28 dias ou seja, até ao final da embalagem iniciando outra de seguida sem interrupção.

Beneficia, assim, de uma rotina simples, ininterrupta, diária, durante o tempo em que está a amamentar.

Se diminuir a frequência das mamadas ou se suspender a amamentação, poderá manter este método contraceptivo. porque tem uma eficácia semelhante à das outras pílulas.

Fonte: Organon 
Leia também: Em posição devo amamentar?










sábado, 16 de outubro de 2010

Infecção Urinária

A infecção Urinária é causada pela presença de microorgamismos patogênicos que podem afectar a bexiga, uretra, próstata, ou o rim. Frequentemente as infecções do tracto urinário são causadas por bactérias e em especial nas mulheres , esta infecção é causada pelos germes que habitam a flora intestinal.

Aqui deixo alguns conselhos para prevenir as infecções do trato urinário.

  • Quando vai à casa de banho, fora da sua casa, evite sentar-se na sanita e limpe-se sempre da frente para trás para evitar que as bactérias do intestino entrem na vagina e uretra.
  • Lave a zona genital de preferência com produtos com actividade antibacteriana. Deve reforçar estas medidas aquando do período menstrual e/ ou se sofrer de incontinência.
  • Lave-se antes e após a relação sexual.
  • Urine após cada relação sexual, para eliminar possíveis bactérias que tenham entrado na uretra.
  • Evite duches vaginais e sprays vaginais que podem irritar a uretra e favorecer o desenvolvimento de uma infecção urinária.
  • Urine logo que tenha vontade e esforce-se por esvaziar totalmente a bexiga, pois reter a urina pode favorecer o desenvolvimento bacteriano.
  • Prefira duche a banho de imersão, pois assim diminuirá a probabilidade das bactérias migrarem para a uretra e provocarem infecção.
  • Evite usar espermicidas, pois estes destroem os Lactobacilos vaginais que são úteis na prevenção das infecções bacteriana.
  • Ingira frequentemente alimentos com probióticos ( presentes em alguns iogurtes ou leites fermentados), pois favorecem a acidez/ presença de Lactobacilos no intestino e vagina, que a protegem das infecções urinárias.
  • Se já tiver passado a menopausa e o seu médico a aconselhar , use estrogénios tópicos na vagina, pois isso irá contrariar a atrofia vaginal habitual, podendo diminuir o risco de infecções recorrentes.
  • Substâncias que acidificam a urina ( p.ex. vitamina C) poderão também contribuir para que tenha menos infecções urinária.
  • Se, apesar de todos estes cuidados tiver infecções urinárias frequentes, aconselhe-se com o seu médico, pois poderá precisar de outra abordagem médica.

Fonte: Adaptado de Persad S, et al. Association between urinary infection and postmictrition wipinf habit. Acta Obstet Gynecol Scand .

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Como prevenir varizes

Prevenir o aparecimento de varizes passa pelo estabelecimento de hábitos saudáveis como ter uma alimentação, saudável, fazer exercício físico regularmente, não fumar e evitar o stress. Embora os factores genéticos não possam ser esquecidos, hábitos saudáveis previnem o aparecimento de varizes.


Conselhos para aliviar as pernas


Tente
  • Repousar as pernas, levantadas, durante cerca de meia hora a meio do dia.
  • Use as escadas sempre que possível, nade e ande regularmente.
  • Lembre-se de passar água fria nas pernas no fim do banho.

Evite:
  • Estar de pé imóvel por longos períodos.
  • Usar meias ou roupa interior apertadas.
  • Calor direto ou exposição em ambientes com altas temperaturas como: cera depilatória quente, saunas, exposição ao sol ou banhos quentes prolongados.

Coma alimentos ricos em anti-oxidantes para proteção das paredes internas dos vasos sanguíneos. Certifique-se de que come bastante fruta e vegetais porque são ricos em fibras. Beba pelo menos 1,5 litros de água por dia.

Exercícios para as pernas


Faça estes exercícios regularmente pelo menos uma vez por dia.

Deitada:
  • Cruzar e descruzar as pernas em movimentos de tesoura, 10 a 15 vezes.
  • "Pedalar"15 a 20 vezes.
  • Fazer pequenos círculos alternando para a direita e para a esquerda, 10 vezes.
  • Flexionar e estender os dedos dos pés alternadamente, 20 vezes.

Sentada:
  • Manter os calcanhares no chão e abrir e fechar os pés.
  • Elevar o calcanhar esquerdo e os dedos do pé direito, trocar. repetir 15 vezes.

De pé:
  • Andar de calcanhares.
  • Andar em bicos dos pés

Fonte: Conselhos Pierre Fabre Médicament

Leia também: Concelhos úteis para doentes com varizes (doença venosa).

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Informação prática para as utilizadoras de Nuvaring ( Anel Vaginal)

Decidiu, em conjunto com o seu médico, que Nuvaring é um método contraceptivo que melhor se aplica a si?
O seu médico já lhe explicou como se utiliza Nuvaring?

Vou descrever de uma forma sucinta os passos importantes para que possa iniciar este método.

O que é o Nuvaring?

O Nuvaring é um método contraceptivo normal mensal. Apresenta-se sob a forma de anel vaginal, flexível, transparente e praticamente indolor. No interior do anel encontra-se as hormonas contraceptivas, que se vão libertando enquanto o anel se encontra no interior da vagina. As doses são muito baixas e actuam de forma a impedir a ovulação evitando assim uma gravidez (de forma semelhante à da pílula contraceptiva).
O Nuvaring apresenta-se em embalagem individual (1 anel), dentro de uma saqueta, que permite que se possa abrir e voltar a fechar.

Como se coloca e retira Nuvaring?

O Nuvaring é colocado e retirado pela própria utilizadora.
Deve lavar bem as mãos antes de colocar ou retirar o anel vaginal.
  1. Retire Nuvaring da saqueta
  2. Pressione o anel entre os dedos
  3. Escolha uma posição cómoda para colocar o anel vaginal
  4. Introduza profundamente o anel na vagina
  5. Empurre o anel o mais possível, até que se sinta confortável. A posição exacta do anel no interior da vagina não é importante para que seja eficaz. Por este motivo qualquer posição é valida, e não existe possibilidade de se enganar.

Três semanas dentro, uma fora.

1) O anel deve permanecer na vagina desde o dia que é colocado e durante três semanas seguidas, ininterruptamente.

2) No fim de 3 semanas, tem de retirar o Nuvaring, e deve fazê-lo no mesmo dia da semana em que colocou. Por exemplo se o colocou na quarta-feira, aproximadamente às 22.00 horas, deve retirá-lo 3 semanas depois, na quarta-feira, aproximadamente às 22.00horas.

3) Depois de retirar o anel, deve estar uma semana sem utilizar outro anel novamente. Durante esta semana, surgirá normalmente uma hemorragia parecida com a menstruação.

4) Coloque um novo anel exactamente uma semana depois (novamente no mesmo dia da semana, aproximadamente à mesma hora), mesmo que a hemorragia vaginal não tenha ainda terminado.

5) O anel utilizado deve ser posto na sua saqueta original e deitado fora com o lixo doméstico. Não deve deitar na sanita.


Utilização de Nuvaring pela primeira vez

Se não está usar nenhum método contracepção hormonal, a altura ideal para inserir o Nuvaring é entre 1-5 dia da menstruação e usar também durante 7 dias o preservativo (designado método de barreira).

Se está a tomar a pílula combinada, a altura ideal para usar o Nuvaring é no dia seguinte ao intervalo sem pílula, não havendo necessidade de usar preservativo.

Se está a usar um método com progestagénio ( pílula; implante ou injectável), poderá usar em qualquer dia (pílula), dia em em que é retirado o implante, ou no dia previsto para administração da injecção seguinte. Tendo o cuidado de usar o preservativo por 7 dias de utilização do primeiro anel.
Durante o resto do ciclo e todos os seguintes, Nuvaring protegê-la-á de uma gravidez não desejada.


Para sua tranquilidade:

A colocação e remoção são muito fáceis. É o que afirma a maioria das mulheres.

A colocação e remoção não são dolorosas e não correrá o risco de se magoar (mesmo se tiver as unhas compridas).

O anel não pode se perder no seu corpo. A única maneira que o anel tem de sair da vagina é pelo mesmo local por onde entrou.

Não existe qualquer problema se for necessário utilizar um tampão vaginal ao mesmo tempo que usa o Nuvaring.
Não existe qualquer problema em ter relações sexuais com o anel colocado na vagina. È possível que o o parceiro sinta o anel, mas a grande maioria dos homens não coloca qualquer objecção ao seu uso.

O Nuvaring pode ser expulso acidentalmente (por exemplo, se tiver prisão de ventre ou ao retirar um tampão). Se o anel for expulso, pode lavá-lo com água fria ou morna (nunca quente), e voltar a colocá-lo (Nuvaring nunca deverá estar fora da vagina durante mais de 3 horas).

Conserve o Nuvaring na sua saqueta original. O Nuvaring pode ser guardado até 4 meses a temperaturas não superiores a 30 graus.

O Nuvaring não deve ser utilizado depois da data na embalagem, ou seja, 4 meses depois da data de compra e nunca depois da data escrita na embalagem.

Leia também este post: Anel vaginal contraceptivo (Nuvaring)


Fonte: Nuvaring (Oganon)

domingo, 10 de outubro de 2010

Touchpoints Sobre Espondilite Anquilosante




Touchpoints é um novo programa para doentes que sofrem de Espondilite Anquilosante, também designada por EA, que a(o) ajudará a:

  • Compreender melhor o seu estado de saúde
  • Falar com o seu médico sobre o seu diagnóstico e tratamento
  • Conhecer os tratamentos disponíveis e encontrar dicas para viver com EA
  • Como muitas outras doenças quanto mais souber sobre EA, mais poderá fazer por ela.


Não estando sozinha(o)- e pode agir

A EA é uma doença que afecta milhões de pessoas.
O mais importante que deve recordar quando tem EA é que esta doença não a (o) define como pessoa.
Continue a aprender sobre o seu estado de saúde.
Possuir as informações certas sobre EA pode ajudá-la (o) a trabalhar com o seu médico e a sentir que tem mais controlo. Isto pode ajudá-lo a encarar melhor a sua condição.

O que é a EA?
A EA é uma doença inflamatória crónica e dolorosa que afecta principalmente a coluna vertebral. É frequentemente caracterizada por uma rigidez gradual na coluna vertebral e movimentos diminuídos. Por vezes outras áreas, tais como os ombros, as ancas e os joelhos, podem ser atingidos.

A EA afecta o seu corpo por dentro e por fora.

A EA é uma doença do sistema imunitário. Na EA, o seu sistema imunitário não funciona correctamente.
Células imunocompetentes actuam nas articulações entre os ossos da sua coluna vertebral (vértebras) e as que estão situadas entre a sua coluna vertebral e a pélvis, designadas por articulações sacro-ilíacas.

Se não for devidamente tratada, a EA pode piorar com o tempo.
À medida que a doença progride, pode causar dor crónica e reduzir a sua capacidade de movimentação. A EA também pode causar rigidez na caixa torácica, podendo reduzir a capacidade pulmonar em certos doentes.

Eis porque é tão importante trabalhar com o seu médico de modo a obter um diagnóstico precoce e o tratamento adequado.

A EA pode ser uma doença progressiva

Se a Ea for deixada sem tratamento, os danos podem aumentar. Nos casos mais severos, a inflamação pode provocar formação de osso novo podendo fundir as vértebras entre si fazendo com que a coluna vertebral se curve para a frente. As pessoas com fusão espinal podem desenvolver um arqueamento da coluna cervical-designada por cifose.

A causas são desconhecidas.

  • Ninguém sabe por que razão na EA o sistema imunitário atinge as células articulares saudáveis.
  • A genética pode desempenhar um papel chave na EA. Em muitos casos, trata-se de um gene específico que torna as pessoas mais aptas a contrair EA.

  • Alguns investigadores sugerem que, nos indivíduos que são susceptíveis de contrair EA, uma bactéria ou outro agente infeccioso também pode desempenhar um papel chave no desencadeamento da doença.

A EA pode condicionar muitos aspectos da vida.

A EA pode afectar diferentes e numerosos aspectos da sua vida. Tem de lidar não só com sintomas físicos sentidos e o seu tratamento, mas também com o impacto emocional do seu estado de saúde.

O diagnóstico precoce é importante

Porque a EA pode piorar com o tempo, é importante que seja diagnosticada o mais cedo possível e tratada com a medicação adequada.

Se pensa ter sintomas de EA, consulte o seu médico o mais depressa possível

Quando mais se sabe , mais se pode fazer e a obtenção de um diagnóstico precoce pode ser uma das medidas mais importantes a tomar.



Tem os seguintes sintomas de EA?


Verifique se sente alguns dos seguintes sintomas
:

  • Dor, rigidez ou sensibilidade
  • Na parte inferior das costas, nas nádegas, ombros, ancas ou coxas que se propaga da parte inferior das costas e das nádegas ao longo da coluna e até ao pescoço
  • Que piora à noite e de manhã
  • Que pode ser aliviada com actividade física ou exercício
  • Que dura há mais de 3 meses
  • Fadiga
  • Febre ligeira
  • Perda de peso
Atenção: A lista apresentada não é uma ferramenta de diagnóstico formal.
Esta serve para a (o) ajudar a identificar sintomas que podem ser causados pela EA. Apenas o seu médico está habilitado a diagnosticar EA. Outros estados de saúde podem causar sintomas similares aos da EA.Por favor fale com o seu médico.

Como é diagnosticada a EA?

Para determinar se tem EA o seu médico irá questioná-la (o) sobre o seu historial médico e familiar e os seus sintomas actuais.

Perguntar-lhe-á também se tem dores e rigidez que:

  • Duram há vários meses
  • Que levam tempo a aliviar depois de acordar de manhã
  • São menores quando faz exercícios ou realiza outra actividade física
  • Diminuem quando toma anti-inflamatórios não esteróides (AINE)

Testes de Diagnóstico
O seu médico também lhe fará um exame físico minucioso.
este inclui examinar as áreas onde diz sentir dor ou inflamação, determinar qual é o grau de mobilidade da sua coluna vertebral, e verificar até onde consegue expandir a sua caixa torácica.
Além disso, o seu médico poderá realizar testes de diagnostico tais como:

  • Exames sanguíneos.
Um dos exames sanguíneos destina-se a um marcador genético designado por HLA-B27, que está frequentemente associado à Ea.
Outro exame sanguíneo mede a velocidade de sedimentação (vs).

  • Raios X. São realizados Raio X à coluna vertebral e região sacro-ílica para determinar eventuais sinais de lesão.

Testes de avaliação
Os testes usados para medir os seus progressos na luta contra a EA durante o tratamento podem incluir:
A utilização da escala BASDAI (Bath Ankylosing Spondylitis Diease Activity Index) para determinar o índice de actividade da doença, um questionário que mede sintomas tais com a fadiga e a dor
  • A utilização da escala BASFI (Bath Ankylosing Spondylitis Disease Activity Index), um questionário que mede com que grau de qualidade executa as suas actividades diárias.

Alguns destes testes podem ser repetidos para continuar a monitorizar os seus progressos em relação à EA.
Para obter mais informação sobre estes testes fale com o seu médico.


Conheça os tratamentos que a (o) podem ajudar

O tratamento da EA combina habitualmente medicação e exercício físico e / ou fisioterapia para ajudá-la (o) a manter a flexibilidade e uma postura correcta. Um certo número de medicamentos contra a EA estão disponíveis.

AINE
Anti-inflamatórios não esteróides, ou AINE, são frequentemente administrados aos doentes com EA para aliviar a dor e a rigidez.

DMARD

DMARD são medicamentos modificadores da artrite reumatóide (Disease-modifying antirheumatic drugs) são frequentemente usados para tratar pacientes com casos mais severos de EA.

Algumas sustâncias são a sulfasalazina e o metotrexato.


O metotrexato e a sulfasalazina são habitualmente os DMARD prescritos por serem eficazes no controlo dos sintomas da EA severa, embora não se sabia claramente até que ponto estes medicamentos são benéficos relativamente à limitação da progressão da doença.
Encontrar um tratamento que funcione para si pode ser o primeiro passo se sentir melhor, tanto emocional como fisicamente.
Portanto, se está tomar DMARD OU um AINE e os seus sintomas não estão a melhorar, é importante dizê-lo ao seu médico o mais rapidamente possível.


Modificadores da resposta biológica

Os modificadores da resposta biológica (biológicos) são uma opção promissora no tratamento da EA. Estes actuam para diminuir a inflamação, aliviando a dor ao mesmo tempo que combatem a doença. Estes medicamentos - oadalimumab, o etanercept eo infliximab - são prescritos a doentes que não estão a conseguir resultados com um DMARD ou AINE. Podem ajudá-lo a atingir o objectivo do seu tratamento.

Fale com o seu médico para encontrar o tratamento que mais lhe convém.O seu médico pode dar-lhe informações sobre os benefícios e os efeitos secundários associados às diferentes opções de tratamento.


Sugestões para falar com o seu médico

Certifique-se que fala com o seu médico sobre os seus sintomas e os seus progressos. Só o seu médico pode fazer as escolhas apropriadas de tratamento para o seu caso. Quanto mais informações partilhar com o seu médico, melhor este poderá ajudá-la (o). Se apresenta alguns dos sintomas acima indicados, quando os sentiu pela primeira vez.
Que medicamentos está a tomar para aliviar os seus sintomas actuais?
Tem dores e rigidez à noite ou de manhã? A prática de exercício alivia-a (o)
E a sua EA afecta-a (o) emocionalmente?

Muitas vezes o tempo que passa com o seu médico é limitado.
Tire o maior partido da sua consulta.

  • Não hesite em fazer perguntas ao seu médico. faça uma lista com antecedência para não se esquecer de nada.
  • Reconheça os sues sentimentos e emoções sobre o seu estado de saúde. Partilhe-os com o seu médico.
  • Certifique-se que compreende a informação que o seu médico lhe está a transmitir. Não tenha vergonha de dizer: " Não percebo"
  • Informe-se mais sobre a EA. Isso facilitará a conserva com o seu médico sobre as opções de tratamento.
  • Seja totalmente honesta (o) sobre o que está viver. Isso ajudará a garantir que obtém o máximo da sua consulta.
  • Mantenha um diário. Escreva sobre tudo o que sente e do que tem medo. Certifique-se que escreve também sobre os momentos agradáveis.
  • Fale com outros membros da equipa médica -enfermeiras (os), terapeutas, e outros - para obter mais ajuda e informação.
  • A EA, e o seu tratamento,podem ser opressivos. Aprenda o máximo que puder sobre estes de modo a sentir que está a fazer tudo o que pode para os controlar.


Viver com EA

A EA, como muitas doenças reumáticas, é um estado para toda a vida. Há muitas coisas que pode fazer para ajudar a manter um estilo de vida saudável.

Controle o seu peso, alimente-se de forma saudável

Evite ganhar peso. Algumas pessoas com EA também sofrem de doença inflamatória do intestino, que pode ser acompanhada por diarreia severa.
se é uma dessas pessoas, pergunte ao seu médico quais os alimentos que deve e não deve comer.
Pratique exercício regularmente

Os exercícios que ajudam a manter a flexibilidade e a melhorar a postura são recomendados aos pacientes com EA.

Fale com o seu médico ou o seu fisioterapeuta antes de iniciar qualquer actividade.

Cuidado onde e como se senta

Escolha cadeiras com assento e costas firmes para apoiar a sua coluna vertebral. Mantenha uma boa postura quando se senta, e não fique sentado durante períodos muitos longos.

Durma numa cama firme
Certifique-se que o seu collchão não é nem demasiado mole para suportar as suas costas nem demasiado firme. Se o seu colchão for demasiado mole, tente colocar uma tábua entre o colchão e o estrado para torná-lo mais firme.

Pare de fumar
A EA pode causar uma redução da capacidade pulmonar, podendo provocar dificuldades respiratórias (respiração ofegante). Fumar pode dificultar ainda mais a respiração e poderia aumentar as hipóteses de infecções no pulmão e na caixa torácica.

Tenha uma atitude positiva

  • Uma boa atitude pode melhorar a sua capacidade de funcionamento mental e físico.
  • Diga ao seu médico se a sua EA a (o) está a afectar emocionalmente. O seu médico pode sugerir-lhe formas de a (o) ajudar a lidar com esses sentimentos.

Ajude os outros a compreender o seu estado de saúde

Uma vez diagnosticada a EA, os seus amigos e familiares podem não conhecer esta doença e os seus efeitos sobre si.
Eis algumas dicas para a (o) ajudar a explicar aquilo por que está a passar.
  • Tente telefonar a um amigo ou familiar regularmente.
  • Manter o contacto facilitará a discussão sobre como a EA está a afectá-la(o).
  • Informe-se sobre a EA, melhor poderá explicá-la.
  • Seja directa (o). Diga aos sues amigos e familiares o que precisa. Ensine aos seus amigos e familiares o que é a EA.Dê lhes informação necessária para ler. Recomende os Websites que encontrou e que dão informações fáceis de compreender.

  • Diga aos seus amigos e familiares que a dor ea rigidez que sente podem variar. Peça a sua compreensão se precisar de mudar ou adiar actividades programadas em conjunto.

  • Quando estiver com os seus amigos ou familiares, programe actividades em que possa participar.
  • Fale abertamente com a (o) sua/seu companheira (o).Expressar os seus verdadeiros sentimentos fará com que mantenham uma relação saudável e permitirá que a (O) sua/seu companheira (o) a (o) ajude.
  • Ria! Uma gargalha, além de ser agradável, pode ter benefícios terapêuticos

Siga em frente
Apesar de não ser fácil viver com EA,não deve perder o seu optimismo quanto ao futuro. Deve realizar que, ao saber mais sobre o seu estado de saúde eao tomar a medicação correcta, pode aproveitar a sua vida ao máximo.

Não basta enfrentar a EA. AO empreender acções, ao definir objectivos, ao trabalhar coma sua equipa médica, e ao manter uma atitude positiva, terá a capacidade de lutar contra a EA.

Mantenha-se bem informado
Aprender o mais que pode sobre o seu estado de saúde é outra das formas de desempenhar um papel activo para viver com EA. O conhecimento dá-lhe confiança para falar sobre as suas necessidades e preocupações com os profissionais de saúde que a (o) tratam.

Fonte: Um guia para ajudar o doente a viver com espondilite anquilosante
Touchpoints, a melhorar vidas através da informação
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